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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Lei prevê que bibliotecas de escolas sejam administradas por profissionais habilitados

Agência Brasil, Amanda Cieglinski, em 25/05/2010

Brasília – A lei publicada hoje (25) no Diário Oficial da União que obriga todas as escolas públicas e privadas a terem uma biblioteca também estabelece que o espaço deverá ser administrado por profissionais da área. Para a presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB), Nêmora Rodrigues, esse detalhe faz toda a diferença porque sem a organização adequada a biblioteca fica subutilizada.

Segundo o Censo Escolar de 2009, 28,2% das escolas públicas do país contam com bibliotecas, atendendo a 53% das matrículas da educação básica. “Nós tivemos muito trabalho para aprovar uma lei que deveria ser o óbvio: todas as bibliotecas deveriam ser aparelhadas e contar com profissionais habilitados”, ressalta Nêmora.

Leia aqui a matéria na íntegra.


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RSS dos comentários TrackBack 3 comentários

neilabaldi

em 31 de maio de 2010

Cara Elaine

Teu comentário deve ser enviado diretamente para o Conselho Federal de Biblioteconomia, no email: cfb@cfb.org.br

robson veiga

em 30 de maio de 2010

acredito que numa sala de leitura nas escolas, deve ter um profissional graduado, principalmente formado em letras, e que seja assíduo leitor, bem como, que tenha criatividade para elaborar projetos que incentivem o hábito da leitura não-obrigatória, uma leitura sem compromisso, prazerosa, só por deleite.
vejamos o meu caso, há dois anos estou lotado na sala de leitura da escola estadual de ensino médio dr dionísio bentes de carvalho em rondon do pará – no primeiro ano, chegamos acanhadamente a 385 leituras, pulando no ano seguinte para 1200 leituras não-obrigatórias, e neste ano temos por meta chegar a 1500 leituras, tudo isso através do projeto educacional “uma viagem ao mundo mágico das letras”, ou seja, eu tenho 26 anos de experiência em sala de aula, atuando em redação, literatura e língua portuguesa, com formação em letras, além disso, adoro ler, e sem falsa modéstia, tem criatividade em elaborar projetos em torno da área literária.
então, não é simplesmente colocar um profissional burocrático na sala de leitura numa escola, há os diferenciais, entre um biblioteca pública municipal para uma biblioteca escolar.
antes de tudo, deverá se colocar na sala de leitura, alguém que ama a leitura, e que seja capaz de entrar numa sala de aula e expor a resenha oral ou escrita de um determinado livro a fim de que o estudante possa olhar com bons olhos o livro em questão, pois assim eu fiz em relação a vários livros para se chegar a tal quantidade de leituras acima referida, tomemos como exemplo o livro “a sombra do vento”, após a resenha em três salas do terceiro ano, 85% dos alunos queriam ler o romance, porém, só havia um exemplar, e este, era o meu, acabei emprestando, pois para mim, livros foram feitos para passar de mãos em mãos.

Elaine Tekla

em 28 de maio de 2010

Gostaria de dizer ao Presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia Sr. Nêmora Rodrigues que se realmente querem que em cada biblioteca escolar, pública e privada tenha um bibliotecário(a) que ofereçam cursos de Biblioteconomia EAD ou próximas a cidades do interior, pois existem profissionais capacitadíssimo em vários bibliotecas que trabalham há mais de 10 anos não tem diploma do curso por que não existe uma faculdade próxima para “estes funcionários” conseguirem o diploma.
Não basta somente ter faculdade , tem que ter no mínimo 2 anos experiência , conhecer o funcionamento de uma biblioteca.