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	<title>Comentários sobre: Como participar da consulta</title>
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	<description>Propostas para alteração da Lei Rouanet</description>
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		<title>Por: carlos jose campestrini</title>
		<link>http://blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet/como-participar-da-consulta/comment-page-4/#comment-1891</link>
		<dc:creator>carlos jose campestrini</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 May 2010 19:28:57 +0000</pubDate>
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		<description>Boa tarde! Gostaria de saber do MinC como participo da lei, pois sou produtor de uma dupla sertaneja e
gostaria de saber como me enquadrar nessa lei.

Desde já, obrigado.

&lt;strong&gt;Resposta do MinC:&lt;/strong&gt; Caro, Carlos José! Cadastre seu projeto no SalicWeb. Veja como por meio do &lt;a href=&quot;http://www.cultura.gov.br/site/2009/06/25/tutorial-salic-web/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;tutorial&lt;/a&gt;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa tarde! Gostaria de saber do MinC como participo da lei, pois sou produtor de uma dupla sertaneja e<br />
gostaria de saber como me enquadrar nessa lei.</p>
<p>Desde já, obrigado.</p>
<p><strong>Resposta do MinC:</strong> Caro, Carlos José! Cadastre seu projeto no SalicWeb. Veja como por meio do <a href="http://www.cultura.gov.br/site/2009/06/25/tutorial-salic-web/" rel="nofollow">tutorial</a>.</p>
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		<title>Por: neiva maria kuspik</title>
		<link>http://blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet/como-participar-da-consulta/comment-page-4/#comment-1655</link>
		<dc:creator>neiva maria kuspik</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 20:06:49 +0000</pubDate>
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		<description>Ola, faço faculdade de direito em Canoas-RS, e fui uma das escolhidas para uma pesquisa cientifica  de tema&quot; Acesso a cultura como direito fundamental &quot; e o tema qu escolhi foi pra a minha pesquisa foi a Lei rouanet - lei de incentivo a cultura que foi prontamente aceita pelo meu professor, por iso gostaria que vcs meenviasse todo o material possivel que posso me ajudar nesta pesquisa meu e-mail ´neiva_kuspik@yahoo.com.br&quot;
Grat</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola, faço faculdade de direito em Canoas-RS, e fui uma das escolhidas para uma pesquisa cientifica  de tema&#8221; Acesso a cultura como direito fundamental &#8221; e o tema qu escolhi foi pra a minha pesquisa foi a Lei rouanet &#8211; lei de incentivo a cultura que foi prontamente aceita pelo meu professor, por iso gostaria que vcs meenviasse todo o material possivel que posso me ajudar nesta pesquisa meu e-mail ´neiva_kuspik@yahoo.com.br&#8221;<br />
Grat</p>
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	<item>
		<title>Por: Fernanda</title>
		<link>http://blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet/como-participar-da-consulta/comment-page-4/#comment-1639</link>
		<dc:creator>Fernanda</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 16:29:34 +0000</pubDate>
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		<description>OLÁ. NA MINHA OPINIÃO NÃI FICOU BEM CLARA OS RECURSOS REPASSADOS DA LEI ROUNET. POIS ATÉ ENTÃO, AS VERBAS QUE SERÃO REPASSADAS AOS CIDADÕES NÃO SERÃO ÚTEIS, POIS SEM SOMBRA DE DÚVIDAS IRÁ GERAR MAIS CRIMES.
ENFIM, CADA PESSOA TEM SEU COMENTÁRIO, MAS EU ACHO QUE COM ESSE DINHEIRO ELES DEVERIM APLICAR NAS ESCOLAS E LÁ INVESTIREM MAIS NA EDUCAÇÃO E QUALIFICANDO A CULTURA DOS ALUNOS.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OLÁ. NA MINHA OPINIÃO NÃI FICOU BEM CLARA OS RECURSOS REPASSADOS DA LEI ROUNET. POIS ATÉ ENTÃO, AS VERBAS QUE SERÃO REPASSADAS AOS CIDADÕES NÃO SERÃO ÚTEIS, POIS SEM SOMBRA DE DÚVIDAS IRÁ GERAR MAIS CRIMES.<br />
ENFIM, CADA PESSOA TEM SEU COMENTÁRIO, MAS EU ACHO QUE COM ESSE DINHEIRO ELES DEVERIM APLICAR NAS ESCOLAS E LÁ INVESTIREM MAIS NA EDUCAÇÃO E QUALIFICANDO A CULTURA DOS ALUNOS.</p>
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	<item>
		<title>Por: Diego Nogueira</title>
		<link>http://blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet/como-participar-da-consulta/comment-page-4/#comment-1625</link>
		<dc:creator>Diego Nogueira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 18:14:57 +0000</pubDate>
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		<description>Enquanto não existir uma ação responsável para extinção da captação de recursos em empresas, o governo deve se responsabilizar por ela, assim como uma secretaria de saúde administra seus recursos e repassa diretamente para seus projetos

