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Biblioteca renovada

Zero Hora, em 28/12/2010

Fechada para visitação desde fevereiro de 2007, quando começaram as obras de restauração, a Biblioteca Pública do Estado completará 140 anos, em 2011, com a volta do público. A previsão é que, ainda no primeiro semestre, o prédio histórico seja parcialmente reaberto, para atividades culturais, como recitais.

Ontem, foi apresentada a segunda etapa do restauro, que custou R$ 2,5 milhões, financiados pelo BNDES por meio da Lei Rouanet. A conclusão das obras está prevista para 2012, totalizando um investimento de R$ 7 milhões. Com a presença do secretário de Estado da Cultura, Cézar Prestes, a diretora da Biblioteca Pública e coordenadora do Sistema Estadual de Bibliotecas, Morgana Marcon, mostrou a recuperação dos pisos de parquê originais, das aberturas (portas e janelas) e da fachada do prédio – que recebeu proteção contra pombos, como telas à frente dos bustos de mármore. Também foram renovadas a rede de comunicação e elétrica e instalados dutos para climatização. Os entrepisos (que ficam entre o parquê e o cimento), antes comprometidos por cupins, agora reforçam a estrutura. Entre os espaços renovados estão o Salão Mourisco, o Salão Egípcio e o salão que abriga o acervo, no segundo andar. A próxima parte da obra, que custará R$ 4,5 milhões, ainda em fase de captação, vai recuperar lustres, mobiliário, murais, escadarias, entre outros.

A primeira etapa da restauração do prédio da Avenida Riachuelo, que começou a ser construído em 1912, fez parte do Programa Monumenta, do Ministério da Cultura, com verba de R$ 465 mil. Desde o início das obras, parte do acervo está disponível para consulta do público na Casa de Cultura Mario Quintana.

A modernização da Biblioteca estará completa com um novo prédio, na esquina das ruas General Câmara e Andrade Neves, que funcionará como um anexo. O local também passará por uma reforma, que deve começar em 2011. Segundo Morgana, serão investidos R$ 2 milhões, por meio do Ministério da Cultura, além de uma contrapartida de R$ 600 mil do governo estadual.


O MinC e as Bibliotecas

JM Online-Uberba-MG, em 07/12/10
Mário Salvador

O leitor deve ter o mesmo sentimento deste colunista ao tomar conhecimento de determinadas medidas tomadas por quem tem o poder nas mãos: frustração. O que se espera de quem comanda os destinos de uma cidade, estado ou país são leis ou ordens que beneficiem o povo, seja no campo da educação, da saúde, ou da segurança.

Apesar de erros de governantes serem fragrantes, a luz no fim do túnel nunca se apaga na ótica dos eleitores e contribuintes. E a esperança de que administradores da coisa pública possam acordar e trabalhar pelo povo nunca é abandonada.

E não é que é possível ficarmos alegres com alguma medida de caráter educativo, que só trará o bem comum?! Ainda agorinha, em 2 de dezembro, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, assinou uma portaria pela qual os municípios passam a só receber recursos desse ministério se tiverem pelo menos uma biblioteca pública em pleno funcionamento.

A medida não tem caráter punitivo; o objetivo da decisão é estimular as prefeituras a manterem bibliotecas abertas à população. “O acesso a bibliotecas é essencial para garantir o desenvolvimento do Brasil”, explica Juca Ferreira.

Essa medida salutar merece aplausos. As bibliotecas devem ser administradas pela própria prefeitura. Bibliotecas de escolas ou de iniciativa filantrópica não são consideradas para essa portaria. O MinC – Ministério da Cultura – diz que há cidades que, apesar de terem recebido da União livros, mobiliário e outros materiais, não promoveram a inauguração das suas bibliotecas. E há casos em que elas foram inauguradas, funcionaram por algum tempo e foram fechadas ou funcionam em poucos dias da semana.

Em abril deste ano, o 1º Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais, em levantamento feito pela Fundação Getúlio Vargas, apontou que 420 municípios do país não tinham bibliotecas públicas em 2009. E o MinC planeja criar um canal de comentários e reclamações sobre o assunto, dentro de um portal previsto para ser lançado ainda este ano.

Monteiro Lobato, que foi recentemente vetado para uso nas escolas, foi, de certa forma, redimido. É desse escritor, que iniciou o movimento editorial brasileiro, a célebre frase: “Um país se faz com homens e livros.”

