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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Tag » 21ª Bienal do Livro de São Paulo

Experiência brasileira em livro e leitura é próxima à mexicana

 

Especialistas do México apresentaram no III Fórum do Plano Nacional do Livro e Leitura ações desenvolvidas naquele país que lembram o Programa Mais Cultura

 

            As ações do México na área de livro e leitura são semelhantes as que o Programa Mais Cultura desenvolve no Brasil. Especialistas mexicanas apresentaram hoje (20 de agosto) no III Fórum do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) as políticas públicas para o setor. O PNLL foi instituído em 2006 pelos ministérios da Cultura e da Educação e é responsável pelas diretrizes das políticas para o setor, sendo parte das ações desenvolvidas pelo Programa Mais Cultura, do MinC.

            O México tem atualmente 7 mil bibliotecas em todo o país e, além de investir na criação destes espaços, têm promovido ações que visam a democratização do acesso ao livro e o incentivo à leitura. Mas, apesar disso, a diretora Geral de Publicações do Conselho Nacional de Cultura e Artes do México, Emília Pacheco, reconheceu a necessidade de se avançar ainda mais nas políticas públicas. “Precisamos vincular todos os atores da indústria da leitura para que, quando mude o governo, o programa continue”. A preocupação mexicana de institucionalização das políticas públicas é semelhante à brasileira.

            Desde 1995, o México tem o Programa Nacional de Salas de Leitura, que forma mediadores de leitura e cria espaços onde são desenvolvidas atividades como contação de histórias, entre outras. Os mediadores de leitura são voluntários que recebem capacitação gratuita do governo e um acervo inicial de 100 livros para a implantação das salas de leitura. Esta política mexicana lembra dois projetos desenvolvidos pelo Programa Mais Cultura: os Pontos de Leitura e os Agentes de Leitura. Os agentes brasileiros são jovens que recebem capacitação e uma bolsa para visitar famílias em suas comunidades e desenvolver ações de incentivo à leitura. Por sua vez, os Pontos de Leitura são locais onde o acesso ao livro é direto, com acervo de 650 livros, pufes e computador com internet.

            Socorro Venegas, diretora adjunta de Fomento à Leitura e ao Livro do Conselho Nacional de Cultura e Artes do México explica que este trabalho voluntário vira “missão de vida” para os agentes, que têm seu acervo renovado tanto por doações, quanto por programas dos governos do México ou de estados ou  cidades. Atualmente, o governo mexicano está fazendo uma grande consulta para a renovação do acervo, com novas doações. Hoje, segundo levantamento do programa, 38% dos frequentadores das salas de leitura são crianças e 34% são adolescentes. O acervo das salas englobam livros em braille e também em línguas indígenas, além de literatura.

            Além do Programa Nacional de Salas de Leitura, o México possui também um prêmio de fomento à leitura, que reconhece trabalhos de bibliotecárias e mediadores de leitura em todo o país – semelhante ao Prêmio VivaLeitura, criado pela Organização dos Estados Iberamericanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), MinC e MEC.

            Os participantes do Fórum tiveram a oportunidade também de conhecer um pouco da experiência do município de Nova Friburgo (RJ), o único no país a possuir uma secretaria de leitura, sob responsabilidade de Francisco Gregório Filho. Ele falou de quanto a comunidade local está envolvida com o projeto e de que a cidade está desenvolvendo seu Plano Municipal de Livro e Leitura (PMLL) e que criará um fundo específico para as ações deste plano.

            O III Fórum do PNLL termina amanhã (21 de agosto) com a apresentação de dois modelos de bibliotecas (que receberam aporte do MinC): a Biblioteca-parque de Manguinhos, no Rio de Janeiro, e a Biblioteca Estadual de São Paulo, na capital paulista.

A programação completa do encontro está no site: www.pnll.gov.br


Modelo espanhol de livro e leitura é apresentado na Bienal de São Paulo

 

III Fórum Nacional do Plano Nacional do Livro e Leitura e o III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias reúnem especialistas estrangeiros e nacionais

O modelo espanhol de incentivo ao livro e leitura foi apresentado nesta quinta-feira no III Fórum do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias, que ocorre até sábado (21 de agosto) na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

O PNLL foi instituído em 2006 pelos ministérios da Cultura e da Educação e é responsável pelas diretrizes das políticas para o setor. Desde então, todos os anos, o plano tem um estante na bienal, onde apresenta as ações desenvolvidas tanto pelo governo quanto pela sociedade civil.

