sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

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Portaria suspende repasse de recursos para municípios sem biblioteca

ministro da Cultura, Juca Ferreira, assinou, na manhã desta quinta-feira (02), no auditório do Ministério da Cultura, uma portaria que suspende, a partir de hoje, o repasse de recursos do MinC para a prefeitura que não tiver pelo menos uma biblioteca pública municipal (BPM) em funcionamento. “Essa portaria estimula a relação de compromisso com municípios que precisarão manter suas bibliotecas abertas, para terem acesso aos recursos que repassamos”, afirmou Ferreira.

Leia aqui a matéria completa.


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MinC apresenta ações de livro e leitura na Argentina

Ministério da Cultura participa do 15º Fórum Internacional para o fomento do livro e da leitura, em Resistência, na província de Chaco

 

As principais ações brasileiras ligadas ao livro e à leitura serão apresentadas nesta quinta-feira (19 de agosto) no 15º Fórum Internacional para o Fomento do Livro e da Leitura, em Resistência, na província de Chaco, na Argentina. O Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), instituído pelos Ministérios da Cultura e da Educação, em 2006, será um dos projetos governamentais mostrados no encontro, que ocorre de 18 a 21 de agosto.

O PNLL será apresentado junto com as iniciativas da Bolívia, Argentina e Venezuela, na terceira mesa do evento, às 18h, intitulada: 15 anos de iniciativas de Fomento à Leitura: o público e o privado. Balanços e Perspectivas.

Atualmente, o mapa de ações do PNLL é composto por 900 iniciativas da sociedade civil e dos governos municipal, estadual e federal. Pelo Ministério da Cultura, a maior parte das ações faz parte do Programa Mais Cultura. Durante o evento, além do PNLL, o Brasil também irá apresentar o projeto Agentes de Leitura – formado por jovens de 18 a 29 anos que recebem uma bolsa de R$ 350 por mês, durante um ano, para estimular seus vizinhos de comunidade a ler. A oficina é destinada aos gestores públicos participantes do Fórum que desejem conhecer a experiência de replicação do projeto originalmente implantado no Ceará e que foi estendida a outros estados e municípios brasileiros no âmbito do Programa Mais Cultura. A estimativa, é que sejam selecionados, formados e mantidos, cerca de 4.500 Agentes de Leitura no biênio 2010/2011.


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Pontos de Mídia Livre


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Lançado no dia 12/09/2009 o Ponto de Leitura em Alvorada/RS

CARAVANA DA RESTAURAÇÃO SOCIAL

LANÇAMENTO DE MAIS UM DESAFIO

Foi l

“SIM NÓS PODEMOS!” Este é grito dos moradores do bairro UMBU, uma comunidade da periferia de Alvorada que quer ser tratada com respeito pela administração pública. Um povo que está construindo sua cidadania forjada pelas suas próprias mãos, sem se curvar diante a estrutura falida do estado. Uma população com vontade de conhecer a si mesma na expressão máxima de sua criatividade, ousadia e lucidez.

Mesmo com a chuva que inundou as ruas do bairro, principalmente a Rua Concórdia, no local onde está situado o Ponto de Leitura, mesmo assim, foram mantidas as atividades de inauguração da Biblioteca Comunitária do Umbu que contou com a presença do Sr. Gilberto Perroni

- Presidente da União das Associações de Moradores de Alvorada (UAMA), representantes do PRONASCI, grupos culturais como o Nação Periférica, Grupo Capoeira de Angola Sabedoria Popular e ativistas comunitários.

As comunidades periféricas, especialmente as pessoas que moram no bairro Umbu querem fazer do livro, do conhecimento o instrumento para operar a “miopia política” daqueles que as enxergam com discriminação pela sua condição social. Assim a Caravana da Restauração Social está LANÇANDO MAIS UM DESAFIO, para que o estado faça sua parte.

O Ponto de Leitura MOVIMENTAÇÃO é mais uma ferramenta de construção de cidadania disponibilizada para a comunidade. Essa é mais uma ação da Caravana da Restauração Social, iniciativa que foi contemplada no Iº Concurso Pontos de Leitura – Edição Machado de Assis promovido pela Fundação Biblioteca Nacional e Ministério da Cultura.

Com o Ponto de Leitura abrem-se várias “janelas” de ações culturais da ONG MOVIMENTAÇÃO.

O acervo do Ponto de Leitura com 650 títulos, o mobiliário e o equipamento de informática será compartilhado nos projetos da ONG MOVIMENTAÇÃO com as escolas públicas e comunidade integrando as oficinas de literatura e de inclusão digital com cursos básicos de informática para crianças de 10 a 16 anos.

