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ALEXANDRE BARBALHO
Licenciado em História pela Universidade Estadual do Ceará (1990), bacharel em Ciências Sociais (1993) e mestre em Sociologia (1997) pela Universidade Federal do Ceará, e doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia (2004). Atualmente cursa o doutorado em Sociologia na Universidade Federal do Ceará. É professor adjunto do curso de História e dos Programas de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Sociedade da Universidade Estadual do Ceará, e em Comunicação da UFC. É autor de diversas publicações, dentre elas: Relações entre Estado e cultura no Brasil (Unijuí, 1998); Cultura e imprensa alternativa (UECE, 2000); Lívio Xavier. Cultura e política (A Casa, 2003), A modernização da cultura (UFC, 2005), Textos Nômades: Política, cultura e mídia (CCBNB, 2008). É organizador da obra Políticas Culturais no Brasil (com Albino Rubim – UFBA, 2007). |
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AMÉRICO CÓRDULA
Ator e pesquisador em culturas populares, formado em Ciências da Computação pela Universidade Mackenzie de São Paulo. Foi coordenador do Fórum Permanente das Culturas Populares, que idealizou junto com o Ministério da Cultura o 1º Seminário Nacional de Políticas Públicas das Culturas Populares, realizado em Brasília em fevereiro de 2005. Atualmente, é o Secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultural, órgão responsável pela condução das políticas públicas para os eixos da diversidade cultural tais como: Culturas Populares, Culturas Indígenas, Cultura LGBT, Culturas Ciganas, Diversidade Etária, Saúde e Cultura (Deficientes, Transtorno Mental e Saúde do Trabalhador), Rede Cultural da Terra, e Pescadores Tradicionais. Faz parte da delegação brasileira No Comitê Intergovernamental da Convenção da Diversidade Cultural da UNESCO. |
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CARMEM LÉLIS
Historiadora, foi diretora da Casa do Carnaval, e publicou o livro “São João – Manifestação de Fé, Celebração da Alegria”. Atualmente é Gerente de Preservação do Patrimônio Cultural Imaterial da Fundação de Cultura da Cidade do Recife, e Coordenadora Geral do Registro do Frevo como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. |
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DANIEL MUNDURUKU
Daniel Monteiro Costa Munduruku é graduado em Filosofia pela Universidade Salesiana de Lorena (1989), tem licenciatura em História e Psicologia. Atualmente, Daniel é doutorando em Educação na Universidade de São Paulo. É autor de 36 livros que abordam a temática indígena e são voltados para o público infantil e juvenil e educadores. Várias de suas obras receberam prêmios no Brasil e no exterior. É Diretor Presidente do Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual – INBRAPI, organização não governamental voltada para a proteção dos conhecimentos tradicionais das aldeias. |
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LAÉRCIO FERREIRA FILHO
Professor de História da Rede Municipal de Ensino de Sousa, e Produtor Cultural com trabalhos nas áreas de teatro, música, literatura e audiovisual. É o Coordenador do Ponto de Cultura Caminhos de Acauã e membro da Acauã Produções Culturais. |
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ALICE MONTEIRO |
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GISELLE DUPIN
Graduada em Comunicação Social pela UFMG, com Especialização em Relações Internacionais (PUC/MG) e Master em Gestão Cultural (Paris Dauphine), é Coordenadora da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, e membro da delegação brasileira no Comitê Intergovernamental da Convenção. |
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ISABEL CRISTINA GUILLEN
Graduada em História pela Universidade de São Paulo (1981), mestre em História pela Universidade Estadual de Campinas (1991) e doutora em História pela Universidade Estadual de Campinas (1999), atualmente é professora adjunta da Universidade Federal de Pernambuco. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil, atuando principalmente nos seguintes temas: cultura popular, cultura afro-descendente, história da Amazônia, história dos movimentos migratórios. Desenvolve o projeto Formas de Expressão da Cultura Imaterial de Pernambuco, extenso levantamento documental da cultura imaterial de Pernambuco (inventário bibliográfico, fonográfico e iconográfico – fotografia e vídeos). |
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JOSÉ MÁRCIO PINTO DE MOURA BARROS
Graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais (1980), é Mestre em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (1992) e Doutor em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2003). Professor do Programa de Pós Graduação em Comunicação da PUC Minas, e do Curso de Ciências Sociais e Comunicação Social da PUC Minas. É professor e coordenador pedagógico dos cursos de especialização de Ensino e Pesquisa no campo da Arte, Cultura e Educação da Escola Guignard da Universidade do Estado de Minas Gerais, e do curso de especialização em Gestão Cultural na Universidade de Cuiabá. Atua na área da Antropologia Urbana e da Comunicação, com ênfase nas temáticas da identidade cultural, política cultural, cidade e cultura, gestão cultural, diversidade cultural, comunicação e cultura. É autor do livro “Comunicação e Cultura nas avenidas de contorno”, publicado pela Editora PUC Minas, e organizador da obra “Diversidade Cultural da proteção à promoção”, publicado pela Editora Autêntica. É o Coordenador do Observatório da Diversidade Cultural, entidade parceira do MinC na realização deste Seminário. |
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VERA SANTANA
Graduada em Estudos Sociais e História pela UFRN, e pós graduada em História Antiga e Medievel pela UFRJ, é professora e produtora cultural. Dirigiu o Programa de Animação Cultural idealizado pelo antropólogo Darcy Ribeiro, na Secretaria de Estado de Educação e Cultura do Rio de Janeiro. Coordenou diversos projetos do Departamento de Ação Comunitária da Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro, e em seguida dirigiu o Setor de Cultura e Desportos da Secretaria Municipal de Educação de Natal, RN. Fundou a ONG em Natal a Associação Companhia TerrAmar, da qual é membro do Colegiado de Gestão. Consultora para assuntos de educação, cultura e sociedade, é Coordenadora do Ponto de Cultura Conexão Felipe Camarão. |
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MARCOS ANDRÉ RODRIGUES DE CARVALHO
Músico e jongueiro, Marcos André é, atualmente, Coordenador de Diversidade Cultural da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro. Foi diretor da ONG Grupo Cultural Jongo da Serrinha, fundada em 2000 para aliar trabalho social e preservação do patrimônio histórico. É autor, entre outros, do texto “Escola de Jongo”, publicado no número 3 da Revista on-line de Etnomusicologia “Música & Cultura” e em “Música em Debate: perspectivas interdisciplinares” (Rio de Janeiro: Mauad X/FAPERJ, 2008.). |
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MÔNICA MONTEIRO
Analista em Ciência e Tecnologia da Fundação Joaquim Nabuco, Mestre em Administração e atual Coordenadora de Ações do Programa Mais Cultura, que integra a agenda social do Governo Federal.
Vai apresentar o Programa Mais Cultura – ação para o semiárido brasileiro
O Mais Cultura implanta várias ações do Ministério da Cultura, articulando algumas das políticas estruturadas a partir de 2003, e é desenvolvido a partir da cooperação federativa entre estados e Municípios. O programa vem reafirmar a importante contribuição que a política cultural confere à política social como um todo, por sua característica transversal e por sua capacidade de dialogar com os múltiplos contextos sociais brasileiros. |
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PAULO ANDRÉ MORAES PIRES
Pernambucano do Recife, é membro fundador e diretor da Associação Brasileira de Festivais Independentes, Conselheiro do Porto Digital e Co-produtor do Porto Musical, conferência internacional de música e tecnologia, que acontece no Recife desde 2005, em parceria com a Womex. É também Produtor de artistas nacionais e de turnês de artistas internacionais, e foi o criador, em 1993, do Festival Abril Pró Rock, um dos mais importantes festivais de música no Brasil. Foi curador musical de projetos como Pixinguinha (2007 e 2008), Feira Música Brasil (2007), Festival de Inverno de Garanhuns (PE), Festival Microfonia (Recife) e outros. |
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VINCENT CARELLI
Vincent Carelli, com mais de 30 anos de indigenismo, iniciou em 1987 o Projeto Vídeo nas Aldeias, que coloca o vídeo a serviço dos projetos políticos e culturais dos índios. Já produziu uma série de 16 documentários sobre os métodos e resultados deste trabalho. Em 1999, recebeu pelo Vídeo nas Aldeias o Prêmio UNESCO na 6ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico por seu respeito à diversidade cultural e à busca de relações de paz interétnicas. Em 2000, realizou a série “Índios no Brasil”, dez vídeos para a TV Escola do MEC. Em 2008, co-dirigiu “De volta à terra boa” com Mari Corrêa e dirigiu “Filmando Manã Bai”. Em janeiro de 2009, finalizou o longa-metragem “Corumbiara”, sobre sua trajetória junto aos índios isolados da Gleba Corumbiara, no sul de Rondônia. Atualmente, é coordenador da ONG Vídeo nas Aldeias em Olinda, e atua como formador de realizadores indígenas e como produtor de seus filmes. |
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