Ministério da Cultura - MinC


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Deputado fala sobre a nova Lei Rouanet

Entrevista com o deputado Odair Cunha (PT-MG), veiculada no Programa Palavra Aberta, TV Câmara, em 08/02/2010

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Nova Rouanet: 5 anos ou prazo indeterminado?

O Globo – RJ, Suzana Velasco, em 3/02/2010

Um ponto confuso do projeto que substitui a Lei Rouanet, enviado ao Congresso na última quinta-feira, vem causando divergências no meio cultural.

Produtores culturais temem que, ao revogar a Lei Rouanet, a nova lei seja automaticamente submetida à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2010, que determina, como as LDO dos últimos quatro anos, que toda lei de incentivo fiscal seja submetida a uma revisão a cada cinco anos. Essa medida seria contrária a um compromisso do ministro da Cultura, Juca Ferreira, que assegurou que a nova lei, como a Rouanet, seria válida por prazo indeterminado.

O ministro da Cultura interino, Alfredo Manevy, afirma que o compromisso foi mantido: – No projeto que enviamos para consulta pública, havia um artigo que submetia a lei à LDO. Agora retiramos esse artigo do projeto – afirma Manevy.

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MinC esclarece: Como afirmou o ministro da Cultura interino, o entendimento jurídico é que o mecanismo de renúncia fiscal é o mesmo da Lei Rouanet, anterior à LDO. A consultora jurídica do MinC, Maria Beatriz Salles, reitera o argumento. “Antes da consulta, havia um entendimento inicial de que a proposta de reforma da Rouanet tratava de novos mecanismos de renúncia, mas isso foi alterado no projeto de lei após a discussão pública.  O projeto que foi enviado ao Congresso reflete a compreensão de que houve um aperfeiçoamento do incentivo fiscal, criado em 1991, o que precede a LDO”.

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Teatro (Painel do Leitor)

Folha de S. Paulo – SP, em 03/02/2010

“Ao ler a reportagem “De pires na mão” (Ilustrada, 25/1), sobre o novo Programa Municipal de Fomento ao Teatro, que mostra as divergências da classe teatral, percebo a necessidade que temos de buscar novos fluxos para as produções paulistanas. Não podemos só suportar as criações através do poder público ou da conflitante Lei Rouanet.

São Paulo é a cidade que tem o maior número de peças em cartaz, dos mais diversificados estilos. Precisamos criar novas formas de captação não viciadas.

Que tal uma campanha para que pequenas e médias empresas adotem companhias de teatro, auxiliando suas produções, sem a tão problemática burocracia? Uma peça de teatro é infinitamente mais barata do que a produção de um longa metragem. Vida longa ao teatro de São Paulo.”

Mauricio Lencasttre, diretor da Cia. dos Insights (São Paulo, SP)

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Artigo: Política cultural e liberdades individuais

Folha de S. Paulo – SP, José Luiz Herencia*, Tendências e Debates, em 03/02/2010.

O MinC não acredita numa mudança da produção para o consumo, mas no investimento equilibrado em todo o sistema cultural

Em artigo publicado nesta Folha no último dia 20 (”Acesso à Cultura”), o coordenador de Fomento e Difusão da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, André Sturm, reproduz um diagnóstico produzido pelo próprio Ministério da Cultura.

Para o MinC, o acesso à produção cultural deve ser uma meta das políticas públicas para o setor. Como Sturm, reconhecemos que os governos federais adotaram como Política Cultural um único instrumento (que entendemos como parte dela) e transformaram a Lei Rouanet em uma espécie de monólogo da renúncia fiscal.

Leia artigo na íntegra.

* José Luiz Herencia é secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura.

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Enviado ao Congresso novo projeto da Lei Rouanet

Matéria veiculada na TV Câmara, em 01/02/2010

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Câmara analisa novo programa de incentivo à cultura

Agência Câmara, em 1/02/2010

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6722/10, do Poder Executivo, que cria o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura (Procultura) e revoga a legislação vigente sobre o assunto, como a Lei Rouanet (8.313/91). O objetivo principal é diversificar a captação de recursos destinados a Projetos Culturais em todo o País, beneficiando programas e locais que hoje não têm chance de receber essas verbas.

O Procultura será implementado, principalmente, por meio do Fundo Nacional da Cultura (FNC), já existente. Suas receitas incluirão dotações consignadas no orçamento anual, doações e auxílios de entidades de qualquer natureza, inclusive internacionais, entre outras fontes. Segundo o Projeto, serão destinados ao fundo pelo menos 40% das dotações do Ministério da Cultura.

O FNC financiará projetos culturais apresentados por pessoas físicas e jurídicas de direito público e privado, com ou sem fins lucrativos, que tenham por base a democratização do acesso à Cultura e o apoio à produção independente, entre outros critérios previamente aprovados pelo Ministério da Cultura.

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Ministro interino da Cultura, Alfredo Manevy, fala sobre a reforma da Lei Rouanet

O titular interino da Pasta concedeu entrevista ao NBR Notícias, da TV NBR, em 1/02/2010

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Fundo vai destinar mais dinheiro para a cultura no País

A Notícia – SC, em 01/02/2010

A nova Lei Rouanet, cujo texto foi assinado na semana passada pelo presidente Lula, prevê que o Fundo Nacional de Cultura (FNC) nunca poderá ter menos do que 40% do orçamento do Ministério da Cultura (MinC). Até hoje, o fundo – que permite o incentivo direto, sem que o produtor precise captar dinheiro no mercado – recebe valores irrisórios e aleatórios.

A maior parte dos recursos chega via renúncia fiscal – empresas adiantam o dinheiro aos produtores culturais, e depois são reembolsadas na hora de declarar o seu Imposto de Renda (IR).

Para organizar o repasse, foram criados nove fundos setoriais – Artes Visuais, Artes Cênicas, Música, Acesso e Diversidade, Patrimônio e Memória, Ações Transversais e Equalização, Audiovisual, Inovação do Audiovisual e Livro, Leitura, Literatura e Humanidades.

Leia aqui a matéria na íntegra.

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Chega à Câmara projeto da nova Lei Rouanet

Matéria veiculada na Rádio Câmara, em 01/02/2010

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Projeto de nova Rouanet sob polêmica

O Globo – RJ, Suzana Velasco, em 31/01/2010

Produtores culturais divergem sobre extinção da renúncia de 100% e criação do Fundo de Inovação Audiovisual

O projeto que substitui a Lei Rouanet foi enviado na última quinta-feira ao Congresso entre críticas e elogios dos produtores culturais. Apesar de, em geral, celebrarem a ampliação do investimento direto do Ministério da Cultura em projetos, por meio do Fundo Nacional de Cultura (FNC), os produtores, em sua maioria, lamentam a extinção da possibilidade de as empresas patrocinadoras terem 100% de renúncia fiscal. Outro ponto polêmico do Projeto é a criação de um novo fundo setorial que beneficiará o Cinema: além do já existente Fundo Audiovisual, será criado o Fundo de Inovação do Audiovisual, para beneficiar filmes de menor porte – medida elogiada por cineastas, mas duramente criticada por profissionais de outras áreas da Cultura.

Pela Lei Rouanet em vigor, criada em 1991 e regulamentada em 1994, os patrocinadores poderiam descontar de seu imposto de renda devido todo o dinheiro investido numa produção cultural. Mas, segundo o novo Projeto, só poderá haver renúncia fiscal de 40%, 60% ou 80%. A mudança exige que as empresas usem seu próprio dinheiro no patrocínio, o que, para alguns produtores, vai afugentar os financiadores.

Leia matéria na íntegra.

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