quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

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Campanha doa 4 mil livros

Pontos de Leitura receberam doação de livros
Pontos de Leitura receberam doação de livros

Mais de 600 famílias distribuídas em 23 pontos de leitura de São Paulo serão beneficiadas com 4 mil livros, doados pelas editoras associadas ao Instituto Pró-Livro  para que possam estimular seus filhos a ler mais, lendo com eles e descobrindo o prazer advindo de uma boa leitura.

 Mas os pontos de leitura escolhidos vão além das famílias, o Projeto Leitura Ativa, por exemplo, levará parte das obras para três penitenciárias do Estado. Já a Associação Viva e Deixe Viver também levará a campanha e os kits para mães que tratam de seus filhos em  hospitais atendidos por eles.

A Campanha Mãe Lê Pra Mim? – que se encerrou na 21ª Bienal do Livro de São Paulo, no dia 22, surgiu a partir dos resultados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, promovida pelo Instituto Pró-Livro. A pesquisa revelou, entre outros dados importantes, que 73% das crianças têm em sua mãe a maior influência para criar o hábito da leitura.

Para ampliar a área de abrangência do “Mãe, lê pra mim?”, além de divulgação na mídia o IPL teve o apoio do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e do Ministério da Cultura. 

A luta pelo fomento da leitura é o foco constante do IPL, fundado em 2007 com a missão de contribuir para o desenvolvimento de ações voltadas a transformar o Brasil num país leitor.  O IPL já prepara a terceira edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil para aprofundar-se ainda mais nos hábitos de leitura dos brasileiros e poder avaliar as mudanças comportamentais no mundo da leitura nesse período. Os resultados serão divulgados em 2011.

Para os próximos meses está previsto o lançamento do curso de capacitação a distância e o início dos Fóruns e Oficinas Regionais “Mais Livro e Mais Leitura nos Estados e Municípios”, que terão o objetivo de mobilizar governos estaduais e municipais a considerar a importância de políticas públicas e das ações voltadas ao fomento à leitura e acesso ao livro.


Experiência brasileira em livro e leitura é próxima à mexicana

 

Especialistas do México apresentaram no III Fórum do Plano Nacional do Livro e Leitura ações desenvolvidas naquele país que lembram o Programa Mais Cultura

 

            As ações do México na área de livro e leitura são semelhantes as que o Programa Mais Cultura desenvolve no Brasil. Especialistas mexicanas apresentaram hoje (20 de agosto) no III Fórum do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) as políticas públicas para o setor. O PNLL foi instituído em 2006 pelos ministérios da Cultura e da Educação e é responsável pelas diretrizes das políticas para o setor, sendo parte das ações desenvolvidas pelo Programa Mais Cultura, do MinC.

            O México tem atualmente 7 mil bibliotecas em todo o país e, além de investir na criação destes espaços, têm promovido ações que visam a democratização do acesso ao livro e o incentivo à leitura. Mas, apesar disso, a diretora Geral de Publicações do Conselho Nacional de Cultura e Artes do México, Emília Pacheco, reconheceu a necessidade de se avançar ainda mais nas políticas públicas. “Precisamos vincular todos os atores da indústria da leitura para que, quando mude o governo, o programa continue”. A preocupação mexicana de institucionalização das políticas públicas é semelhante à brasileira.

            Desde 1995, o México tem o Programa Nacional de Salas de Leitura, que forma mediadores de leitura e cria espaços onde são desenvolvidas atividades como contação de histórias, entre outras. Os mediadores de leitura são voluntários que recebem capacitação gratuita do governo e um acervo inicial de 100 livros para a implantação das salas de leitura. Esta política mexicana lembra dois projetos desenvolvidos pelo Programa Mais Cultura: os Pontos de Leitura e os Agentes de Leitura. Os agentes brasileiros são jovens que recebem capacitação e uma bolsa para visitar famílias em suas comunidades e desenvolver ações de incentivo à leitura. Por sua vez, os Pontos de Leitura são locais onde o acesso ao livro é direto, com acervo de 650 livros, pufes e computador com internet.