J. C. A. Prudêncio

Griô em Comunicação Social, Direitos Humanos e Cidadania Presidente da ONG MOVIMENTAÇÃO

Telefones: (51) 3447-5662 e 9144-6426 – Base Operacional da ONG

MOVIMENTAÇÃO: Rua Concórdia, 571 – Parque Residencial Umbu, Alvorada/RS – Cep: 94801-971

e-mails: jcaprudencio@ig.com.brong_movimentacao@hotmail.com

http://ongmovimentacao.blogspot.com


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Censo das Bibliotecas Públicas Municipais será divulgado na sexta-feira

Censo das Bibliotecas Públicas Municipais será divulgado na sexta-feira


Eventos movimentam biblioteca infantil de SP

O Estado de S. Paulo – SP, Edison Veiga, em 19/03/2010

Filmes, cursos, peças de teatro e encontros com escritores movimentam a Biblioteca Municipal Monteiro Lobato, na Vila Buarque, na região central de São Paulo. Essa é uma tendência, aliás. Para atrair leitores, bibliotecas da cidade cada vez mais têm oferecido eventos em seus espaços. Palestras, encontros com escritores, contação de histórias. Vale de tudo para cativar mais frequentadores.

Considerada a mais antiga biblioteca infantil em funcionamento no Brasil, a Monteiro Lobato foi inaugurada em 1936. Catorze anos mais tarde, após passar por dois endereços provisórios, mudou-se para a sede definitiva. O prédio abriga 53 mil títulos e conta com uma coleção de 4,5 mil peças que pertenceram ao escritor Monteiro Lobato – são objetos pessoais, documentos, móveis e livros.

Leia mais aqui.


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Plano Nacional de Livro e Leitura

PNLL estimula crescimento de 1.500% do orçamento para as ações no segmento cultural

A institucionalização do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) foi destacada na Assembleia de Livro e Leitura, ocorrida na manhã desta quinta-feira, 28 de janeiro, na Biblioteca Pública Municipal João Palma da Silva, em Canoas, no Rio Grande do Sul. A atividade integrou um dos 230 debates promovidos naquela cidade gaúcha como parte da programação do Fórum Social 10 Anos: Grande Porto Alegre.

Para o diretor de Livro, Leitura e Literatura da Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura (SAI/MinC), Fabiano dos Santos Piuba, “a elaboração do PNLL proporcionou um discurso mais qualificado em torno do tema, o que gerou aumento expressivo no orçamento do Programa Mais Cultura direcionado às ações de livro e leitura, passando de R$ 6 milhões, em 2003, para mais de R$ 90 milhões, em 2009”.

O secretário de Cultura de Canoas e ex-coordenador de Livro e Leitura do MinC, Jefferson Assumção, ressaltou a importância de “assumirmos a tarefa de transformação do Brasil como uma sociedade leitora”. Segundo Assumção, a mudança já começou, “estamos aprendendo a trabalhar em rede, a conectar um livreiro com um bibliotecário, por exemplo”.

II CNC

A partir dos eixos que estruturam o PNLL – democratização do acesso; fomento à leitura e formação de mediadores; valorização da leitura e comunicação; e apoio à economia do livro – Piúba coordenou, em conjunto com representantes do segmento no Rio Grande do Sul e demais participantes do encontro, a elaboração das propostas que serão debatidas na Pré-Conferência Setorial de Livro e Leitura, atividade que antecede e integra a II Conferência Nacional de Cultura (II CNC), que acontecerá em Brasília, no mês de março.

Durante a Assembleia de Livro e Leitura – que contou, ainda, com a participação do secretário executivo do PNLL, professor José Castilho Marques Neto, e do diretor do Centro de Programas Integrados da Fundação Nacional de Artes (Funarte/MinC), Tadeu Di Pietro – também foram eleitos os três delegados que representarão o estado na etapa setorial.

Confira o anexo: Proposições de Livro, Leitura e Literatura – Rio Grande do Sul.

(SAI/MinC)


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Nordeste debate políticas públicas

Estados da região apresentam propostas na área do livro, leitura e literatura

Educadores, livreiros, contadores de estórias, escritores, editores e gestores da cultura de todos os estados nordestinos reuniram-se na última segunda-feira, 25 de janeiro, para debater políticas públicas para o livro, leitura e literatura. Os encontros foram realizados nas sedes do Banco do Nordeste (BNB) e preparatórios para a Pré-Conferência Setorial do Livro, Leitura e Literatura, a ser realizada em Brasília, no âmbito da II Conferência Nacional de Cultura.

