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quinta-feira, 17 de maio de 2012

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Autonomia

A professora Marília Ferreira utiliza o Classmate nas aulas da 3a série 300, da escola Rosa da Conceicão Guedes.

Apesar de o PC ter um dispositivo que permite ao professor bloquear o acesso a determinados sites, a professora acha importante que os alunos conhecam a maquina e acessem o que for interessante pra eles, não só o que ela indicar.


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Desde quando Núbia, de 9 anos, acessa a internet?

“Desde sempre!”, responde a menina, espantada com a obviedade da pergunta.


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Um computador por crianca

Tainara usa o Classmate no Centro Integrado de Educacão Pública Rosa da Conceicão Guedes, no distrito de Arrozal (12 km de Piraí). “Gosto de colorir”, diz a menina.


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Olha que legal!

Sabrina, 13 anos, abraca a amiga Vanessa, de 11.

Antes de serem importunadas para a foto, comentam o discurso do Ministro, na escola Lúcio de Mendonca:

- Olha, que legal, ele fala Óbservar.

- Eu gosto mais das trancinhas dele.


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“Contem com os pontos de cultura para bandarlargar o Brasil!”

Chico Simões, coordenador do Ponto de Cultura Invenção Brasileira, terminou assim sua apresentaćão.

Antes, criticou o artigo que Fernando Brant publicou no jornal “O Globo”, no sábado (8/9/07). Em “No baile do Ministro da banda larga, autor não entra”, Brant chama Gil de bárbaro por defender a flexibilizacão das licencas autorais.

Chico afirma: “Nos chamar de bárbaros, como fizeram com os indígenas, é um elogio. Eles dizem isso para frear, para destruir, mas só sobreviveremos como seres humanos se adotarmos o que faz a cultura popular, os hackers, quem constrói o software livre. Conhecimento náo é mercadoria, não é possível defender direito autoral.”


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“Para deixar de ser essa frustracão nacional”

Sergio Amadeu falou sobre as mudancas no uso do computador. De máquina de calcular e processar, virou máquina de comunicar, por Orkut, email, msn, e agora pode ser uma máquina retransmissora.

“A internet agora é peer to peer. Cada máquina pode se comunicar com outra máquina, ser cliente e servidor, coletar, receber e enviar sinal, ser parte de uma rede viral, sem a necessidade de uma infraestrutura de telecomunicacão”, disse o professor. “Mas para isso, é necessário ter banda larga. É necessária uma grande rede nacional: União, estados e municípios para destravar o Fust. Para ele deixar de se ser essa frustracão nacional”.


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TC da Casa de Cultura Tainã

“Minha felicidade é ser testemunha de um marco na história do Brasil de democratização da cultura e reconsideração da diversidade cultural. E tudo isso nas grandes cidades e no interior. Mas a Rede Mucambos [projeto da Casa de Cultura Tainã] se preocupa exatamente com as “bandas do Sertão”, como diz o poema do nosso ministro Gilberto Gil, nas comunidades quilombolas que enfrentam todo tipo de problema. A maioria delas tem apenas um orelhão público para se conectar com o mundo. Hoje o projeto trabalha com cerca de 25 comunidades  [nos estados de São Paulo, Pernanmbuco, Rio Grande do Sul e na África], e dessas, 15 já estão conectadas com o através do projeto Gesac.”


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Segundo Lu Cachoeira

“Esse movimento precisa ser irradiado! É necessário juntar as forćas políticas dos governos locais e ligar mais municípios, partindo da experiência de Piraí”.


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Carlos Seabra alerta

Assim como é possível bandarlargar horizontalmente, pode-se usar a banda larga em altas torres, onde poucos tem acesso.


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Democratizar o debate

Essa foi a defesa que Marcos Dantas acaba de fazer. “Não basta falar de democratizar a comunicaćão. Precisamos trazer mais pessoas para falar de banda larga”.


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