            Socorro Venegas, diretora adjunta de Fomento à Leitura e ao Livro do Conselho Nacional de Cultura e Artes do México explica que este trabalho voluntário vira “missão de vida” para os agentes, que têm seu acervo renovado tanto por doações, quanto por programas dos governos do México ou de estados ou  cidades. Atualmente, o governo mexicano está fazendo uma grande consulta para a renovação do acervo, com novas doações. Hoje, segundo levantamento do programa, 38% dos frequentadores das salas de leitura são crianças e 34% são adolescentes. O acervo das salas englobam livros em braille e também em línguas indígenas, além de literatura.

            Além do Programa Nacional de Salas de Leitura, o México possui também um prêmio de fomento à leitura, que reconhece trabalhos de bibliotecárias e mediadores de leitura em todo o país – semelhante ao Prêmio VivaLeitura, criado pela Organização dos Estados Iberamericanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), MinC e MEC.

            Os participantes do Fórum tiveram a oportunidade também de conhecer um pouco da experiência do município de Nova Friburgo (RJ), o único no país a possuir uma secretaria de leitura, sob responsabilidade de Francisco Gregório Filho. Ele falou de quanto a comunidade local está envolvida com o projeto e de que a cidade está desenvolvendo seu Plano Municipal de Livro e Leitura (PMLL) e que criará um fundo específico para as ações deste plano.

            O III Fórum do PNLL termina amanhã (21 de agosto) com a apresentação de dois modelos de bibliotecas (que receberam aporte do MinC): a Biblioteca-parque de Manguinhos, no Rio de Janeiro, e a Biblioteca Estadual de São Paulo, na capital paulista.

A programação completa do encontro está no site: www.pnll.gov.br


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Experiências brasileiras de incentivo à leitura na Bienal de São Paulo

Durante evento literário na capital paulista ocorre o III Fórum Nacional do Plano Nacional do Livro e Leitura, que apresenta iniciativas da sociedade civil e de governos

            O III Fórum do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), que ocorre até sábado (21 de agosto) durante a 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, é uma oportunidade para se conhecer experiências de incentivo à leitura apoiadas pelo Programa Mais Cultura, além de outras da sociedade civil, inscritas no Mapa de Ações do PNLL. Até o momento, o plano mapeou mais de 900 iniciativas governamentais e da sociedade civil.

            As ações podem ser conferidas todos os dias, às 13h30 e às 18h. Hoje, o público conheceu um pouco do projeto “Borrachalioteca”, de Sabará (MG), vencedor do Prêmio VivaLeitura e do Concurso Pontos de Leitura – Edição Machado de Assis, do Ministério da Cultura. O projeto nasceu em 2002, em uma borracharia da cidade, com 70 livros. Hoje são 10 mil e quatro unidades em toda a cidade. Além de oferecer os livros para empréstimos, a Borrachalioteca também oferece contação de histórias, oficianis e abriga o grupo Arautos da Poesia.

            Outra iniciativa mapeada pelo PNLL é o projeto Ler é saber, que conta hoje com mais de 90 bibliotecas – em metrôs e creches, entre outros lugares – em 10 estados brasileiros. Amanhã, os participantes do fórum poderão conhecer também um pouco mais de Tricicloteca, projeto desenvolvido no Amazonas.

            O III Fórum Nacional do Livro e Leitura ocorre até 21 de agosto de 2010, em paralelo à 21ª.  Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no Anfiteatro Elis Regina, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo.