O diretor do Livro, Leitura e Literatura da Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura, Fabiano dos Santos Piúba, coordenou os trabalhos de Fortaleza por meio de uma videoconferência.

Ele apresentou a evolução do marco legal na área, como a criação do Plano Nacional do Livro e da Leitura (PNLL) em 2006, e destacou as políticas do MinC para o fortalecimento do setor como a criação do Fundo Pró-Leitura e do Instituto Nacional do Livro, Leitura e Literatura.

“Ao contrário de outros setores da cultura, já estamos mais avançados, pois temos um Plano Nacional em processo de avaliação”, disse Piúba, ao destacar a necessidade de estados e municípios também formularem seus planos setoriais. Também apresentou os investimentos do MinC no setor, especialmente com a criação do Programa Mais Cultura, em 2007.

“Entre 2003 e 2008, investimos R$ 192 milhões em políticas públicas de incentivo à leitura e acesso ao livro, como a implantação e modernização de bibliotecas públicas em todo o país. O aporte de recursos saltou de R$ 6 milhões, em 2003, para R$ 92 milhões, em 2008, um crescimento de mais de 1.500% nos investimentos na área”, destacou.

Participação social – À tarde, cada estado formulou suas propostas – baseadas nos eixos temáticos da Conferência Nacional de Cultura para o setor – e elegeu três delegados e suplentes da sociedade civil para a Pré-Conferência setorial. Os governos estaduais também apontaram seus representantes, sendo um por estado.

Em Fortaleza, Mileide Flores foi eleita delegada representando a cadeia produtiva e Francílio Dourado, como suplente. Já na cadeia criativa, Almir Mota ficou como delegado e Luiza Helena Amorim na suplência. Para a Cadeia Mediadora, Kelsen Bravos da Silva foi eleito delegado e Silvia Maria de Paiva suplente.

“O encontro foi muito positivo. Tivemos a oportunidade de avaliar de uma forma muito transparente as ações de livro e leitura e identificamos quais eixos estão precisando de maior reforço, como por exemplo, o que abarca a geração de emprego e renda. Espero que este tema seja bastante discutido na II Conferência Nacional de Cultura, pois ele é quem dá sustentabilidade aos outros eixos”, destacou Silva.

A titular indicada pelo governo do Ceará foi Karine Alves David, com a suplência do coordenador estadual das Políticas do Livro e de Acervos, Raimundo Neto. O dirigente elogiou a iniciativa do MinC de envolver a sociedade civil na formulação de políticas públicas. “Essa tem sido nossa orientação. O diálogo fortalece a democracia, a transparência e legitima as políticas públicas”, disse Neto.

Piúba enfatizou, ainda, a importância da sociedade civil e dos governos priorizarem a agenda do livro, leitura e literatura. “A formação leitora é essencial para o desenvolvimento do Brasil”, apontou ao elogiar a qualidade das propostas apresentadas na assembléia estadual de Fortaleza.

Confira o anexo: Proposições de Livro, Leitura e Literatura – Ceará.

(SAI/MinC)


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Mais da metade das cidades brasileiras não oferecem atividades culturais gratuitas. Estudo do Ipea mostra que faltam teatros, bibliotecas e museus

Ullisses Campbell

São Paulo — Mais da metade dos municípios brasileiros não contam com qualquer programa de cultura bancado pelo poder público nem com instituições que ofereçam entretenimento de graça. O dado consta de levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Os dois estados mais ricos são justamente os que mais centralizam a oferta de cultura gratuita. Em Minas Gerais, 19% das cidades não têm estabelecimentos públicos para esse fim, enquanto em São Paulo, falta oferta em 10% dos municípios.

Em todo o país, 2.953 das 5.564 cidades, ou 53% do total, não têm instituição que ofereça diversão com recursos públicos. Ao detalhar o estudo, o Ipea descobriu, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que 82,6% dos municípios não têm museus. A maioria deles (37%) está no Nordeste. “Levar programa de cultura gratuito para a população que mora no interior é o grande desafio do próximo presidente do país”, ressalta Guilherme Monfrinato, professor de história da arte da Universidade de Campinas (Unicamp).

A pesquisa também revela que as atividades culturais estão mais próximas dos grandes centros. Os municípios com mais de 100 mil habitantes, por exemplo, que são apenas 4% do total, concentram 74% do consumo cultural do país. Outro dado preocupante é que apenas 10% da população frequenta bibliotecas assiduamente. Apesar disso, o Ipea aponta que a quantidade de municípios que não tinham biblioteca caiu de 19% em 1999 para 11% em 2006.

