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AMÉRICO CÓRDULA
Ator e pesquisador em culturas populares, formado em Ciências da Computação pela Universidade Mackenzie de São Paulo. Foi coordenador do Fórum Permanente das Culturas Populares, que idealizou junto com o Ministério da Cultura o 1º Seminário Nacional de Políticas Públicas das Culturas Populares, realizado em Brasília em fevereiro de 2005. Atualmente, é o Secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultural, órgão responsável pela condução das políticas públicas para os eixos da diversidade cultural tais como: Culturas Populares, Culturas Indígenas, Cultura LGBT, Culturas Ciganas, Diversidade Etária, Saúde e Cultura (Deficientes, Transtorno Mental e Saúde do Trabalhador), Rede Cultural da Terra, e Pescadores Tradicionais. Faz parte da delegação brasileira no Comitê Intergovernamental da Convenção da Diversidade Cultural da UNESCO. |
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ANDRÉ STURM
Começou no cinema em 1984, aos 18 anos, como programador de cineclube. Desenvolve simultaneamente as atividades de direção, produção, exibição e, principalmente, distribuição de filmes de arte e clássicos do cinema, à frente da Pandora Filmes, que criou em 1989. Cineasta, já fez vários curtas metragens e os longas: Sonhos Tropicais, inspirado na vida do cientista Oswaldo Cruz, e Bodas de Papel. Por este conjunto de atividades, vem participando também da formatação de uma política cinematográfica para o cinema brasileiro. Já chefiou o departamento de programação da Cinemateca Brasileira, e presidiu o programa de exportação de filmes brasileiros criado pelo Sindicado da Indústria do Audiovisual do Estado de São Paulo. Atualmente, é coordenador da Unidade de Fomento e Difusão de Produção Cultural da Secretaria da Cultura de SP. |
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AZELENE INÁCIO KAINGANG
Socióloga Indígena, graduada pela PUC do Paraná, é Diretora do Warã Instituto Indígena Brasileiro, membro do Comitê Internacional para a implementação da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, membro do Comitê de Líderes Indígenas das Américas, Presidente do Caucus dos Povos Indígenas das Américas, representando a América do Sul, e Articuladora Indígena Brasileira junto ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas. Azelene é também a representante indígena brasileira no Grupo de Trabalho para a elaboração da Declaração Americana sobre os Direitos dos Povos Indígenas no âmbito da Organização dos Estados Americanos – OEA. Recebeu o Prêmio Nacional de Direitos Humanos em 2006, na Categoria Promoção dos Direitos Econômicos, Sociais, Culturais e Ambientais, e o Prêmio Antonieta de Barros de Defesa dos Direitos Humanos das Mulheres Indígenas, concedido pela Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina. |
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GISELLE DUPIN
Graduada em Comunicação Social pela UFMG, com Especialização em Relações Internacionais (PUC/MG) e Master em Gestão Cultural (Paris Dauphine), é Coordenadora da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, e membro da delegação brasileira no Comitê Intergovernamental da Convenção. |
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HAMILTON FARIA (Relator)
Mestrado em sociologia. Atuou intensamente em pesquisas de movimentos sociais. Escritor e poeta, possui seis livros publicados.
Trabalhou na fundação do Instituto Pólis, organização especializada em trabalhos voltados para as políticas públicas e para o fortalecimento da sociedade civil.
Desde 1995, participa do Fórum Intermunicipal de Cultura. |
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HIRTON FERNANDES
Mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia, desde 1979 trabalhou como ator e em diversas companhias. Idealizou e coordena na Bahia, desde 2001, o Laboratório de Investigação e Formação do Ator. Representante da Bahia na Câmara Setorial de Teatro, vinculada ao Ministério da Cultura, coordenou o Fórum Itinerante de Cultura que deu início, no âmbito da sociedade civil, à mobilização para a realização da 2ª Conferência Estadual de Cultura da Bahia. Já na gestão Jaques Wagner, como Diretor de Integração Regional, participou da coordenação e da consolidação do processo que culminou na IIª Conferência, após a mobilização dos 26 Territórios de Identidade da Bahia. Atualmente, é o Coordenador de Culturas Populares e Identitárias da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, que atende as comunidades indígenas e quilombolas. Coordenou o E-14, Encontro das Culturas dos Povos Indígenas da Bahia, o Encontro Baiano de Artesanato, Encontros de Culturas Populares em Territórios de Identidade da Bahia, e as Pré-Conferências Setoriais das Culturas Populares e das Culturas Indígenas. |
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JORGE ANTÔNIO DOS SANTOS