            O PNLL foi instituído em 2006 pelos ministérios da Cultura e da Educação e é responsável pelas diretrizes das políticas para o setor. A programação completa do encontro está no site: www.pnll.gov.br


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Modelo espanhol de livro e leitura é apresentado na Bienal de São Paulo

 

III Fórum Nacional do Plano Nacional do Livro e Leitura e o III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias reúnem especialistas estrangeiros e nacionais

O modelo espanhol de incentivo ao livro e leitura foi apresentado nesta quinta-feira no III Fórum do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias, que ocorre até sábado (21 de agosto) na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

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Experiências de incentivo à leitura, apoiadas pelo Programa Mais Cultura estão Bienal de São Paulo

Durante evento literário na capital paulista ocorre o III Fórum Nacional do Plano Nacional do Livro e Leitura e o III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias

 

O diretor de Livro, Leitura e Literatura do Ministério da Cultura, Fabiano dos Santos Piúba, abre amanhã (19 de agosto) o III Fórum do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias, organizado pelo MinC, Ministério da Educação e Governo do Estado de São Paulo. O encontro ocorre de 19 a 21 de agosto, na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Na ocasião serão apresentadas experiências de incentivo à leitura apoiadas pelo Programa Mais Cultura, além de outras da sociedade civil, inscritas no Mapa de Ações do PNLL.

O III Fórum Nacional do PNLL contará com a presença de especialistas do Brasil, México, Colômbia e Espanha. A palestra magna será de Maria Luisa Torán, da Espanha, que coordenou a implantação do plano integral para a promoção da leitura, entre 2005 e 2010., a partir das 11h de amanhã.

Após o almoço, os participantes do Fórum irão conhecer a Biblioteca de São Paulo (BPSP), na área da antiga Casa de Detenção do Carandiru. O Programa Mais Cultura investiu R$ 2,5 milhões na biblioteca, destinados à aquisição de 30 mil livros, além de outras mídias como CDs e DVDs. A acessibilidade é o ponto alto do novo espaço, que conta com mesas reguláveis, que se adaptam a qualquer tamanho de cadeira de rodas, folheadores automáticos de páginas para aqueles que perderam os movimentos das mãos, e também computadores adaptados.

A partir das 13h30, o público poderá conhecer um pouco mais das ações da sociedade civil e de iniciativas de governos municipais, estaduais e federal na área de livro e leitura. Todos os dias serão cinco iniciativas no início da tarde e outras cinco no final da tarde. Entre os projetos apresentados no Fórum e apoiados pelo Programa Mais Cultura está a Tricicloteca, iniciativa que ocorre no Amazonas.

O encontro contará ainda com a presença de Emília Pacheco, diretora Geral de Publicações do Conselho Nacional de Cultura e Artes do México, e Socorro Venegas, diretora adjunta de Fomento à Leitura e ao Livro do mesmo conselho, que irão apresentar, dia 20 às 16h, as políticas públicas de livro e leitura naquele país. A experiência colombiana é tema da mesa do dia 21, a partir das 10h, sob o comando de Gloria Palomino, diretora da biblioteca-piloto de Medellín, que coordena todas as ações na área naquela cidade.

 

O PNLL foi instituído em 2006 pelos ministérios da Cultura e da Educação e é responsável pelas diretrizes das políticas para o setor. Desde então, todos os anos, o plano tem um estante na bienal, onde apresenta as ações desenvolvidas tanto pelo governo quanto pela sociedade civil. No estande haverá contação de história, a exposição “Monteiro Lobato – a origem do seu mundo mágico”, entre outras atrações.

A programação completa do encontro está no site: www.pnll.gov.br

O III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias e o III Fórum Nacional do Livro e Leitura ocorrem de 19 a 21 de agosto de 2010, em paralelo à 21ª.  Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no Anfiteatro Elis Regina, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo.


