Transmissão ao vivo do Seminário da Diversidade Cultural – SP
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
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O Seminário da Diversidade Cultural – Entendendo a Convenção é uma iniciativa do Ministério da Cultura que, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural, participa desde o início da discussão e elaboração da Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, adotada pela Unesco em outubro de 2005. Este seminário integra o esforço do MinC de refletir democraticamente, junto com os gestores públicos e privados de cultura e com a sociedade em geral, sobre os temas que vêm sendo debatidos no âmbito do Comitê Governamental da Convenção, fórum que o Brasil integra, como membro reeleito.
Data: 17 e 18 de novembro de 2009
Local: Instituto Itaú Cultural, Avenida Paulista 149, São Paulo, SP
(próximo à estação Brigadeiro do metrô)
Parceria: Instituto Itaú Cultural e Observatório da Diversidade Cultural
Objetivos: Difundir o conteúdo e os objetivos da Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, especialmente junto aos gestores públicos e privados de cultura, em todos os níveis da Federação, para que todos os entes federativos se apropriem do seu conteúdo. Adotada pela Assembléia Geral da Unesco em outubro de 2005 e promulgada no Brasil em agosto de 2007, a Convenção tornou-se um documento jurídico essencial para as políticas públicas de cultura no país e nos outros 102 países que o adotaram até esta data.
| Dia 17 – terça-feira Manhã 9h – Abertura Américo Córdula, Secretário da Identidade e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura 10h – Mesa 1 – A Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais Ementa: Gênese, histórico de negociações, conceitos, objetivos e princípios diretores da Convenção da Diversidade Cultural, atualidades das negociações no Comitê Intergovernamental. Palestrantes: |
Tarde
14h30 – Mesa 2 – Proteger e Promover a Diversidade Cultural Ementa: Artigos 5, 6, 7 e 8 da Convenção, que tratam dos direitos e obrigações dos países que integram a Convenção, tais como as medidas que eles devem tomar para a promoção e para a proteção das expressões culturais. Como as políticas públicas de cultura e de educação no Brasil estão respondendo aos desafios da Convenção. Palestrantes: Relator: 17h30 – Café e programação cultural |
| Dia 18 – quarta-feira Manhã 9h – Mesa 3 – Diversidade Cultural e Sociedade Civil Ementa: Artigos 10 (Educação e Conscientização Pública) e 11 (Participação da Sociedade Civil). Como a educação e a sociedade civil podem participar da implementação da Convenção. Palestrantes: Relator: |
Tarde
14h – Mesa 4 – Diversidade Cultural e Desenvolvimento Ementa: Artigos 13 e 14, sobre a importância da diversidade cultural nas políticas de desenvolvimento e de desenvolvimento sustentável. Palestrantes: Relator: 17h30 – Café e programação Cultural |
Data: 5 de novembro de 2009
Categorias: Palestrantes, Seminário da Diversidade Cultural
O Seminário da Diversidade Cultural – Entendendo a Convenção é uma iniciativa do Ministério da Cultura que, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural, participa desde o início da discussão e elaboração da Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, adotada pela Unesco em outubro de 2005. Este seminário integra o esforço do MinC de refletir democraticamente, junto com os gestores públicos e privados de cultura e com a sociedade em geral, sobre os temas que vêm sendo debatidos no âmbito do Comitê Governamental da Convenção, fórum que o Brasil integra, como membro reeleito.
Data: 6 e 7 de novembro de 2009
Local: Centro Cultural José Octávio Guizzo da Fundação de Cultura do Mato Grosso do Sul – Campo Grande, MS
Parceria: Fundação de Cultura do Mato Grosso do Sul
Observatório da Diversidade Cultural
Objetivos: Difundir o conteúdo e os objetivos da Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, especialmente junto aos gestores públicos e privados de cultura, em todos os níveis da Federação, para que todos os entes federativos se apropriem do seu conteúdo. Adotada pela Assembléia Geral da Unesco em outubro de 2005 e promulgada no Brasil em agosto de 2007, a Convenção tornou-se um documento jurídico essencial para as políticas públicas de cultura no país e nos outros 98 países que o adotaram até esta data.
