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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Tag » Biblioteca Nacional

Reserva do conhecimento brasileiro

Gazeta do Povo, em 4/12/2010

Com nove milhões de títulos, a instituição completa 200 anos, é a oitava do mundo e a maior da América Latina

O prédio da Biblioteca Nacional(BN), situado nas imediações da Cinelândia, no Centro do Rio de Janeiro, abriga dentro de suas dependências nove milhões de títulos. De obras literárias a ilustrações, de manuscritos a jornais e revistas, entre inúmeras publicações e documentos, a BN, além de ser a oitava maior biblioteca do mundo, e a maior da América Latina, é o local onde está preservada a memória da cultura e da civilização brasileiras.

Esse monumental acervo co­­meçou a ser formado quando d. João VI e a família real deixaram Portugal, devido à invasão do país pelas tropas de Napoleão Bonaparte. O dia 29 de outubro de 1810 é o marco zero da então Real Biblioteca, que veio com o rei e teve a sua primeira sede dentro do Hospital do Convento da Ordem Terceira do Carmo, na Rua Direita, atual 1.º de Março. O público passou a ter acesso ao conteúdo, inicialmente de 60 mil itens, apenas em 1814.

O presidente da BN, Muniz So­­dré, compara a biblioteca às palmeiras imperiais, que d. João VI plantou no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. “As palmeiras foram plantadas e aí estão. Já a Biblioteca Nacional, ele implantou, o acervo cresceu, se multiplicou e aqui está. Duas ‘sementes’, das palmeiras e da biblioteca, que frutificaram, ca­­da qual à sua maneira. Dois legados importantes”, diz Sodré, autor de 36 livros, professor da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e, como ele mesmo se apresenta, um leitor.

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Poesia é o tema de campanha de incentivo à leitura no Rio

Agência Brasil, em 4/11/10

A poesia é o tema da 18ª edição da campanha Paixão de Ler, considerada o maior evento de incentivo à leitura da cidade da capital fluminense e que será aberta na próxima sexta-feira (5). A estimativa é da presença de um público de 25 mil nos sete dias do evento. Elas poderão participar das mais de 100 manifestações literárias e artísticas da campanha, promovida anualmente pela Secretaria Municipal de Cultura do Rio.

Na estreia da poesia como tema da Paixão de Ler, o homenageado é o poeta Ferreira Gullar, agraciado este ano com o Prêmio Camões, pelo conjunto de sua obra. Ele estará presente na abertura do evento, às 19 horas de sexta-feira, no auditório da Biblioteca Nacional, participando de um bate-papo com o também poeta e acadêmico Antonio Carlos Secchin.

Além de bate-papos com escritores, a variada programação da campanha, toda gratuita, abrange a narração de histórias, intervenções poéticas, saraus, apresentações teatrais e troca-troca de livros. As atividades ocorrerão em centros culturais, bibliotecas, escolas públicas, parques, praças e até na orla marítima da cidade.

De acordo com a coordenadora de Livro e Leitura da secretaria e responsável pelo projeto Paixão de Ler, Leda Fonseca, a campanha é o coroamento de todo um trabalho de incentivo à leitura desenvolvido pelo órgão municipal, ao longo do ano. “Nós temos os projetos Ciranda de Histórias, que leva mensalmente contadores de histórias às bibliotecas públicas do município e Circuito Jovem de Leitura, em que escritores contemporâneos se encontram com crianças e jovens nas escolas da prefeitura”, disse.

O próximo sábado (6) será o dia de grande destaque do evento, com uma programação de poesia e música no Parque das Ruínas, em Santa Teresa. A agenda do dia termina com um recital, às 19 horas, da cantora Maria Bethânia. Ela vai declamar poemas de escritores de várias gerações, de Manuel Bandeira e Cecilia Meireles a Caetano Veloso.