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MinC vai apoiar leitura em presídios

Em encontro hoje no estande do PNLL, na 21ª Bienal do Livro de São Paulo, foi criado grupo de trabalho para implantar novo projeto

Especialistas em ações de estímulo à leitura em presídios foram debatidas hoje estande do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), na 21ª Bienal do Livro de São Paulo. No encontro foi proposta a criação de um Grupo de Trabalho para discutir a implantação do projeto da UNESCO: “Uma janela para o mundo”, em parceria com os ministérios da Cultura, Justiça, Educação e do Desenvolvimento Agrário. Recentemente, o Ministério da Cultura, através da Diretoria de Livro, Leitura e Literatura da Secretaria de Articulação Institucional, doou oito Pontos de Leitura a quatro penitenciárias federais.

As quatro penitenciárias federais – Porto Velho (RO), Mossoró (RN), Campo Grande (MS) e Catanduvas (PR) – começaram o trabalho de incentivo à leitura a partir da doação de acervo bibliográfico pelo projeto Arca das Letras, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Agora, a proposta é integrar os acervos doados pelo MinC e pelo MDA e, junto com os ministérios da Educação e da Justiça, desenvolver uma ação voltada para a formação de agentes de leitura nos presídios, ampliando os projetos hoje desenvolvidos nestes espaços. Juntos, os quatro presídios atendem a aproximadamente 500 apenados.

 ”O espaço do presídio tem de ser de busca de recuperação”, diz Thimoty Irleand, representante da Unesco no Brasil. Segundo ele, a ação conjunta dos ministérios, nas penitenciárias federais, pode ser um piloto a ser replicado em outras instituições prisionais e países.

Cada ponto de leitura doado pelo MinC é composto por um acervo de 650 obras – exemplares de literatura brasileira, estrangeira, infantil e juvenil, DVD’s, enciclopédias, entre outros – computador e impressora. Cada penitenciária recebeu dois pontos de leitura – um para uso dos apenados e outro para uso dos familiares, que poderão levar os livros para casa.

 

A programação completa do estande do PNLL encontra-se no site: www.pnll.gov.br

 


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Deslocando o eixo cultural



Articulação entre Câmara Brasileira do Livro e Câmara Cearense do Livro traz a 21ª Bienal Internacional onze editoras cearenses. Oportunidade de bons negócios, de difusão e de intercâmbio literário.

Neste ano, a Câmara Cearense do Livro em parceria com o Fórum de Literatura e Leitura do Ceará – FLLEC, desenvolve uma iniciativa pioneira no Estado: a inserção de  onze editoras cearenses na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, cuja 21ª edição acontece até o dia 22 de agosto, no Anhembi.
Promotora do evento, a Câmara Brasileira do Livro apoiou a presença das empresas cearenses, visando o intercâmbio das bibliodiversidades regionais, e articulou ainda a vinda da Câmara Baiana do Livro. As editoras Armazém da Cultura, Casa da Prosa, Casa do Conto, Conhecimento, IMEPH, Instituto Vida e Educação, Omni, Premius, Smile, Terra da Luz  e Tupynanquim são as empresas componentes da comitiva cearense. Em torno de quatro mil títulos entre livros de arte, infantil, cordel, juvenil e periódicos foram levados ao evento. 

 

A iniciativa vai de encontro às proposições do próprio Ministério da Cultura, que tem priorizado a democratização do acesso ao livro e a leitura e a difusão da bibliodiversidade do país. “O Brasil possui grandes riquezas literárias em cada um de seus Estados. Esses tesouros precisam ser encontrados, descobertos. A ida do Ceará a São Paulo objetiva isto: revelar nossa qualidade editorial e técnica, deslocar os eixos, como bem propõe o Plano Nacional do Livro e da Leitura”, explica Sandra Lima Rohl, presidente da Câmara Cearense do Livro. 

 

O Ceará já é reconhecidamente modelo para o Nordeste em termos de articulação política das cadeias criativa e produtiva do livro. Neste evento, o Estado se revela não apenas como exemplo de mercado consolidado, mas também de qualidade e rigor técnico. “Quem visitar nosso estande terá a oportunidade de conhecer um Ceará de excelentes produções”, convida Sandra Lima.