Diretor de Eventos da Comunidade dos Arturos de Contagem, Minas Gerais. Jorge exerce o ofício de operador de máquinas pesadas, e na comunidade é Capitão da Guarda de Moçambique da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário, coordenador do Grupo Arturos – Filhos de Zambi, e o responsável pela preparação para as apresentações das guardas em festas da Comunidade e de convidados. É responsável pelo agendamento e atendimento de visitas à comunidade, dos alunos de escolas públicas e particulares de Contagem e da Região Metropolitana de Belo Horizonte, além de outras cidades. Responde, também, pela organização da participação de membros da Comunidade em documentários para cinema e televisão, e ensaios fotográficos produzidos por diretores, fotógrafos e orientadores de teses. Jorge também é mestre-oficineiro de Percussão e confecção de tambores no Festival de Inverno nas cidades de Congonhas, Ouro Preto, Mariana, Bocaiúva, Ouro Fino, Igarapé e Belo Horizonte etc. |
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JOSÉ MÁRCIO PINTO DE MOURA BARROS
Graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais, é Mestre em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas e Doutor em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professor do Programa de Pós Graduação em Comunicação da PUC Minas, e do Curso de Ciências Sociais e Comunicação Social da PUC Minas. É professor e coordenador pedagógico dos cursos de especialização de Ensino e Pesquisa no campo da Arte, Cultura e Educação da Escola Guignard da Universidade do Estado de Minas Gerais, e do curso de especialização em Gestão Cultural na Universidade de Cuiabá. É autor do livro “Comunicação e Cultura nas avenidas de contorno”, publicado pela Editora PUC Minas, e organizador da obra “Diversidade Cultural da proteção à promoção”, publicado pela Editora Autêntica. É o Coordenador do Observatório da Diversidade Cultural, entidade parceira do MinC na realização deste Seminário. |
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JOÃO BAPTISTA PIMENTEL
Jornalista e produtor cultural, foi Secretário Municipal de Cultura e Diretor de Difusão Cultural de Rio Claro (SP), e Presidente da Federação de Cineclubes do Estado de São Paulo. Atualmente, é o Diretor de Articulação e Comunicações do Congresso Brasileiro de Cinema, e Secretário Geral do Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros, além de Membro do Conselho Consultivo da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura. Coordenador do Difusão Cineclube, é membro atuante de várias redes, com destaque para a Coalizão Brasileira pela Diversidade Cultural e a Rede Mundial de Artistas em Aliança. |
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JULIANA FLORY GONÇALVES DA MOTTA
Atriz formada pelo curso técnico do SENAC, coordenado por Lino Rojas, é membro do Instituto Pombas Urbanas desde 1994, tendo sido assistente de Coordenação de todos os projetos ali desenvolvidos, tais como o 1º Encontro Comunitário de Teatro Jovem da Cidade de São Paulo, e os projetos Arte em Construção: Semeando Asas na Comunidade (2008/09), Mapeamento e Diagnóstico Cultural para o Programa Fábricas de Cultura (2004/09), 5 Zonas de Grafitti, ganhador do Concurso de Apoio à Produção de Espetáculos Inéditos de Teatro promovido pelo Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura, e Canto das Letras, ganhador do prêmio Itaú-Unicef de Educação. |
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ALINE CÁCERES
Formada em Comunicação Social – Jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina, atua junto à Administração Pública desde 2003, quando ingressou como servidora da Prefeitura Municipal de São José do Rio Preto. Em 2005, tornou-se assistente administrativa da Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”. Em 2008, deu início a uma temporada de estudos na Universidade de Aveiro, em Portugal, na área de Teoria da Literatura. De volta ao Brasil, passou a integrar a equipe do Centro Cultural da Espanha em São Paulo e da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento – AECID, cumprindo o papel de apoio administrativo e assistente de Direção. |
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RENATA KATSUE YUBA
Filha caçula de Issamu Yuba, fundador da Comunidade agrícola Yuba, localizada em Mirandópolis, interior de São Paulo, e formada por cerca de sessenta nipo-brasileiros oriundos de vinte famílias. A filosofia da comunidade foi elaborada por Isamu Yuba (1906-1976), imigrante japonês que fundou a colônia em 1935. Na fazenda Yuba as crianças aprendem que cultivar a arte é tão importante quanto o trabalho na roça. Quando não estão cultivando a terra, os 70 moradores desta comunidade dedicam-se à dança, à música, ao teatro, à literatura e à pintura. Renata é escritora, autora do livro “Katsue e seus Contos”, e também Cantora Lírica e Artista Plástica. |
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ROSA ACEVEDO MARIN
Graduada em Sociologia pela Universidade Central de Venezuela, é Doutora em História e Civilização pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, na França. Especialista em desenvolvimento de áreas amazônicas, atualmente é professora do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da Universidade Federal do Pará e participa do Projeto Nova Cartografia Social dos Povos e Comunidades Tradicionais do Brasil. Executou por 15 anos um projeto de mapeamento de comunidades negras rurais no Pará, em parceria com a Coordenadora do NAEA, Edna Castro. |
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