| Dia 06 -sexta-feira Manhã 9h – Abertura Américo Córdula, Secretário da Identidade e Diversidade Cultural 10h – Mesa 1 – A Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais Ementa: Gênese, histórico de negociações, conceitos, objetivos e princípios diretores da Convenção da Diversidade Cultural, atualidades das negociações no Comitê Intergovernamental. Palestrante: |
Tarde
14h30 – Mesa 2 – Proteger e Promover a Diversidade Cultural Ementa: Artigos 5, 6, 7 e 8 da Convenção, que tratam dos direitos e obrigações dos países que integram a Convenção, tais como as medidas que eles devem tomar para a promoção e para a proteção das expressões culturais. Como as políticas públicas de cultura e de educação no Brasil estão respondendo aos desafios da Convenção. Palestrantes: Relatora: 17h30 – Café e programação cultural, com a apresentação do Grupo Camalote |
| Dia 07 – sábado Manhã 9h – Mesa 3 – Diversidade Cultural e Sociedade Civil Ementa: Artigos 10 (Educação e Conscientização Pública) e 11 (Participação da Sociedade Civil). Como a educação e a sociedade civil podem participar da implementação da Convenção. Palestrantes: Relator: |
Tarde
14h – Mesa 4 – Diversidade Cultural e Desenvolvimento Ementa: Artigos 13 e 14, sobre a importância da diversidade cultural nas políticas de desenvolvimento e de desenvolvimento sustentável. Palestrantes:
17h30 – Café |
Data: 4 de outubro de 2009
Categorias: Palestrantes, Seminário da Diversidade Cultural
A Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais nos permite, como nunca antes aconteceu na história deste país, construir idéias e ações mais exatas sobre o tema. É um momento de reflexão, discussão e planejamento de ações.
Acredito que estas ações devem ser palpáveis, não aquelas mirabolantes ou de teor demasiado intelectual que acabam não saindo do papel ou, se saem, são inacessíveis do grande público. Neste sentido, parabenizo o MINC pelo prêmio de culturas populares e pelo seu formato, que consegue inserir e desburocratizar.
Necessitamos, além de clareza e objetividade, também sermos patrióticos e democráticos neste momento. Não podemos esquecer que cultura tem que ser vista como necessidade básica do homem e da sociedade a qual ele faz parte.
Muito me interessa falar sobre Diversidade Cultural, principalmente pelo exercício que nos propõe o assunto e sua abrangência.
Ao falarmos de Diversidade Cultural, dificilmente não falaremos de civilizações pretéritas, de economia e sociedade e ainda de globalização. Dificilmente não serei levado às lembranças da minha cidade natal, Brasília, e da cidade que atualmente escolhi para viver, Palmas – TO. Ambas com algo em comum: foram previamente elaboradas e suas construções foram realizadas por pessoas vindas de todas as partes do Brasil, ou seja, de situações culturais e sociais distintas. Eu mesmo sou fruto desta diversidade, pois sou filho de um capixaba com uma goiana.
Mas, vamos por partes! Comecemos pela globalização: o mundo, no meu entendimento, não é uma cidade global, mas antes um arquipélago planetário, onde a unidade não deve se fazer pela uniformidade, mas por uma gestão de homogeneidade. O mundo hoje é muito mais complexo que há décadas e, por conseqüência, a Diversidade Cultural é diariamente bombardeada, transformada e mudada pela intensidade de fluxos migratórios, pela rapidez da circulação das informações, o fim dos sistemas de filosofia de destruição… o mundo realmente é bem mais complexo e ágil nos tempos de hoje.
Toda esta facilidade de circulação de homens, idéias, produtos, ideologias e informações nos deixam em situação de vulnerabilidade. O Brasil se encontra muitas vezes nesta situação, de vulnerabilidade ideológica. Enfraquecido pela hegemonia cultural estrangeira, sobretudo a norteamericana, que nos é imposta pelo cinema, pelos modismos e pelos fast foods e refrigerantes (que oprimem nosso takaká, nossa pamonha, nosso biju…).
Por outro lado, não nos esqueçamos de que isto não é de forma alguma um problema exclusivo do Brasil, não diferente dos países emergentes ou pobres da Ásia, África e Américas Central e do Sul. A maior parte das sociedades ocidentais e orientais se confronta com problemas nascidos da heterogeneidade sociocultural. Cada uma dessas sociedades se mobiliza e reage de maneira diferente, segundo suas tradições históricas, religiosas, sociais e econômicas. Estas sociedades não deixam de ser reconduzidas às novas situações que acabam trazendo desconforto entre as tradições do passado e as novas metodologias do presente e do futuro, gerando assim um olhar preocupado do eu coletivo face à diversidade cultural que se manifesta: certa da importância da preservação das manifestações culturais pretéritas, como também seguras de que não poderão se esquivar das novas propostas e linguagens da contemporaneidade. Porém, acontece com muita freqüência esquecermos que tudo isso pertence de maneira igual a nós mesmos.
Nós, seres efêmeros, somos biologicamente únicos e carregamos nossa carga genética que assim determina que sejamos únicos. Porém, pertencemos a um grupo de seres vivos: a humanidade. Este grupo é determinado por certo número de características semelhantes e que nos distanciam de outros grupos de seres vivos. Temos uma capacidade intelectual que nos diferencia de qualquer outro ser vivo, nos proporcionando extraordinária condição de autonomia em relação aos seus determinantes biológicos, individuais ou coletivos.
