sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

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Governo investirá em bibliotecas

Mogi News, em 05/01/2011

Ferraz de Vasconcelos, Mogi das Cruzes, Suzano e Guararema foram classificadas no programa do governo federal “Mais Cultura de Apoio a Bibliotecas Públicas 2010″, que prevê investimentos financeiros para ampliação de acervo e melhorias em mobília e equipamentos.A lista das cidades que podem ser beneficiadas foi divulgada no último dia 31. Ao todo, 835 inscrições foram registradas no programa e apenas 387 foram classificadas de acordo com a categoria em que se inscreveram.

A iniciativa prevê projetos de apoio às bibliotecas municipais e implantação de novas unidades em bairros, distritos ou zonas rurais. As quatro cidades da região devem receber um repasse do Ministério da Cultura. De acordo com a Assessoria de Imprensa do órgão, no momento as cidades ainda podem entrar com recurso, por isso não é possível afirmar quais municípios serão realmente contemplados, uma vez que a classificação ainda pode ser alterada.

Ferraz conquistou a maior pontuação entre as cidades da região, com 65 pontos e a 123º posição e já tem seu auxílio praticamente garantido. Em seguida está Suzano, com a 254º posição e 51 pontos; Guararema tem a 307º posição e 44 pontos; Mogi ocupa a 323º posição na classificação geral e soma 42 pontos. Nenhum município da região foi contemplado com uma nova biblioteca. (C.M.)


Municípios receberão recursos para bibliotecas

Gazeta Digital – MT, em 04/01/2011

O programa Mais Cultura de Apoio a Bibliotecas Públicas do Ministério da Cultura selecionou os municípios mato-grossenses de Juína, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Jaciara, Alto Taquari e Cotriguaçu para receberem repasse de recursos financeiros para investimento em projetos de apoio a bibliotecas municipais, de implantação de bibliotecas de bairro, distritais e/ou rurais e de apoio a bibliotecas acessíveis. Os gestores desses municípios têm 15 dias para se cadastrarem no Sistema de Convênio do governo federal.

Ao todo, 835 inscrições foram registradas no programa entre municípios e entidades educacionais. Destes, foram classificados 332 projetos de apoio a bibliotecas, 34 de implantação e 21 de apoio a bibliotecas acessíveis. Os municípios poderão receber mais de R$ 30 milhões para investimento nas bibliotecas públicas. Os recursos são destinados à compra de acervos, equipamentos e mobiliários, atividades de capacitação dos funcionários e programação e atendimento às pessoas portadoras de deficiências.

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Bibliotecas em terminais de ônibus ns capital paulista

Gazeta, Jornal da Gazeta, em 29/12/2010

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Maranhão terá bibliotecas municipais em todas as cidades

O Imparcial -MA, em 28/12/2010

A ação é resultado de pesquisa realizada em todos os estados brasileiros, em agosto deste ano, pela Fundação Getúlio Vargas.

Uma parceria entre a Secretaria de Estado de Cultura (Secma) do Maranhão ? por meio da direção da Biblioteca Pública Benedito Leite (BPBL) ? e a Fundação Biblioteca Nacional/Sistema Nacional de Biblioteca visa acabar com a defasagem de bibliotecas públicas no Maranhão. A técnica da Fundação, Célia Regina Costa Domingues, visitou sete municípios maranhenses que ainda não dispõem do espaço para leitura e pesquisa.

Ela conversou com os prefeitos e garantiu a instalação das bibliotecas, depois de efetuada a regulamentação da documentação exigida pelo Ministério da Cultura (MinC).A ação é resultado de pesquisa realizada em todos os estados brasileiros, em agosto deste ano, pela Fundação Getúlio Vargas, na qual foi apontado que sete municípios do Maranhão não dispunham de biblioteca.Nesta etapa, a Secretaria da Cultura e o Sistema Nacional de Bibliotecas estão agendando com as prefeituras para viabilizar a instalação, organização e treinamento de pessoal técnico.

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Biblioteca renovada

Zero Hora, em 28/12/2010

Fechada para visitação desde fevereiro de 2007, quando começaram as obras de restauração, a Biblioteca Pública do Estado completará 140 anos, em 2011, com a volta do público. A previsão é que, ainda no primeiro semestre, o prédio histórico seja parcialmente reaberto, para atividades culturais, como recitais.