Com o repasse direto, todos os projetos seriam plenamente viabilizados e as empresas não mais teriam autonomia para escolher com a sua falta de critério ou por critérios de amizade, quais projetos iriam &quot;financiar&quot; e muito menos poderiam escolher a modalidade patrocínio, pagando um valor insignificante e tendo o direito de exibir suas deformadas e antiestéticas logomarcas. 

Agora a empresa que quiser fazer publicidade que pague 100% de sua cota com recursos próprios, ou contrate uma empresa do ramo e assumo os custos

È bom lembrar que só de sonegação fiscal, muitas empresas já tem o bastante para financiar suas propagandas massificadoras, portanto é imoral que continuem utilizando impostos com interesses particulares 

A autonomia que hoje as empresas possuem para escolher seus projetos patrocinados é, no meu ponto de vista, a maior contradição desta política cultural brasileira

A maior prova desta imoralidade cultural são as empresas que financiam sua publicidade &quot;escondida&quot; atrás de projetos anticulturais que levam seu próprio nome e são construídos de acordo com os interesses de seu público alvo, este geralmente ignorante, e gerido por empresas de laranjas. 

Muitos projetos são prejudicados por essa burocracia infundamentada que é a captação junto as empresas, muita injustiça é fomentada e não cultura, é fomentado o degradante trabalho servil e operário.

Artistas não devem fazer a função de fiscais tributários e recursos culturais não devem ser utilizados como incentivo ao pagamento de impostos

Isentando os proponentes deste reacionário serviço, nossa cultura teria mais liberdade produtiva, mais tempo (ócio criativo) e foco para produzir o que realmente é artístico

Muito projetos são feitos com pressa por que os proponentes ficaram meses neste serviço descabido

Dr. Eleonora Barros Santa Rosa disse a seguinte frase 
 “A cultura não é a cereja do bolo”, justificando que ela movimentava um volume financeiro siginificativo

Concordo, mas a cultura não deve ser justificada somente por sua contribuição capitalista, porque justificar a cultura por seu papel econômico é reduzi-la e igualá-la a uma indústria

Portanto é hora de despertarmos e buscarmos uma maneira responsável de fomentar a arte e não de rebaixá-la a categoria de fiscalização tributária ou servilismo publicitário gratuito.