Investimento em prédio e no acervo da instituição

Estado de S.Paulo, em 2/11/2010

No último dia 29, data em que a Fundação Biblioteca Nacional completou 200 anos de existência, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou seu maior aporte já feito na área cultural – o repasse para a instituição de R$ 31,7 milhões para recuperação dos prédios e manutenção do acervo. O anúncio foi feito em evento no prédio principal da FBN, na Rua México, no centro do Rio, com a presença do ministro da Cultura, Juca Ferreira.

O foco principal do investimento será o prédio anexo da FBN, localizado na Gamboa, zona portuária do Rio, e que será destinado à instalação da Hemeroteca Brasileira. O edifício receberá R$ 17,8 milhões do total repassado pelo BNDES, e abrigará acervo de periódicos que inclui cerca de 3,5 milhões de exemplares de jornais e revistas, com publicações desde o século 19.

“Estamos chegando a uma saturação de ocupação do prédio principal. Com a criação da hemeroteca, poderemos separar uma parte da coleção que está nesse prédio e abrir espaço para guardar em melhores condições o resto da coleção”, disse Juca Ferreira. Com acervo de mais de 9 milhões de itens, entre livros, mapas e outros documentos, a Biblioteca Nacional recebe a cada mês 7.500 novas obras, e o prédio principal está saturado para agregar ainda mais material.

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Biblioteca Nacional completa 200 anos

TV Brasil, Repórter Brasil/Noite, em 29/10/2010

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200 anos de história

Tribuna do Brasil, em 29/10/2010

E comemora com mostra especial das raridades de seu acervo

Criada em 29 de outubro de 1810, a partir da coleção trazida por dom João VI, com a vinda da família real portuguesa para o Brasil, a Biblioteca Nacional celebra hoje 200 anos de existência. De um acervo inicial de cerca de 60 mil peças, já naquela época de valor inestimável, similar às melhores coleções reais europeias, a biblioteca abriga hoje mais de 9 milhões de obras, sendo considerada pela Unesco uma das dez maiores do mundo.

“A Biblioteca Nacional é o espelho de nossa memória bibliográfica”, afirmou a diretora do Centro de Referência e Difusão da instituição, Monica Rizzo, ao ressaltar a importância para o povo brasileiro do bicentenário. O crescimento do acervo, ao longo desses 200 anos, foi impulsionado por força da legislação do Depósito Legal, pela qual os editores devem enviar um exemplar de tudo o que é publicado no país para a Biblioteca Nacional.

O acervo trazido para o país pela família real portuguesa, abrangia livros, manuscritos, mapas, estampas, moedas e medalhas, e foi inicialmente acomodado numa das salas do Hospital do Convento da Ordem Terceira do Carmo, na então Rua Direita, hoje Rua Primeiro de Março. Há 100 anos, em 1910, era inaugurado o prédio em estilo eclético, com elementos neoclássicos, na Avenida Rio Branco, na Cinelândia, centro do Rio, onde a instituição funciona até hoje.

Atualmente, além dos 5 mil leitores presenciais por mês, que frequentam o prédio da Avenida Rio Branco e mais duas unidades na cidade, a Biblioteca Nacional tem cerca de 1 milhão de visitas mensais ao seu portal na internet – www.bn.br . Por meio do portal, o leitor pode acessar a biblioteca digital, e nela, pesquisar um número cada vez mais crescente de obras, incluindo as de maior importância histórica e cultural do acervo.

Duzentas das obras mais representativas desse acervo estarão na exposição comemorativa do bicentenário, com abertura para o público no próximo dia 3 de novembro. A mostra Biblioteca Nacional 200 anos: Uma Defesa do Infinito, montada em módulos temáticos, inclui raridades como a Bíblia de Mogúncia, datada de 1462, a obra impressa mais antiga existente no Brasil.