Na abertura, Maria Luisa Torán apresentou o pacto Andaluz para o livro. Ela coordenou a implantação do plano integral para a promoção da leitura, entre 2005 e 2010. A especialista apresentou alguns programas instituídos na região espanhola, entre eles, o “Bosque do Livros” e o “Fahrenheit 451?. 

Leia aqui a matéria completa.


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Experiências brasileiras de incentivo à leitura na Bienal de São Paulo

Durante evento literário na capital paulista ocorre o III Fórum Nacional do Plano Nacional do Livro e Leitura, que apresenta iniciativas da sociedade civil e de governos

            O III Fórum do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), que ocorre até sábado (21 de agosto) durante a 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, é uma oportunidade para se conhecer experiências de incentivo à leitura apoiadas pelo Programa Mais Cultura, além de outras da sociedade civil, inscritas no Mapa de Ações do PNLL. Até o momento, o plano mapeou mais de 900 iniciativas governamentais e da sociedade civil.

            As ações podem ser conferidas todos os dias, às 13h30 e às 18h. Hoje, o público conheceu um pouco do projeto “Borrachalioteca”, de Sabará (MG), vencedor do Prêmio VivaLeitura e do Concurso Pontos de Leitura – Edição Machado de Assis, do Ministério da Cultura. O projeto nasceu em 2002, em uma borracharia da cidade, com 70 livros. Hoje são 10 mil e quatro unidades em toda a cidade. Além de oferecer os livros para empréstimos, a Borrachalioteca também oferece contação de histórias, oficianis e abriga o grupo Arautos da Poesia.

            Outra iniciativa mapeada pelo PNLL é o projeto Ler é saber, que conta hoje com mais de 90 bibliotecas – em metrôs e creches, entre outros lugares – em 10 estados brasileiros. Amanhã, os participantes do fórum poderão conhecer também um pouco mais de Tricicloteca, projeto desenvolvido no Amazonas.

            O III Fórum Nacional do Livro e Leitura ocorre até 21 de agosto de 2010, em paralelo à 21ª.  Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no Anfiteatro Elis Regina, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo.

            O PNLL foi instituído em 2006 pelos ministérios da Cultura e da Educação e é responsável pelas diretrizes das políticas para o setor. A programação completa do encontro está no site: www.pnll.gov.br


MinC vai apoiar leitura em presídios

Criado grupo de trabalho para implantar novo projeto, que levará oito Pontos de Leitura a quatro instituições federais

Especialistas em ações de estímulo à leitura em presídios foram debatidas hoje estande do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), na 21ª Bienal do Livro de São Paulo.  No encontro foi proposta a criação de um Grupo de Trabalho para discutir a implantação do projeto da Unesco: “Uma janela para o mundo”, em parceria com os ministérios da Cultura, Justiça, Educação e do Desenvolvimento Agrário.

Recentemente, o Ministério da Cultura, por meio do Programa Mais Cultura, doou oito Pontos de Leitura a quatro penitenciárias federais.

 

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Bienal do Livro de São Paulo discute experiências de leitura em presídios

Debate será no estande do PNLL, na próxima quarta-feira (18 de agosto).

A prática de estímulo à leitura em penitenciárias federais é tema de debate no estande do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) hoje (18 de agosto), a partir das 10h, na 21ª Bienal do Livro de São Paulo. . O debate pretende discutir formas de se dinamizar o uso de Pontos de Leituras doados recentemente pelo Ministério da Cultura, através da Diretoria de Livro, Leitura e Literatura da Secretaria de Articulação Institucional, e também apresentar o projeto da UNESCO: “Uma janela para o mundo”, que incentiva a instalação de bibliotecas no meio prisional em todo o mundo.

            As quatro penitenciárias federais – Porto Velho (RO), Mossoró (RN), Campo Grande (MS) e Catanduvas (PR) – demonstraram há algum tempo interesse de trabalhar ações de incentivo à leitura.  Para tanto, inicialmente foi feita a doação de acervo bibliográfico pelo projeto Arca das Letras, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), que varia de 800 a 3 mil livros, conforme a penitenciária. Na lista, obras de  literatura, saúde, direito, educação, auto-ajuda, biografias, arte, cultura, livros didáticos e gibis. Recentemente, o Ministério da Cultura firmou parceria com o Ministério da Justiça, da Educação e a Unesco para ampliar este projeto, doando Pontos de Leitura e futuramente, capacitando mediadores de leitura.

