O domingo pela vidraça me enquadra num quarto de hotel barato da Lapa carioca. Já passam das três da tarde, o burburinho das ruas segue sua rotina – homens e mulheres falando alto de dentro dos muitos bares abertos. Crianças brincando nas calçadas. Há pouco dei uma esticada até uma feirinha de arte misturada com legumes e deparei com o artista plástico e conterrâneo, Fernando Mendonça, numa das barracas armadas em frente ao Circo Voador. Falou-me do tambor de crioula que a colônia...
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