Ontem, foi apresentada a segunda etapa do restauro, que custou R$ 2,5 milhões, financiados pelo BNDES por meio da Lei Rouanet. A conclusão das obras está prevista para 2012, totalizando um investimento de R$ 7 milhões. Com a presença do secretário de Estado da Cultura, Cézar Prestes, a diretora da Biblioteca Pública e coordenadora do Sistema Estadual de Bibliotecas, Morgana Marcon, mostrou a recuperação dos pisos de parquê originais, das aberturas (portas e janelas) e da fachada do prédio – que recebeu proteção contra pombos, como telas à frente dos bustos de mármore. Também foram renovadas a rede de comunicação e elétrica e instalados dutos para climatização. Os entrepisos (que ficam entre o parquê e o cimento), antes comprometidos por cupins, agora reforçam a estrutura. Entre os espaços renovados estão o Salão Mourisco, o Salão Egípcio e o salão que abriga o acervo, no segundo andar. A próxima parte da obra, que custará R$ 4,5 milhões, ainda em fase de captação, vai recuperar lustres, mobiliário, murais, escadarias, entre outros.

A primeira etapa da restauração do prédio da Avenida Riachuelo, que começou a ser construído em 1912, fez parte do Programa Monumenta, do Ministério da Cultura, com verba de R$ 465 mil. Desde o início das obras, parte do acervo está disponível para consulta do público na Casa de Cultura Mario Quintana.

A modernização da Biblioteca estará completa com um novo prédio, na esquina das ruas General Câmara e Andrade Neves, que funcionará como um anexo. O local também passará por uma reforma, que deve começar em 2011. Segundo Morgana, serão investidos R$ 2 milhões, por meio do Ministério da Cultura, além de uma contrapartida de R$ 600 mil do governo estadual.


Quando o e-book deixou de assustar

O Estado de S. Paulo, Caderno 2, em 27/12/2010

Vendas cresceram ao longo do ano nos EUA e, no BRASIL, editoras criaram uma distribuidora para conteúdo digital

Foi o ano do livro digital. Ao menos, na teoria – estatísticas divulgadas em novembro apontaram que apenas 7% dos adultos acostumados a utilizar a internet no mundo leram um livro digital. Mesmo assim, o mercado de venda dos chamados e-books deve fechar em US$ 966 milhões neste fim de ano. Até 2015, serão US$ 3 bilhões em vendas por ano.

“Há menos condenação e desalento agora”, atestou Peter Ginna, diretor da Bloomsbury Press, braço americano da britânica Bloomsbury. “A maioria dos editores teve grandes ganhos com livros eletrônicos neste ano, em detrimento de uma ligeira queda na venda das obras em papel.”

Os números foram realmente animadores. Em julho, a Amazon.com, uma das maiores livrarias virtuais do mundo, garantiu que já vendia mais livros digitais que em papel. Segundo dados da empresa, no segundo trimestre de 2010, para cada 100 livros impressos, a livraria vendeu 143 livros digitais. O auge aconteceu em junho, quando foram vendidos 180 obras digitais para cada 100 impressos. A euforia, no entanto, é localizada, pois as cifras se referem ao mercado americano.

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Mercado de e-books ainda é tratado com cautela por editoras brasileiras

Diário Catarinense, em 26/12/2010

Distribuidora de Livros Digitais prevê um faturamento de R$ 12 milhões, mas só para 2011

Mesmo com os bons números registrados pelo mercado de e-books nos Estados Unidos, as editoras brasileiras ainda tratam este assunto com cautela. Enquanto no vizinho do Norte o mercado de venda destes aparelhos deve fechar em 966 milhões de dólares neste fim de ano, aqui, a Distribuidora de Livros Digitais (DLD), uma empresa de fornecimento de conteúdo específico para e-readers, prevê um faturamento de até R$ 12 milhões, mas só para 2011.

A DLD foi criada em junho deste ano com a união das editoras Objetiva, Record, Sextante, Intrínseca, Rocco e Planeta. Antes de ser criada, a empresa estudou no mercado norte-americano, questões como a pirataria, as restrições comerciais e o preço.

A cautela do mercado brasileiro é baseada em indicadores como uma pesquisa divulgada durante a Bienal do Livro em São Paulo, em agosto, que mostrou que 67% dos entrevistados não conheciam o e-book, os sócios da DLD – hoje sem a Intrínseca, que preferiu deixar a distribuidora – apostam em retornos modestos nos primeiros anos.