Portanto proponho a extinção da captação junto as empresas, e a criação de um Fundo Ùnico para Projetos Estritamente Culturais</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto não existir uma ação responsável para extinção da captação de recursos em empresas, o governo deve se responsabilizar por ela, assim como uma secretaria de saúde administra seus recursos e repassa diretamente para seus projetos</p>
<p>Com o repasse direto, todos os projetos seriam plenamente viabilizados e as empresas não mais teriam autonomia para escolher com a sua falta de critério ou por critérios de amizade, quais projetos iriam &#8220;financiar&#8221; e muito menos poderiam escolher a modalidade patrocínio, pagando um valor insignificante e tendo o direito de exibir suas deformadas e antiestéticas logomarcas. </p>
<p>Agora a empresa que quiser fazer publicidade que pague 100% de sua cota com recursos próprios, ou contrate uma empresa do ramo e assumo os custos</p>
<p>È bom lembrar que só de sonegação fiscal, muitas empresas já tem o bastante para financiar suas propagandas massificadoras, portanto é imoral que continuem utilizando impostos com interesses particulares </p>
<p>A autonomia que hoje as empresas possuem para escolher seus projetos patrocinados é, no meu ponto de vista, a maior contradição desta política cultural brasileira</p>
<p>A maior prova desta imoralidade cultural são as empresas que financiam sua publicidade &#8220;escondida&#8221; atrás de projetos anticulturais que levam seu próprio nome e são construídos de acordo com os interesses de seu público alvo, este geralmente ignorante, e gerido por empresas de laranjas. </p>
<p>Muitos projetos são prejudicados por essa burocracia infundamentada que é a captação junto as empresas, muita injustiça é fomentada e não cultura, é fomentado o degradante trabalho servil e operário.</p>
<p>Artistas não devem fazer a função de fiscais tributários e recursos culturais não devem ser utilizados como incentivo ao pagamento de impostos</p>
<p>Isentando os proponentes deste reacionário serviço, nossa cultura teria mais liberdade produtiva, mais tempo (ócio criativo) e foco para produzir o que realmente é artístico</p>
<p>Muito projetos são feitos com pressa por que os proponentes ficaram meses neste serviço descabido</p>
<p>Dr. Eleonora Barros Santa Rosa disse a seguinte frase<br />
 “A cultura não é a cereja do bolo”, justificando que ela movimentava um volume financeiro siginificativo</p>
<p>Concordo, mas a cultura não deve ser justificada somente por sua contribuição capitalista, porque justificar a cultura por seu papel econômico é reduzi-la e igualá-la a uma indústria</p>
<p>Portanto é hora de despertarmos e buscarmos uma maneira responsável de fomentar a arte e não de rebaixá-la a categoria de fiscalização tributária ou servilismo publicitário gratuito.</p>
<p>Portanto proponho a extinção da captação junto as empresas, e a criação de um Fundo Ùnico para Projetos Estritamente Culturais</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: sergio costa</title>
		<link>http://blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet/como-participar-da-consulta/comment-page-4/#comment-1619</link>
		<dc:creator>sergio costa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 21:32:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet/?p=692#comment-1619</guid>
		<description>ME DIGAM UMA COISA:  QUANDO EU BATER NA PORTA DE UM FUTURO PATROCINADOR, E EXPLICAR TUDO PRA ELE, POR ACASO O MIN DISPONIBILIZA ALGUM DOCUMENTO COMPROVANDO QUE SERÁ MESMO ABATIDO AQUELE VALOR DO IR DELE?A EMPRESA TEM QUE SE CADASTRAR EM ALGUM PORTAL DO MINC? COMO SE DÁ O ACORDO ENTRE PATROCINADOR, MINC E PATROCINADO?

&lt;strong&gt;Resposta do MinC:&lt;/strong&gt; Sergio, quando seu projeto é aprovado, ele sai no Diário Oficial da União. Isso é uma garantia, ao patrocinador, que ele poderá descontar o dinheiro do Imposto de Renda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ME DIGAM UMA COISA:  QUANDO EU BATER NA PORTA DE UM FUTURO PATROCINADOR, E EXPLICAR TUDO PRA ELE, POR ACASO O MIN DISPONIBILIZA ALGUM DOCUMENTO COMPROVANDO QUE SERÁ MESMO ABATIDO AQUELE VALOR DO IR DELE?A EMPRESA TEM QUE SE CADASTRAR EM ALGUM PORTAL DO MINC? COMO SE DÁ O ACORDO ENTRE PATROCINADOR, MINC E PATROCINADO?</p>
<p><strong>Resposta do MinC:</strong> Sergio, quando seu projeto é aprovado, ele sai no Diário Oficial da União. Isso é uma garantia, ao patrocinador, que ele poderá descontar o dinheiro do Imposto de Renda.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: sergio costa</title>
		<link>http://blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet/como-participar-da-consulta/comment-page-4/#comment-1614</link>
		<dc:creator>sergio costa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 12:06:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet/?p=692#comment-1614</guid>
		<description>Na verdade o que impossibilita nós baianos de conseguirmos patrocinios para nossos projetos é exclusivamente de falta de informação por parte do minc para as empresas.
O que sugiro, é que o minc elabore uam pequena cartilha explicando todos os detalhes dos abatimentos fiscais e o que de fato as empresas irão ganhar patrocinando cultura.Asiim, quando batermos a uma porta para pedi patrocinio, daremos a cartilha ao dono da empresa que entenderá o que realmente é a lei rouanet.Fica dificil fazer cultura em cidade pequenas onde as empresas não são de grande porte porque o que elas pagam de impostos é  muito pouco junto a necessidade do valor do projeto proposto.Se pelo meno so minc, criasse uma comissão de captadores, onde abriria inscrições para as empreas enteressadas em patrocinar cultura.Dessa forma, o min direcionaria os patrocinios das empresas de cada região para projetos aporvados na região, ou seja, projetos aprovados em itabuna seria patrocinado por empresas da bahia e exclusivamente do litoral sul e assim por diante.Analise bem minc essa proposta e vamos criar a comissão de captadores por região, dessa forma vai se acabar as injustiças e corrupções.