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A leitura é porta para a civilidade

Tribuna da Bahia, em 28/10/2010

A prática da leitura deveria se fazer presente na vida desde o momento em que se inicia a compreensão do mundo. Devido à sua importância, o dia 29 de outubro foi escolhido como Dia Nacional do Livro, em homenagem à fundação da Biblioteca Nacional, ocorrida em 1810.

Com as tecnologias avançadas do mundo moderno, que fizeram as pessoas trocarem o hábito da leitura pelos aparelhos eletrônicos, muitos passaram a desinteressar-se por livros, empobrecendo cada vez mais seu vocabulário. Mesmo assim, saber que a leitura é algo crucial para a aprendizagem do ser humano é de suma importância, pois é através dela que se pode enriquecer o vocabulário, obtendo conhecimento, dinamizando o raciocínio e a interpretação.

Além disso, é no decorrer da leitura que se pode descobrir um mundo novo e, para tanto, o hábito de ler deve ser estimulado ainda na infância, para que o indivíduo logo cedo aprenda que é algo importante e prazeroso, assim com certeza, ao se tornar adulto, ele será culto, dinâmico e perspicaz.

“Nós vivemos numa sociedade da informação e do conhecimento e quando as pessoas estão fora desta realidade, sem o hábito da leitura, elas deixam de ter acesso a todo o legado cultural”, destaca o pedagogo e coordenador geral de ensino da Secult (Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer), Manuel Calazans.

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Férias é tempo de contar histórias na Biblioteca Nacional de Brasília

Alô Brasília, em 17/7/2010

Neste mês das férias escolares, o Núcleo Pedagógico da Biblioteca Nacional de Brasília (NPBNB) preparou uma agenda especial de contação de histórias para crianças de 4 a 10 anos de idade, no Espaço Infantil da BNB.

As atividades serão realizadas nesta quinta-feira (15) e na próxima (22), no período da tarde, de 14h30 às 16h30, e na terça-feira (20), na parte da manhã, de 9 às 11h. Os encontros são gratuitos, abertos à comunidade e limitados a grupos de 20 participantes. Crianças menores de 6 anos devem estar acompanhadas de um responsável.

O evento será coordenado pela professora de artes plásticas Ana Paula Bernardes, integrante do Núcleo Pedagógico da BNB e colaboradora do projeto de Incentivo à Leitura intitulado Roedores de Livros.


Biblioteca Nacional Mário de Andrade se prepara para receber o público novamente

Jornal da Cultura, da TV Cultura, em 14/7/2010 (20h20)

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Biblioteca Nacional alcança a marca de meio milhão de obras registradas

O Estado de São Paulo, em 12/6/2010

No mês em que o direito autoral chega ao centro da discussão política no País – depois de amanhã, o Ministério da Cultura lança a consulta pública do Anteprojeto da Lei de Direitos Autorais -, a Fundação Biblioteca Nacional alcançará a marca de 500 mil obras intelectuais registradas. Isso deve ocorrer em até duas semanas, segundo o responsável técnico Jaury de Oliveira, do Escritório de Direitos Autorais. O dado curioso é que, no intervalo de quase cem anos entre o primeiro registro – o livro Lithographia e Chromolithographia, de León de Rennes, em 1899 – e 1995, só 90 mil obras foram registradas; as outras 410 mil o foram nos últimos 15 anos. “O aumento é progressivo. O tema ganhou relevo graças aos meios digitais”, diz Oliveira. Ele ressalta, porém, que parcela “surpreendente” das obras é “de gente simples, como agricultores e garis”. Em tempo: segundo o artigo 19 da lei 9.610/98, o registro de autoria em órgão público é facultativo.


Cultura em risco

O Globo – RJ, Coluna Ancelmo Gois, em 09/04/2010

O Ministério da Cultura liberou ontem R$ 2 milhões para que a Biblioteca Nacional se recupere dos estragos causados pela chuva.

A instituição já tinha enviado outros R$ 2 milhões para três museus cariocas (Castro Maya, Casa do Pontal e Museu Naïf).