Segundo o presidente do Ipea, Márcio Pochmann, a obrigação de oferecer entretenimento cultural não é apenas do governo. “O setor privado pode fazer o que o Estado não faz. Mas o papel do poder público é crucial, principalmente para as populações de baixa renda, que não podem pagar, por exemplo, por ensino e saúde privados”, ressalta Pochmann. E conclui: “Há um descompasso muito grande entre avanço econômico e a vida urbana do século 21”.

Quando se fala especificamente de teatro, apenas 16% dos municípios brasileiros (905) têm espaços para espetáculos. Outras 967 cidades têm museus, o que corresponde a 17% do total. “A população aqui nunca viu uma peça de teatro”, diz o secretário de Educação do município de Anori (AM), Carlos Castro. A cidadezinha tem 13 mil habitantes e nenhum museu e cinema.

Educação
O estudo do Ipea, intitulado Presença do Estado no Brasil: Federação, suas unidades e municipalidades, mapeou também a participação dos governos na área da educação. Nesse setor, os pesquisadores descobriram que cerca de 971 mil habitantes não têm acesso direto ao ensino médio porque 46 municípios simplesmente não oferecem escolas desse tipo.

O município amapaense de Ferreira Gomes, com 5 mil habitantes, é um dos que não oferecem matrícula no ensino médio. Os alunos que completam o ensino fundamental são obrigados a seguir para a cidade mais próxima, Tartarugalzinho, caso queiram continuar os estudos. “A viagem de barco é demorada, dura 3 horas, e os alunos acabam desistindo”, diz Roberto Miranda, técnico da Secretaria Municipal de Educação de Ferreira Gomes.

De acordo com o levantamento do Ipea, apenas 2,8% dos municípios brasileiros têm estabelecimento público de ensino superior. Desses, 23,6% se localizam em São Paulo, o que demonstra grande concentração geográfica das universidades públicas. “O maior problema é que universidade virou fonte de lucro, apesar de a Constituição determinar que as escolas tenham que funcionar sem fins lucrativos. Como no interior o poder aquisitivo da população é baixo, os empresários do setor não têm interesse em expandir o ensino superior nos lugares mais distantes”, diz Cláudio Marinho, da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes).

Em outro estudo, o Ipea já havia constatado que apenas a metade dos jovens brasileiros de 15 a 17 anos frequenta o ensino médio na idade adequada e que 44% dos estudantes nessa faixa etária ainda não concluíram o ensino fundamental. O acesso ao ensino superior é ainda mais difícil. Apenas 13,6% dos jovens de 18 a 24 anos chegam a uma universidade. Dos que iniciam o ensino médio, apenas 30% conseguem completar essa etapa de ensino.

“O setor privado pode fazer o que o Estado não faz. Mas o papel do poder público é crucial, principalmente para as populações de baixa renda, que não podem pagar, por exemplo, por ensino e saúde privados”
Márcio Pochmann, presidente do Ipea

Sem entrar em campo
A pesquisa do Ipea descobriu também que 22% dos municípios brasileiros não têm quadras esportivas mantidas pelo poder público. E um programa considerado prioritário pelo governo federal tenta justamente combater a violência nas cidades abrindo as escolas que têm esse espaço para a comunidade durante o fim de semana. Em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belém, o projeto tem dado resultado positivo. No entanto, em 1.245 municípios, o programa não pode ser aplicado simplesmente porque não há espaço para práticas esportivas.

A maioria das cidades que não contam com quadras está no Norte e no Nordeste. Na cidade de Bennach, no Pará, as aulas de educação física são feitas na rua porque não existe espaço esportivo para as crianças. “O maior problema nem é a falta de espaço, pois a gente dá aula até de futebol num campinho aqui perto. A questão é que os professores não conseguem desenvolver o cronograma estabelecido pela Secretaria de Educação”, reclama o diretor da Escola Municipal Professora Santana Marques, João Rodrigues. (UC)

Poucos recursos

Cultura e educação
• 53%dos municípios brasileiros não têm instituição pública de cultura
• 82,6%não têm museus
• 11%não oferecem biblioteca
• 16%têm teatro
• 46municípios não oferecem ensino médio
• 2,8%têm estabelecimento público de ensino superior

(fonte:Correio Braziliense)


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Doação de Livro a bibliotecas municipais e comunitárias

LIVRO PARA BIBLIOTECAS

O SinBiesp em conjunto com o autor e a Cia. Das Letras, está doado à Bibliotecas Municipais e Comunitárias, exemplares do livro, Dom Álvar Núñez CABEZA DE VACA, do escritor Paulo Markun.

Os que tiverem interessados, solicitar através do e-mail sinbiesp@sinbiesp.org.br , informando o nome e endereço completos da Biblioteca.


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