 &lt;strong&gt;RESPOSTA&lt;/strong&gt;, por &lt;a href=&quot;mailto:contate@minc.gov.br/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Contate@Cultura&lt;/a&gt;: Já temos esta informação no site. Veja aqui: http://www.cultura.gov.br/site/categoria/apoio-a-projetos/mecanismos-de-apoio-do-minc/lei-rouanet-mecanismos-de-apoio-do-minc-apoio-a-projetos/incentivo-fiscal/informacoes-gerais-incentivo-fiscal-lei-rouanet-mecanismos-de-apoio-do-minc-apoio-a-projetos-mecanismos-de-apoio-do-minc-apoio-a-projetos/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na verdade o que impossibilita nós baianos de conseguirmos patrocinios para nossos projetos é exclusivamente de falta de informação por parte do minc para as empresas.<br />
O que sugiro, é que o minc elabore uam pequena cartilha explicando todos os detalhes dos abatimentos fiscais e o que de fato as empresas irão ganhar patrocinando cultura.Asiim, quando batermos a uma porta para pedi patrocinio, daremos a cartilha ao dono da empresa que entenderá o que realmente é a lei rouanet.Fica dificil fazer cultura em cidade pequenas onde as empresas não são de grande porte porque o que elas pagam de impostos é  muito pouco junto a necessidade do valor do projeto proposto.Se pelo meno so minc, criasse uma comissão de captadores, onde abriria inscrições para as empreas enteressadas em patrocinar cultura.Dessa forma, o min direcionaria os patrocinios das empresas de cada região para projetos aporvados na região, ou seja, projetos aprovados em itabuna seria patrocinado por empresas da bahia e exclusivamente do litoral sul e assim por diante.Analise bem minc essa proposta e vamos criar a comissão de captadores por região, dessa forma vai se acabar as injustiças e corrupções.</p>
<p> <strong>RESPOSTA</strong>, por <a href="mailto:contate@minc.gov.br/" rel="nofollow">Contate@Cultura</a>: Já temos esta informação no site. Veja aqui: <a href="http://www.cultura.gov.br/site/categoria/apoio-a-projetos/mecanismos-de-apoio-do-minc/lei-rouanet-mecanismos-de-apoio-do-minc-apoio-a-projetos/incentivo-fiscal/informacoes-gerais-incentivo-fiscal-lei-rouanet-mecanismos-de-apoio-do-minc-apoio-a-projetos-mecanismos-de-apoio-do-minc-apoio-a-projetos/" rel="nofollow">http://www.cultura.gov.br/site/categoria/apoio-a-projetos/mecanismos-de-apoio-do-minc/lei-rouanet-mecanismos-de-apoio-do-minc-apoio-a-projetos/incentivo-fiscal/informacoes-gerais-incentivo-fiscal-lei-rouanet-mecanismos-de-apoio-do-minc-apoio-a-projetos-mecanismos-de-apoio-do-minc-apoio-a-projetos/</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Flávio Domingues</title>
		<link>http://blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet/como-participar-da-consulta/comment-page-4/#comment-1601</link>
		<dc:creator>Flávio Domingues</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 09:51:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet/?p=692#comment-1601</guid>
		<description>Acho um equivoco a Lei. Empresas do porte de Itaú, Votorantim, Gerdau e Santander não precisam de incentivo nos EUA, Espanha, Alemanha, para investir em cultura. Elas sabem o valor da cultura para a promoção dos seus negócios e por isso investem. A Lei prima pelo erro de não valorizar pequenas empresas. 100% de isenção para quem doar menos de R$ 50.000, sem nenhum limite quanto ao percentual de imposto que se deduz. Isso incluiria dezena de milhares de empresas nos processos de patrocínio e esqueceríamos essas grandes empresas que usam dinheiro público e parecem fazer favor propagandeando suas marcas. Ministro: VALORIZE AS PEQUENAS EMPRESAS. Essa é a fómula do Presidente Lula.