            O MinC doou oito pontos de leitura –– espécies de “minibibliotecas” em que o acesso ao livro é direto, em estantes baixas, com pufes para apreciação da obra no local. Cada ponto de leitura é composto por um acervo de 650 obras – exemplares de literatura brasileira, estrangeira, infantil e juvenil, DVD’s, enciclopédias, entre outros – computador e impressora. Cada penitenciária recebeu dois pontos de leitura – um para uso dos apenados e outro para uso dos familiares, que poderão levar os livros para casa.

            No debate de amanhã, a primeira palestra sobre o tema será de Timothy  Ireland, funcionário da representação da UNESCO no Brasil, que irá apresentar o projeto:“Oficinas de leitura “uma janela para o mundo”. Após, serão apresentadas as experiências das penitenciárias brasileiras.  A partir das 13h começa o debate sobre as práticas de leitura e de acesso ao livro voltadas a pessoas privadas de liberdade. A condução dos trabalhos será feita por representantes da Diretoria de Livro, Leitura e Literatura da Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura, pelo Plano Nacional de Livro e Leitura, Ministério da Justiça, Ministério da Educação, Arca das Letras do Ministério do Desenvolvimento Agrário, UNESCO e outros parceiros.

O debate sobre a questão do livro e leitura em presídios é apenas um dos diversos que ocorrerão no estande do PNLL, diariamente, sobre projetos de incentivo ao setor. Além disso, haverá ainda uma exposição em homenagem a Monteiro Lobato e, entre os dias 19 a 21 de agosto, o III Fórum do PNLL e III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias.

            A programação completa do estande do PNLL encontra-se no site: www.pnll.gov.br

“O QUE: Oficina de trabalho “Uma janela para o mundo”– Práticas de leitura e de acesso ao livro em penitenciárias federais”.

QUANDO: 18 de agosto de 2010 das 10h às 14:00h

ONDE: 21ª Bienal do Livro de São Paulo, no estande do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), av. 1 com a rua O.


Estante do PNLL terá três palestras sobre a questão da acessibilidade

A democratização do acesso aos livros e a leitura é um dos eixos do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), instituído em 2006 pelos ministérios da Cultura e da Educação. Por conta disso, o estande do PNLL na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, a ser realizada de 12 a 22 de agosto na capital paulista, terá três debates sobre a questão da acessibilidade.

Os visitantes do estande poderão discutir a questão da acessibilidade e a democratização da cultura, conhecer a experiência da Biblioteca Braille Dorina Nowill, de Taguatinga (DF), e saber um pouco mais de como montar sites acessíveis.

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Ministério da Cultura terá estande na 21ª Bienal Internacional de São Paulo

Discussões sobre implantação de planos de livro e leitura e apresentação de projetos de incentivo à leitura na Bienal de São Paulo

Os ministérios da Cultura e da Educação participarão da 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que começa nesta quinta-feira, 12 de agosto, na capital paulista. Até o final do evento (dia 22), os dois ministérios estarão representados no estande do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL).

O Plano foi instituído em 2006 – pelo MinC e pelo MEC – e é responsável pelas diretrizes das políticas para o setor. Desde então, todos os anos, um estante é montado na Bienal, onde são apresentadas as ações desenvolvidas tanto pelo governo federal quanto pela sociedade civil.

Este ano, além da exposição Monteiro Lobato – a origem do seu mundo mágico, que ocorre diariamente das 10h às 22h, os visitantes poderão conferir, todos os dias, palestras e debates sobre projetos de incentivo ao livro e à leitura. Estão programados ainda, de 19 a 21 de agosto, o III Fórum do PNLL e o III Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias.

Também haverá horários programados para contação de histórias no projeto ‘Histórias em nossa(s) língua(s)’, das 11h às 18h. E, ainda, um espaço onde os visitantes poderão se sentar e se deliciarem com livros expostos no Ponto de Leitura – “minibiblioteca” – em que o acesso ao livro é direto, em estantes baixas e pufes.

Na programação do estande do PNLL haverá, ainda, debates sobre a implantação de planos municipais de livro e leitura, projetos de leitura, bibliotecas comunitárias e escolares, além de experiências de leitura para públicos segmentados.

A programação completa do estande do PNLL encontra-se no site: www.pnll.gov.br.


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