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Projeto “Leitura nas prisões” chegará Campo Grande (MS)

Correio do Estado Online – MS, em 25/11/2010

(…) Campo Grande receberá a terceira capacitação entre os dias dias 2 e 3 de dezembro – a primeira ocorreu em Porto Velho (RO) – a segunda segue para Mossoró (RN), dias 2 e 3 de dezembro. A oficina será feira por consultores da Unesco, buscando sensibilizar detentos e agentes penitenciários para a importância da leitura. Um dos temas do encontro é a coletânea “O pequeno livro das grandes emoções”, elaborada pela própria Unesco especificamente para leitores adultos e jovens em formação. A equipe de tratamento penitenciário dará continuidade ao trabalho iniciado, tornando a atividade de capacitação permanente.

Cada ponto de leitura doado pelo MinC é composto por um acervo de 650 obras – exemplares de literatura brasileira, estrangeira, infantil e juvenil, DVD’s, enciclopédias, entre outros – computador e impressora. Além do acervo do Ministério da Cultura, as penitenciárias receberam também obras do programa de Bibliotecas Rurais “Arca das Letras”, do MDA. Os acervos foram ampliados com doações de familiares dos internos e por instituições parceiras, o que propiciou acesso a variados títulos e o interesse crescente da comunidade interna pela leitura.


Projeto Leitura nas Prisões chega à Penitenciária de Catanduvas

Tribuna do Brasil – DF, em 25/11/2010

Detentos e agentes da Penitenciária de Catanduvas (PR) começam a receber hoje (25) capacitação em leitura dentro do projeto Uma Janela Para o Mundo – Leitura nas Prisões, uma parceria dos ministérios da Cultura, Educação, Justiça, do Desenvolvimento Agrário, do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

O Ministério da Cultura (MinC), por meio do Programa Mais Cultura, investiu R$ 160 mil no projeto, com a doação de oito pontos de leitura nas quatro penitenciárias federais: Porto Velho (RO), Mossoró (RN), Campo Grande (MS) e Catanduvas (PR). Os presídios que receberam o acervo do MinC e o do Programa de Bibliotecas Rurais Arca das Letras, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, passam agora pela capacitação.


Governo destina R$ 99 milhões para incentivo à leitura em 2011

Contas Abertas, Milton Júnior, em 24/11/2010

No Dia Mundial do Livro, celebrado ontem (23), um dado interessante revela a boa intenção do governo em promover a leitura no Brasil. Isso porque a verba prevista em 2011 para o principal programa federal de incentivo à leitura será de R$ 99 milhões – 6% maior que a estimada no projeto de lei orçamentária para este ano. Trata-se do programa “Livro Aberto”, dos ministérios da Cultura (MinC) e Educação (MEC), que desde 2004 já desembolsou cerca de R$ 282 milhões (valores corrigidos) na instalação e na modernização de bibliotecas públicas, com a abertura de pontos de leitura e na distribuição de livros populares.

Dentre as principais ações realizadas pelo governo federal para estimular a leitura no país, está a modernização de bibliotecas públicas. Até o último dia 20, pouco mais de R$ 31 milhões tiveram este objetivo. Para o ano que vem, estão previstos mais R$ 39 milhões para modernizar os espaços existentes. Já para a instalação de novos espaços culturais de leitura, o governo gastou R$ 15,8 milhões desde o início do ano.Manter em funcionamento as bibliotecas públicas ficou em terceiro lugar em meio às principais ações desenvolvidas pelo MinC. Para o pagamento de despesas correntes, como segurança, limpeza, conservação, máquinas e equipamentos, impostos, serviços de utilidade pública, dentre outras atividades foram desembolsados R$ 10 milhões. Em 2011, a previsão é de que R$ 17,8 milhões garantam o funcionamento das bibliotecas.

Desde 2004, quando o “Livro Aberto” entrou de fato na agenda política nacional, o programa contabiliza R$ 282 milhões em gastos. Naquele ano, as despesas somaram R$ 16,7 milhões. Se comparado ao valor desembolsado em 2010 (R$ 70,9 milhões), é possível observar um nítido crescimento na verba destinada à literatura. A execução do programa, no entanto, não tem acompanhado a intenção do governo.

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