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segunda-feira, 21 de maio de 2012

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Censo das Bibliotecas Públicas Municipais será divulgado na sexta-feira

Censo das Bibliotecas Públicas Municipais será divulgado na sexta-feira


Rodoviária ganha biblioteca no embarque

Bem Paraná-PR, em 23/04/2010

A Prefeitura lança hoje mais um programa de incentivo à Leitura, o Passagens Literárias. Todas as sextas-feiras à noite, passageiros que aguardam embarque na Rodoviária de Curitiba poderão emprestar livros de todos os gêneros, para todas as idades. A minibiblioteca é uma parceria entre a Prefeitura, por meio da Fundação Cultural e da Urbanização de Curitiba S/A (Urbs), a Fundação Sidônio Muralha e Ministério da Cultura.

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Literatura tenta se manter nos trilhos

Jornal do Brasil-RJ, Carolina Monteiro, em 02/04/2010 

Biblioteca gratuita do metrô Siqueira Campos foi fechada, mas a da Central terá patrocínio

Quem costuma passar pela Estação Siqueira Campos do metrô, em Copacabana, já deve ter percebido que a biblioteca Livros & Trilhos não está mais em funcionamento. O motivo é que a empresa Visanet não deu continuidade ao patrocínio das duas unidades da Livros & Trilhos no metrô do Rio. Segundo o Instituto Brasil Leitor (IBL), responsável pela gestão de ambas as bibliotecas, para a unidade da Estação Central, um novo patrocinador foi encontrado, o que evitará seu fechamento.

Como o estande de Copacabana não teve a mesma sorte, em fevereiro o serviço foi suspenso.

Os usuários da Livros & Trilhos da Siqueira Campos tiveram seus cadastros transferidos para a unidade da Estação Central. Em pouco mais de um ano – a biblioteca fora inaugurada em novembro de 2008 – 1.050 pessoas se associaram, e mais de 7.800 livros foram emprestados. Para quem ainda aproveita os livros disponibilizados gratuitamente na Estação Central, o fechamento do estande da Siqueira Campos é motivo de tristeza.

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Um caso de amor aos livros

 

O Estado de S.Paulo-SP, Rodrigo Levino, em 29/03/2010

Anna Duckworth, a mais antiga bibliotecária municipal em atividade, fala de sua experiência no Brasil e exterior

Anna Duckworth, de 61 anos, bibliotecária da rede municipal desde 1978 – a mais antiga em atividade – percebeu a mudança de foco nas bibliotecas brasileiras mais fortemente no início dos anos 2000. Durante o mestrado no Simmon”s College, em Boston, na década dos anos 90, e como estagiária de duas bibliotecas norte-americanas, ela já havia testemunhado a guinada fora do País.

Veja aqui a matéria completa.


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Encantados pela leitura

Correio Braziliense-DF, Caderno Cidades, por Mara Puljiz, em 25/03/2010

Professora concretiza um sonho de criança e cria, na Escola Classe 04 da Vila Buritis, uma sala de livros onde os estudantes praticam um exercício dos mais saudáveis: trabalhar com a imaginação

Tudo é muito divertido na salinha batizada de Mundo Encantado da Leitura. As mesas são revestidas de papel de bichinhos e as paredes receberam pintura colorida para receber os alunos. Ao fundo, destaca-se o desenho de Peter Pan e Sininho saindo de um livro. Um pouco mais abaixo, vem a mensagem: “Tenha pensamentos felizes”. É como se, ao entrar na sala, as crianças entrassem na própria história contada nos gibis e livros infantis. Pelas paredes, também não podiam faltar as poesias de Cecília Meireles. Aluna do 4ª ano, Sara dos Santos, 9 anos, se entusiasma com toda a decoração: “Acho aqui muito lindo. O tapete é bem macio”. A coleguinha Raviny Kaylen do Carmo, da mesma idade, emenda: “Tem também muitos desenhos e as tias ensinam para a gente um monte de brincadeiras”.

Cerca de 500 alunos de quatro a 10 anos frequentam a sala pelo menos uma vez por semana.

 

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Bibliotecário avança para o mundo digital

Estado de Minas – MG, Glória Tupinambás, em 12/03/2010

 

Livros, histórias, personagens reais e imaginários e uma paixão, sem ponto final, pela cultura. Os bibliotecários, profissionais dedicados a uma atividade recheada de pesquisa e conhecimento, comemoram hoje, no dia dedicado à categoria, uma conquista especial: a entrada definitiva no mundo das novas tecnologias. Os guardiões da informação celebram a data como um passo decisivo rumo ao universo da internet. E deixam, no passado, a imagem relacionada apenas à organização de prateleiras e estantes. Muito do conteúdo em circulação na rede mundial de computadores passa pelas mãos cuidadosas desses especialistas, cuja profissão foi regulamentada há quase 50 anos.