 

Sobre a CCL

A Câmara Cearense do Livro – CCL, com sete anos de atuação, foi fundada com o intuito de satisfazer, sobretudo, duas demandas crescentes no Ceará: articular o setor editorial e compreender o livro como produto não apenas cultural, mas econômico. Visando esses pilares, o editor Peter Röhl (reconhecido por sua larga atuação na indústria gráfica nacional) se reúne com importantes nomes do mercado cearense e funda a CCL em 2003. Desde então, a Câmara tem sido uma das grandes entusiastas da democratização do acesso ao livro e à leitura no Estado, participando inclusive das comissões organizadoras das bienais do livro no Ceará.


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Bienal do Livro de São Paulo discute experiências de leitura em presídios

 

Debate será no estande do PNLL, na próxima quarta-feira (18 de agosto).

 

            A prática de estímulo à leitura em penitenciárias federais é tema de debate no estande do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) amanhã (18 de agosto), a partir das 10h, na 21ª Bienal do Livro de São Paulo. . O debate pretende discutir formas de se dinamizar o uso de Pontos de Leituras doados recentemente pelo Ministério da Cultura, através da Diretoria de Livro, Leitura e Literatura da Secretaria de Articulação Institucional, e também apresentar o projeto da UNESCO: “Uma janela para o mundo”, que incentiva a instalação de bibliotecas no meio prisional em todo o mundo.

            As quatro penitenciárias federais – Porto Velho (RO), Mossoró (RN), Campo Grande (MS) e Catanduvas (PR) – demonstraram há algum tempo interesse de trabalhar ações de incentivo à leitura.  Para tanto, inicialmente foi feita a doação de acervo bibliográfico pelo projeto Arca das Letras, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), que varia de 800 a 3 mil livros, conforme a penitenciária. Na lista, obras de  literatura, saúde, direito, educação, auto-ajuda, biografias, arte, cultura, livros didáticos e gibis. Recentemente, o Ministério da Cultura firmou parceria com o Ministério da Justiça, da Educação e a Unesco para ampliar este projeto, doando Pontos de Leitura e futuramente, capacitando mediadores de leitura.

            O MinC doou oito pontos de leitura –– espécies de “minibibliotecas” em que o acesso ao livro é direto, em estantes baixas, com pufes para apreciação da obra no local. Cada ponto de leitura é composto por um acervo de 650 obras – exemplares de literatura brasileira, estrangeira, infantil e juvenil, DVD’s, enciclopédias, entre outros – computador e impressora. Cada penitenciária recebeu dois pontos de leitura – um para uso dos apenados e outro para uso dos familiares, que poderão levar os livros para casa.

            No debate de amanhã, a primeira palestra sobre o tema será de Timothy  Ireland, funcionário da representação da UNESCO no Brasil, que irá apresentar o projeto:“Oficinas de leitura “uma janela para o mundo”. Após, serão apresentadas as experiências das penitenciárias brasileiras.  A partir das 13h começa o debate sobre as práticas de leitura e de acesso ao livro voltadas a pessoas privadas de liberdade. A condução dos trabalhos será feita por representantes da Diretoria de Livro, Leitura e Literatura da Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura, pelo Plano Nacional de Livro e Leitura, Ministério da Justiça, Ministério da Educação, Arca das Letras do Ministério do Desenvolvimento Agrário, UNESCO e outros parceiros.

O debate sobre a questão do livro e leitura em presídios é apenas um dos diversos que ocorrerão no estande do PNLL, diariamente, sobre projetos de incentivo ao setor. Além disso, haverá ainda uma exposição em homenagem a Monteiro Lobato e, entre os dias 19 a 21 de agosto, o III Fórum do PNLL e III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias.