Isso também diluiria o valor do investimento em muitas empresas, permitindo que em cada canto deste país tenha um investidor.. até a padaria da esquina pode se beneficiar. Duas vantagens: qualquer pequeno produtor pode chegar na padaria da esquina. Pouquíssimos e privilegiados produtores chegam ao Itaú. Segunda vantagem: com valores baixos e possibilidade de captação em muitas empresas serião diminuidos os riscos nos processos de captação… isto é: Hoje poucas empresas doam muito… assim… muitas empresas doam pouco… OFERTA DE PATROCÍNIO MAIOR QUE DEMANDA DE PROJETOS. Melhor maneira para evitar distorções e problemas legais nas captações.

Além de tudo… quando falamos em INCENTIVO… não podemos considerar que um projeto pretenda receber a TÍTULO DE INCENTIVO mais de 1.000.000 de reais. Em qualquer tipo negócio que existe, há um lucro embutidos nas operações comerciais… e um projeto de 1 milhão, tem seus 10% de lucro… ou seja… chamar de incentivo uma lucratividade de R$ 100 mil beira ao ridículo. Por isso… LEI ROUANET SÓ PODE INCENTIVAR ABAIXO DE 1.000.000 – Depois disso, outros mecanismos de FINANCIAMENTO A JUROS BAIXOS devem ser incorporados ao sistema. NÃO PODE HAVER DOAÇÃO A FUNDO PERDIDO PELO GOVERNO DE MILHÕES DE REAIS. É preciso haver limites para o que é incentivo, o que é financiamento. Para que uma empresa participar do sistema com 10, 20 milhões? É melhor 1000, 2000 pequenas empresas participando com os mesmos 10, 20 milhões.

Resumindo:

Valor máximo de incentivo a 100%: R$ 1 milhão
Maior que isso: linha de crédito para financiamento

Qualquer empresa doa até 50.000 sem limite % sobre o imposto deduzido e sem limitação de lucro real.

Mais que 50.000 de doação: Escalonamento da isenção até chegar ao valor que não se pode mais investir e sempre com contrapartida proporcional ao valor investido para completar os 100% do valor do patrocínio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho um equivoco a Lei. Empresas do porte de Itaú, Votorantim, Gerdau e Santander não precisam de incentivo nos EUA, Espanha, Alemanha, para investir em cultura. Elas sabem o valor da cultura para a promoção dos seus negócios e por isso investem. A Lei prima pelo erro de não valorizar pequenas empresas. 100% de isenção para quem doar menos de R$ 50.000, sem nenhum limite quanto ao percentual de imposto que se deduz. Isso incluiria dezena de milhares de empresas nos processos de patrocínio e esqueceríamos essas grandes empresas que usam dinheiro público e parecem fazer favor propagandeando suas marcas. Ministro: VALORIZE AS PEQUENAS EMPRESAS. Essa é a fómula do Presidente Lula.</p>
<p>Isso também diluiria o valor do investimento em muitas empresas, permitindo que em cada canto deste país tenha um investidor.. até a padaria da esquina pode se beneficiar. Duas vantagens: qualquer pequeno produtor pode chegar na padaria da esquina. Pouquíssimos e privilegiados produtores chegam ao Itaú. Segunda vantagem: com valores baixos e possibilidade de captação em muitas empresas serião diminuidos os riscos nos processos de captação… isto é: Hoje poucas empresas doam muito… assim… muitas empresas doam pouco… OFERTA DE PATROCÍNIO MAIOR QUE DEMANDA DE PROJETOS. Melhor maneira para evitar distorções e problemas legais nas captações.</p>
<p>Além de tudo… quando falamos em INCENTIVO… não podemos considerar que um projeto pretenda receber a TÍTULO DE INCENTIVO mais de 1.000.000 de reais. Em qualquer tipo negócio que existe, há um lucro embutidos nas operações comerciais… e um projeto de 1 milhão, tem seus 10% de lucro… ou seja… chamar de incentivo uma lucratividade de R$ 100 mil beira ao ridículo. Por isso… LEI ROUANET SÓ PODE INCENTIVAR ABAIXO DE 1.000.000 – Depois disso, outros mecanismos de FINANCIAMENTO A JUROS BAIXOS devem ser incorporados ao sistema. NÃO PODE HAVER DOAÇÃO A FUNDO PERDIDO PELO GOVERNO DE MILHÕES DE REAIS. É preciso haver limites para o que é incentivo, o que é financiamento. Para que uma empresa participar do sistema com 10, 20 milhões? É melhor 1000, 2000 pequenas empresas participando com os mesmos 10, 20 milhões.</p>
<p>Resumindo:</p>
<p>Valor máximo de incentivo a 100%: R$ 1 milhão<br />
Maior que isso: linha de crédito para financiamento</p>
<p>Qualquer empresa doa até 50.000 sem limite % sobre o imposto deduzido e sem limitação de lucro real.</p>
<p>Mais que 50.000 de doação: Escalonamento da isenção até chegar ao valor que não se pode mais investir e sempre com contrapartida proporcional ao valor investido para completar os 100% do valor do patrocínio.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Francielle Bertapeli</title>
		<link>http://blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet/como-participar-da-consulta/comment-page-4/#comment-1420</link>
		<dc:creator>Francielle Bertapeli</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 17:15:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet/?p=692#comment-1420</guid>
		<description>Olá, gostaria de saber se para a formação de uma ONG cujo objetivo seja o funcionamento de uma escola de artes, há necessidade (dessa ONG ) ser cadastrada no Ministério da Cultura. Grata.