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Mais da metade das cidades brasileiras não oferecem atividades culturais gratuitas. Estudo do Ipea mostra que faltam teatros, bibliotecas e museus

Ullisses Campbell

São Paulo — Mais da metade dos municípios brasileiros não contam com qualquer programa de cultura bancado pelo poder público nem com instituições que ofereçam entretenimento de graça. O dado consta de levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Os dois estados mais ricos são justamente os que mais centralizam a oferta de cultura gratuita. Em Minas Gerais, 19% das cidades não têm estabelecimentos públicos para esse fim, enquanto em São Paulo, falta oferta em 10% dos municípios.

Em todo o país, 2.953 das 5.564 cidades, ou 53% do total, não têm instituição que ofereça diversão com recursos públicos. Ao detalhar o estudo, o Ipea descobriu, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que 82,6% dos municípios não têm museus. A maioria deles (37%) está no Nordeste. “Levar programa de cultura gratuito para a população que mora no interior é o grande desafio do próximo presidente do país”, ressalta Guilherme Monfrinato, professor de história da arte da Universidade de Campinas (Unicamp).

A pesquisa também revela que as atividades culturais estão mais próximas dos grandes centros. Os municípios com mais de 100 mil habitantes, por exemplo, que são apenas 4% do total, concentram 74% do consumo cultural do país. Outro dado preocupante é que apenas 10% da população frequenta bibliotecas assiduamente. Apesar disso, o Ipea aponta que a quantidade de municípios que não tinham biblioteca caiu de 19% em 1999 para 11% em 2006.

Segundo o presidente do Ipea, Márcio Pochmann, a obrigação de oferecer entretenimento cultural não é apenas do governo. “O setor privado pode fazer o que o Estado não faz. Mas o papel do poder público é crucial, principalmente para as populações de baixa renda, que não podem pagar, por exemplo, por ensino e saúde privados”, ressalta Pochmann. E conclui: “Há um descompasso muito grande entre avanço econômico e a vida urbana do século 21”.

Quando se fala especificamente de teatro, apenas 16% dos municípios brasileiros (905) têm espaços para espetáculos. Outras 967 cidades têm museus, o que corresponde a 17% do total. “A população aqui nunca viu uma peça de teatro”, diz o secretário de Educação do município de Anori (AM), Carlos Castro. A cidadezinha tem 13 mil habitantes e nenhum museu e cinema.

Educação
O estudo do Ipea, intitulado Presença do Estado no Brasil: Federação, suas unidades e municipalidades, mapeou também a participação dos governos na área da educação. Nesse setor, os pesquisadores descobriram que cerca de 971 mil habitantes não têm acesso direto ao ensino médio porque 46 municípios simplesmente não oferecem escolas desse tipo.

O município amapaense de Ferreira Gomes, com 5 mil habitantes, é um dos que não oferecem matrícula no ensino médio. Os alunos que completam o ensino fundamental são obrigados a seguir para a cidade mais próxima, Tartarugalzinho, caso queiram continuar os estudos. “A viagem de barco é demorada, dura 3 horas, e os alunos acabam desistindo”, diz Roberto Miranda, técnico da Secretaria Municipal de Educação de Ferreira Gomes.

De acordo com o levantamento do Ipea, apenas 2,8% dos municípios brasileiros têm estabelecimento público de ensino superior. Desses, 23,6% se localizam em São Paulo, o que demonstra grande concentração geográfica das universidades públicas. “O maior problema é que universidade virou fonte de lucro, apesar de a Constituição determinar que as escolas tenham que funcionar sem fins lucrativos. Como no interior o poder aquisitivo da população é baixo, os empresários do setor não têm interesse em expandir o ensino superior nos lugares mais distantes”, diz Cláudio Marinho, da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes).

Em outro estudo, o Ipea já havia constatado que apenas a metade dos jovens brasileiros de 15 a 17 anos frequenta o ensino médio na idade adequada e que 44% dos estudantes nessa faixa etária ainda não concluíram o ensino fundamental. O acesso ao ensino superior é ainda mais difícil. Apenas 13,6% dos jovens de 18 a 24 anos chegam a uma universidade. Dos que iniciam o ensino médio, apenas 30% conseguem completar essa etapa de ensino.