            A programação completa do estande do PNLL encontra-se no site: www.pnll.gov.br

“O QUE: Oficina de trabalho “Uma janela para o mundo”– Práticas de leitura e de acesso ao livro em penitenciárias federais”.

QUANDO: 18 de agosto de 2010 das 10h às 14:00h

ONDE: 21ª Bienal do Livro de São Paulo, no estande do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), av. 1 com a rua O.


Especialistas brasileiros e estrangeiros discutem ações de incentivo à leitura e projetos de bibliotecas na Bienal de São Paulo

 

Durante evento literário na capital paulista ocorre o III Fórum Nacional do Plano Nacional do Livro e Leitura e o III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias

 

            Especialistas do Brasil, México, Colômbia e Espanha estarão reunidos a partir do dia 19 de agosto na capital paulista para apresentar experiências de incentivo à leitura e de bibliotecas públicas e comunitárias. Como parte da programação da 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, ocorre de 19 a 21 de agosto o III Fórum do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias.

            O encontro deverá reunir 500 pessoas para compartilhar experiências de incentivo à leitura.  Na abertura, dia 19, às 11h, Maria Luisa Torán irá apresentar o pacto Andaluz para o livro. Ela coordenou a implantação do plano integral para a promoção da leitura, entre 2005 e 2010. Já Emília Pacheco, diretora Geral de Publicações do Conselho Nacional de Cultura e Artes do México, e Socorro Venegas, diretora adjunta de Fomento à Leitura e ao Livro do mesmo conselho, irão apresentar, dia 20 às 16h, as políticas públicas de livro e leitura naquele país. A experiência colombiana é tema da mesa do dia 21, a partir das 10h, sob o comando de Gloria Palomino, diretora da biblioteca-piloto de Medellín, que coordena todas as ações na área naquela cidade.

            Os dois eventos, que ocorrem de forma conjunta, terão ainda a apresentação de painéis de ações de livro e leitura de todo o país, sempre às 13h30 e às 18h. São experiências tanto da sociedade civil quanto de governos municipais e da iniciativa privada de incentivo ao livro e à leitura.

            No programa consta também debate sobre escritores e o desenvolvimento da leitura, com a presença de Moacir Scliar, Ronaldo Corrêa Brito, Ademir Assumpção e Joaquim Maria Botelho, sempre às 14h30.

            Durante o evento será apresentado ainda o 1º Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais, realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) a pedido do Ministério da Cultura (Minc). De acordo com o representante da FGV e um dos coordenadores da pesquisa, Carlos Augusto Costa, as bibliotecas são o caminho para o desenvolvimento social e o mapeamento delas permitirá o aperfeiçoamento das políticas para o setor.

O III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias e o III Fórum Nacional do Livro e Leitura ocorrem de 19 a 21 de agosto de 2010, em paralelo à 21ª.  Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no Anfiteatro Elis Regina, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo.

            O PNLL foi instituído em 2006 pelos ministérios da Cultura e da Educação e é responsável pelas diretrizes das políticas para o setor. Desde então, todos os anos, o plano tem um estante na bienal, onde apresenta as ações desenvolvidas tanto pelo governo quanto pela sociedade civil.  No estande haverá contação de história, a exposição “Monteiro Lobato – a origem do seu mundo mágico”, entre outras atrações.

A programação completa do encontro está no site: www.pnll.gov.br


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Estante do PNLL terá três palestras sobre a questão da acessibilidade na Bienal

democratização do acesso aos livros e a leitura é um dos eixos do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), instituído em 2006 pelos ministérios da Cultura e da Educação. Por conta disso, o estande do PNLL na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, a ser realizada de 12 a 22 de agosto na capital paulista, terá três debates sobre a questão da acessibilidade.

Os visitantes do estande poderão discutir a questão da acessibilidade e a democratização da cultura, conhecer a experiência da Biblioteca Braille Dorina Nowill, de Taguatinga (DF), e saber um pouco mais de como montar sites acessíveis.

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