 &lt;strong&gt;RESPOSTA&lt;/strong&gt;, por &lt;a href=&quot;mailto:contate@minc.gov.br/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Contate@Cultura&lt;/a&gt;: Não. Só cadastramos as entidades ou pessoas que inscrevam seus projetos em Editais ou na Lei Rouanet.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, gostaria de saber se para a formação de uma ONG cujo objetivo seja o funcionamento de uma escola de artes, há necessidade (dessa ONG ) ser cadastrada no Ministério da Cultura. Grata.</p>
<p> <strong>RESPOSTA</strong>, por <a href="mailto:contate@minc.gov.br/" rel="nofollow">Contate@Cultura</a>: Não. Só cadastramos as entidades ou pessoas que inscrevam seus projetos em Editais ou na Lei Rouanet.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Waldo Motta</title>
		<link>http://blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet/como-participar-da-consulta/comment-page-4/#comment-1346</link>
		<dc:creator>Waldo Motta</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 07:45:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet/?p=692#comment-1346</guid>
		<description>Sinto-me na obrigação de informar que já cumpri o meu dever de contribuir para a reformulação da 
Lei Rouanet, mormente no tocante ao Fundo Setorial das Artes, em cuja lista deverá ser incluída a
Literatura, para atender o clamor do Movimento Literatura Urgente, e não apenas o Livro e a Leitura, que 
contemplará livreiros, e editores e toda a indústria do livro, mas não leva em conta a situação do escritor 
que necessita de apoio para a criação de suas obras. Entre as opiniões e sugestões que li aqui, não encontrei a que lhes enviei, reivindicando a inclusão da 
Literatura na lista do Fundo Setorial das Artes (com estímulo e fomento à pesquisa e à criação literária - poesia e prosa). Não é praga de bruxo, mas uma verdade óbvia e ululante: sem literatura e sem poesia, tudo irá de mal a pior, cada vez mais.

A minha atitude foi uma resposta ao apelo do poeta Ademir Assunção (SP), do Movimento Literatura Urgente. O texto que enviei ao MINC é o que seguinte:

Que é isso, gente? E a literatura, não merece ser uma das beneficiárias desse Fundo Setorial das Artes? Ou será que literatura não é arte? 

É preciso dinheiro para o fomento do processo da criação literária, dos circuitos alternativos de divulgação, debates, conquista de leitores, concessão de bolsas de pesquisa e produção literária. É preciso se preocupar mais com a produção literária, com as condições materiais dos produtores, e não apenas com o produto, a obra pronta, a mercadoria. É preciso acabar com esse vício capitalista de valorizar a obra e não o operário, de admirar a criação e menosprezar o criador. 