O homem é um ser de cultura que, no sentido antropológico do termo, é “um conjunto complexo que inclui os saberes, as crenças, a arte, o direito, os costumes, assim como todas as maneiras e regras usadas pelo homem que vive em sociedade”. Este tipo de definição nos leva ao menos a duas conseqüências. De um lado, liga a dimensão de cultura à dimensão social do homem: implica as criações que operam o homem que vive em sociedade, e para que esta existência social se realize e se reproduza. Se cada individuo deve ter seu direito reconhecido de aceitar, recusar ou modificar sua herança cultural, então a cultura pertence a uma dimensão coletiva essencial. De outro lado, esta dimensão coletiva pode visar grupos de dimensões ainda fracos, grupos definidos a partir de critérios não menos diversos, coerentes e legítimos. Sob a reserva desta última condição, poderemos então falar de cultura, de direitos culturais e de diversidade cultural, que não deve pertencer a somente um grupo, mas sim à universalidade.
Eu poderia ainda completar dizendo que o universal não nasce somente das experiências particulares, mas das suas transformações interativas. A pluricultura deve conduzir ao intercultural.
Devemos, todos, apoiar e difundir a diversidade cultural que é, sem dúvida, uma das mais importantes marcas do nosso país.
Data: 3 de outubro de 2009
Categorias: Palestrantes, Seminário da Diversidade Cultural
O Ministério da Cultura desenvolve suas atividades à luz da Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, adotada pela Assembléia Geral em outubro de 2005, e promulgada no Brasil pelo Decreto-Lei 6.177, de agosto de 2007.
Tendo em vista a importância deste documento no âmbito das políticas públicas de cultura em todas as instâncias de governo – federal, estadual e municipal –, o MinC vem desenvolvendo, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural, um trabalho de divulgação da Convenção, para que seu conteúdo e seus objetivos sejam apreendidos por toda a sociedade brasileira, e especialmente pelos gestores públicos e privados de cultura.
Neste contexto, a Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural está promovendo uma série de seminários em diversas regiões do país, com o título Diversidade Cultural – entendendo a Convenção.
O primeiro Seminário foi realizado em Belo Horizonte, nos dias 03 e 04 de junho, com um público de 400 pessoas, e a presença de convidados de organismos internacionais, como a Unesco, a OEA, a Unctad, a OMC, a Universidade Americana de Paris, e a Rede Internacional para a Diversidade Cultural, além de organizações nacionais, como o Observatório da Diversidade Cultural, a Coalização Brasileira pela Diversidade Cultural, o Ministério das Relações Exteriores e diversas instituições e secretarias do Ministério da Cultura, como a Funarte, a Secretaria do Audiovisual, a Secretaria de Políticas Culturais e a Secretaria Executiva.
O segundo seminário foi realizado em Sousa, na Paraíba, reunindo gestores públicos e privados de cultura de toda a região do semi árido nordestino, incluindo cidades da Bahia, Ceará, Pernambuco e Rio Grande do Norte, além da Paraíba.
A terceira edição, voltada para os gestores de cultura da região Norte, aconteceu em Boa Vista, Roraima, nos dias 27 e 28 de agosto, e foi realizado em parceria com a Universidade Federal de Roraima.
O próximo seminário será na região Centro-Oeste e será realizado em Campo Grande, MS, nos dias 06 e 07 de novembro. Em seguida, a discussão sobre a diversidade cultural chegará a São Paulo, onde o seminário acontecerá na sede do Itaú Cultural, nos dias 17 e 18 de novembro.
Sr. Ministro João Luiz Silva Ferreira (Juca Ferreira),
aceite o texto desta humilde Gestora Cultural,
com carinho e admiração.
Zanny Adairalba
Um passo de cada vez!
O Seminário Diversidade Cultural, realizado em Boa Vista, Roraima, entre os dias 27 e 28 de agosto de 2009, no auditório Alexandre Borges (UFRR), foi um valoroso presente oferecido aos profissionais da cultura roraimense.
Dois dias que renderam muitos conhecimentos e que, certamente, fortaleceram a base de sustentação da cultura local.
Casa cheia, tribos das mais variadas, marcando presença, e uma equipe de palestrantes que, ao término do evento, deixou todos com aquele gostinho de “Quero mais!”.
Eu ouvia atentamente todos os relatos de experiências vividas nesse processo de construção de políticas culturais e, enquanto me perdia (ou me encontrava) nas palavras do Professor José Márcio Barros (Graduado em Ciências Sociais, Mestre em Antropologia Social e Doutor em Comunicação e Cultura), pensava: “Cada vez mais me convenço de que temos um longo caminho pela frente”.