“O setor privado pode fazer o que o Estado não faz. Mas o papel do poder público é crucial, principalmente para as populações de baixa renda, que não podem pagar, por exemplo, por ensino e saúde privados”
Márcio Pochmann, presidente do Ipea

Sem entrar em campo
A pesquisa do Ipea descobriu também que 22% dos municípios brasileiros não têm quadras esportivas mantidas pelo poder público. E um programa considerado prioritário pelo governo federal tenta justamente combater a violência nas cidades abrindo as escolas que têm esse espaço para a comunidade durante o fim de semana. Em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belém, o projeto tem dado resultado positivo. No entanto, em 1.245 municípios, o programa não pode ser aplicado simplesmente porque não há espaço para práticas esportivas.

A maioria das cidades que não contam com quadras está no Norte e no Nordeste. Na cidade de Bennach, no Pará, as aulas de educação física são feitas na rua porque não existe espaço esportivo para as crianças. “O maior problema nem é a falta de espaço, pois a gente dá aula até de futebol num campinho aqui perto. A questão é que os professores não conseguem desenvolver o cronograma estabelecido pela Secretaria de Educação”, reclama o diretor da Escola Municipal Professora Santana Marques, João Rodrigues. (UC)

Poucos recursos

Cultura e educação
• 53%dos municípios brasileiros não têm instituição pública de cultura
• 82,6%não têm museus
• 11%não oferecem biblioteca
• 16%têm teatro
• 46municípios não oferecem ensino médio
• 2,8%têm estabelecimento público de ensino superior

(fonte:Correio Braziliense)


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Acessibilidade: Discurso e prática no cotidiano das Bibliotecas

Esta publicação é mais um resultado do trabalho iniciado em 1998 pela bibliotecária Deise Tallarico Pupo, que preparou e encaminhou o projeto do Laboratório de Acessibilidade-LAB para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo-FAPESP dentro do programa de infra-estrutura.
Em 2002 tivemos a feliz iniciativa de inaugurar o Laboratório de Acessibilidade na Biblioteca Central até então ainda não denominada Biblioteca Central Cesar Lattes-BCCL.
A estruturação do LAB, hoje existente, é fruto de uma parceria que, em 2002, foi possível de se concretizar com o apoio da Pró-reitoria de Graduação da Unicamp e o Centro de Pesquisa e Reabilitação da Unicamp- CEPRE.
Mais que uma simples parceria de órgãos da Universidade, a estruturação do LAB contou com a colaboração de alunos, bibliotecários e docentes que acreditaram na concretização desse trabalho.
Outras iniciativas na área de acessibilidade vieram e se agregaram ao LAB, como o Projeto de Pesquisa PROESP e mais recentemente o site TODOS NÓS.
Desde o início desse projeto de acessibilidade, sabíamos que seria uma aprendizagem e ainda muito temos que conhecer para podermos concretizar os projetos discutidos exaustivamente e que não são possíveis de serem concretizados de imediato.
No âmbito das Bibliotecas Universitárias, o trabalho realizado pelo LAB da BCCL hoje serve de exemplo pela aplicação das normas inclusivas e tecnologias assistivas, bem como pela oportunidade que este espaço está oferecendo aos alunos da Universidade que necessitam de um local adequado para exercerem os seus direitos à cidadania plena.
O LAB hoje vem servir, assim, não apenas a seus interessados diretos – a comunidade da Universidade – como também àqueles que dentro ou fora da Unicamp desejam informar-se sobre um trabalho de real inclusão social e digital que, em diversos aspectos, é hoje modelo no País.
Luiz Atilio Vicentini
Coordenador
Sistema de Bibliotecas
UNICAMP/2006

Leia na íntegra o livro Acessibilidade: Discurso e prática no cotidiano das Bibliotecas.


Manifesto Bibliotecário 2.0


Empréstimo de livros entre vizinhos incentiva a leitura na Asa Sul

No dia 27 de janeiro de 2009, o Correio Braziliense publicou a notícia de que os moradores da 211 Sul instituiram um sistema de empréstimo de livros entre os vizinhos do mesmo prédio.

O projeto Amigo do Livro está sendo implantado na 211 Sul com a ajuda de moradores. A proposta é simples: basta fazer uma lista com os livros dos moradores do prédio e organizar as trocas.

Leia na íntegra a matéria Empréstimo de livros entre vizinhos incentiva a leitura na Asa Sul