Abaixo, parte do texto do poeta Ademir Assunção:  

A nova lei cria o Fundo Setorial das Artes que inclui, repare bem, teatro, circo, dança, artes visuais e música. Reparou? Literatura não está incluída aí, como arte. Eu estou cansado de bater na mesma tecla. Estou também sem tempo (preciso batalhar minha própria sobrevivência). Mas sugiro que todos os escritores que ainda têm alguma consciência façam uma coisa simples: entrem no site no Minc, sigam ao link da consulta pública da nova lei e exijam que a literatura seja considerada como uma arte. Que ela saia do guarda-chuva “livro e leitura” e passe para o Fundo Setorial das Artes. Só assim, a criação literária poderá receber recursos públicos, justos, através de editais públicos, e não sob a (má) vontade de um gerente de marketing de uma grande empresa (que nunca está interessado num projeto literário).

Atenciosamente,

Waldo Motta - poeta, fundador do grupo Poiesis (ES).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sinto-me na obrigação de informar que já cumpri o meu dever de contribuir para a reformulação da<br />
Lei Rouanet, mormente no tocante ao Fundo Setorial das Artes, em cuja lista deverá ser incluída a<br />
Literatura, para atender o clamor do Movimento Literatura Urgente, e não apenas o Livro e a Leitura, que<br />
contemplará livreiros, e editores e toda a indústria do livro, mas não leva em conta a situação do escritor<br />
que necessita de apoio para a criação de suas obras. Entre as opiniões e sugestões que li aqui, não encontrei a que lhes enviei, reivindicando a inclusão da<br />
Literatura na lista do Fundo Setorial das Artes (com estímulo e fomento à pesquisa e à criação literária &#8211; poesia e prosa). Não é praga de bruxo, mas uma verdade óbvia e ululante: sem literatura e sem poesia, tudo irá de mal a pior, cada vez mais.</p>
<p>A minha atitude foi uma resposta ao apelo do poeta Ademir Assunção (SP), do Movimento Literatura Urgente. O texto que enviei ao MINC é o que seguinte:</p>
<p>Que é isso, gente? E a literatura, não merece ser uma das beneficiárias desse Fundo Setorial das Artes? Ou será que literatura não é arte? </p>
<p>É preciso dinheiro para o fomento do processo da criação literária, dos circuitos alternativos de divulgação, debates, conquista de leitores, concessão de bolsas de pesquisa e produção literária. É preciso se preocupar mais com a produção literária, com as condições materiais dos produtores, e não apenas com o produto, a obra pronta, a mercadoria. É preciso acabar com esse vício capitalista de valorizar a obra e não o operário, de admirar a criação e menosprezar o criador. </p>
<p>Abaixo, parte do texto do poeta Ademir Assunção:  </p>
<p>A nova lei cria o Fundo Setorial das Artes que inclui, repare bem, teatro, circo, dança, artes visuais e música. Reparou? Literatura não está incluída aí, como arte. Eu estou cansado de bater na mesma tecla. Estou também sem tempo (preciso batalhar minha própria sobrevivência). Mas sugiro que todos os escritores que ainda têm alguma consciência façam uma coisa simples: entrem no site no Minc, sigam ao link da consulta pública da nova lei e exijam que a literatura seja considerada como uma arte. Que ela saia do guarda-chuva “livro e leitura” e passe para o Fundo Setorial das Artes. Só assim, a criação literária poderá receber recursos públicos, justos, através de editais públicos, e não sob a (má) vontade de um gerente de marketing de uma grande empresa (que nunca está interessado num projeto literário).</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p>Waldo Motta &#8211; poeta, fundador do grupo Poiesis (ES).</p>
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		<title>Por: Reforma da Lei Rouanet &#171; Projeto Ágora Weblog</title>
		<link>http://blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet/como-participar-da-consulta/comment-page-4/#comment-1305</link>
		<dc:creator>Reforma da Lei Rouanet &#171; Projeto Ágora Weblog</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 18:06:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogs.cultura.gov.br/blogdarouanet/?p=692#comment-1305</guid>
		<description>[...] apresentação das mudanças nessa lei, o texto com as alterações da lei ficou disponível para consulta pública no site do Ministério da Cultura. Qualquer cidadão poderia contribuir com sugestões, bastando [...]</description>
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