Esta foi sem dúvida uma boa resposta, que agora compartilho com os amigos gestores, produtores e demais profissionais da cultura.
Talvez um passo curto, meio em falso. Talvez um lento, mas certeiro; talvez temeroso ou desajeitado, mais jamais incrédulo.
Um passo de cada vez. Já que nos encontramos no início desse longo caminho; já que não conhecemos tanto assim a estrada (apesar de senti-la em nós) e já que nos deparamos com essa mescla de sentimentos de euforia e inquietação, onde o primeiro justifica-se pelo envolvimento no processo de construção de uma política voltada para a cultura, e o segundo por se ter tanto a aprender… Tanto a conquistar.
“Um passo de cada vez” enquanto saboreamos, aos poucos, o gosto da vitória.
E que, como este (Seminário Diversidade Cultural), haja outros. E mais palestras, mais discussões e, cada vez mais, pessoas envolvidas nessa nobre causa. Para que as ideias e os sonhos não se percam. E se encaixem, um a um, até o momento em que os riscos de desabamento se dissolvam e a proteção e promoção da diversidade das expressões culturais seja um ato comum a todos os povos, a todas as nações.
Zanny Adairalba é gestora cultural, sócia fundadora do Coletivo Arteliteratura Caimbé, membro do Fórum Permanente de Cultura – RR / Coordenação de Mobilização, membro da equipe de Coordenação da Rede de Pontos de Cultura da Prefeitura de Boa Vista – RR do Programa Cultura Viva do MinC, compositora e poetisa.
PROGRAMAÇÃO REGIÃO NORTE
O Seminário da Diversidade Cultural – Entendendo a Convenção é uma iniciativa do Ministério da Cultura que, por meio da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural, participa desde o início da discussão e elaboração da Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, adotada pela Unesco em outubro de 2005. A realização do Seminário na Região Norte ocorre em Boa Vista/Roraima, com apoio da Regional Norte/MINC, em parceria com a Universidade Federal de Roraima (UFRR) e com o Observatório da Diversidade Cultural. Este seminário integra o esforço do MinC de refletir democraticamente, junto com os gestores públicos e privados de cultura e com a sociedade em geral, sobre os temas que vêm sendo debatidos no âmbito do Comitê Governamental da Convenção, fórum que o Brasil integra, como membro reeleito.
Data: 27 e 28 de agosto de 2009
Local: Auditório Alexandre Borges – Campus da Universidade Federal de Roraima (UFRR), Boa Vista
Realização: Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural e Universidade Federal de Roraima
Parceria: Observatório da Diversidade Cultural
Apoio: Casa Civil da Presidência da República
Objetivos: Difundir o conteúdo e os objetivos da Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, especialmente junto aos gestores públicos e privados de cultura, em todos os níveis da Federação, para que todos os entes federativos se apropriem do seu conteúdo. Adotada pela Assembléia Geral da Unesco em outubro de 2005 e promulgada no Brasil em agosto de 2007, a Convenção tornou-se um documento jurídico essencial para as políticas públicas de cultura no país e nos outros 98 países que o adotaram até esta data.
| Dia 27 – quinta-feira Tarde 14:00 horas – Abertura Américo Córdula, Secretário da Identidade e Diversidade Cultural 15:00 horas – Mesa 1 – A Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais Ementa: Gênese, histórico de negociações, conceitos, objetivos e princípios diretores da Convenção da Diversidade Cultural, atualidades das negociações no Comitê Intergovernamental. Palestrante: 17:30 horas – Pausa para o café 18:00 horas – Programação Cultural – Ritual Indígena Parixara |
Noite
18:30 horas – Mesa 2 – Proteger e Promover a Diversidade Cultural Ementa: Artigos 5, 6, 7 e 8 da Convenção, que tratam dos direitos e obrigações dos países que integram a Convenção, tais como as medidas que eles devem tomar para a promoção e para a proteção das expressões culturais. Como as políticas públicas de cultura no Brasil estão respondendo aos desafios da Convenção. Palestrantes: Relator: |
| Dia 28 – sexta-feira Tarde 14:00 horas – Mesa 3 – Diversidade Cultural e Desenvolvimento Palestrantes: Relatora: 17:30 horas – Café 18:00 horas – Programação Cultural – Grupos Ciranda do Thianguá e Cangaceiros do Thianguá |
Noite
18:30 horas – Mesa 4 – Diversidade Cultural e Sociedade Civil Ementa: Artigos 10 (Educação e Conscientização Pública) e 11 (Participação da Sociedade Civil). Como a educação e a sociedade civil podem contribuir da implementação da Convenção e para atingir seus objetivos. |
Data: 17 de agosto de 2009
Categorias: Palestrantes, Seminário da Diversidade Cultural
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