Em Uberaba, temos uma magnífica Biblioteca Pública Municipal, condignamente aparelhada pelo atual e dinâmico prefeito, em que pese ter ele deixado o competente arquiteto esquecer-se da Academia de Letras, alojada no prédio da Biblioteca desde os tempos do prefeito Randolfo Borges.

A Academia ficou sem seu espaço e ganhou uma compensação: um cantinho nos fundos do prédio. Mas o tema de hoje é Biblioteca, que funciona bem em nossa cidade. A Academia, que não funciona bem, fica para outra ocasião.

(*) membro da Academia de Letras do Triângulo Mineiro


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Biblioteca democratiza cultura

Correio do Povo, em 2/12/2010

A cidade de Colinas, no Vale do Taquari, foi escolhida para ser parte de uma filmagem do Ministério da Cultura (MinC) sobre bibliotecas. A equipe esteve no município, na semana passada, para registrar a transformação local após a implantação da instituição. Além da unidade cultural, Colinas tem uma estudante – frequentadora do lugar – que também é referência: Julia Amaral Jacobini, de 12 anos, lê entre cinco e sete livros por semana, quando a média nacional é de 4,7 obras por ano, incluindo os didáticos.

Implantada em fevereiro de 2009, pelo Programa Mais Cultura, do MinC, a Biblioteca Pública Municipal de Colinas hoje é mais que um local para a procura de livros, é um centro cultural da cidade, que não tem cinema, livrarias ou shopping. “Tínhamos uma deficiência. Por ser um município pequeno, a biblioteca passou a ser um ponto de referência, frequentada não só pelo leitor, mas também por pessoas que desenvolvem outras atividades no local”, afirma o prefeito Gilberto Antônio Keller.

Colinas recebeu do ministério os equipamentos, mobiliário e um acervo com 2 mil obras e, em contrapartida, forneceu o imóvel e uma funcionária. A instituição localiza-se em um prédio histórico, datado de 1890. No espaço, a população – de cerca de 2,5 mil habitantes – tem acesso a oficinas de música, contação de histórias, videoteca, pequeno museu do imigrante, além de poder retirar livros emprestados ou lê-los na sala específica. As oficinas são um chamariz de público para o local. “Música e literatura são inseparáveis”, diz o professor Leandro Freisleben.

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MinC divulga habilitados para edital de apoio a bibliotecas

Ministério quer transformar as bibliotecas em centros culturais dinâmicos

Ministério quer transformar as bibliotecas em centros culturais dinâmicos

O Ministério da Cultura divulgou hoje no Diário Oficial da União (Seção 1, páginas 23 a 27) o resultado da primeira fase do Edital Mais Cultura de Apoio a Bibliotecas Públicas. Serão selecionados 300 projetos, no valor total de R$ 30,6 do ambiente físico e social de bibliotecas municipais, à criação de equipamentos bairros, distritos e zonas rurais e melhoria das instalações e serviços acessíveis em bibliotecas estaduais e municipais. O edital visa atender demandas identificadas no Censo Nacional de Bibliotecas Públicas Municipais. A previsão é que o resultado da segunda fase, de avaliação das propostas, seja divulgado na segunda quinzena de novembro.

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Seis bibliotecas já emprestaram 470 mil livros

O Estado de S. Paulo, em 21/10/2010

Nas Estações Santa Cecília e Paraíso, e futuramente na Tatuapé, os espaços culturais são integrados às bibliotecas Embarque na leitura, que emprestam livros de graça ao público.

A primeira foi inaugurada em setembro de 2004, na Estação Paraíso do Metrô. Outras cinco estações – Tatuapé, Luz, Largo Treze, Santa Cecília e Brás, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) – têm bibliotecas. No total, elas reúnem quase 24 mil títulos, entre romances, policiais, infanto-juvenis e autoajuda.

Gerenciadas pelo Instituto Brasil Leitor, com o apoio do Ministério da Cultura, as seis bibliotecas já emprestaram mais de 470,8 mil livros e contam com cerca de 45 mil sócios cadastrados. Entre os títulos mais retirados estão A menina que roubava livros, de Markus Zusak; Fortaleza Digital e Anjos e Demônios, de Dan Brown; e O caçador de pipas, de Khaled Hosseini. Além de emprestar livros, as bibliotecas promovem atividades como tarde de autógrafos, conversa com escritores, contadores de história e distribuição de livros.


Fórum discute implantação do plano municipal do livro

Jornal do Commercio – PE, em 8/10/2010

Membros da cadeia produtiva do livro, uni-vos! Já começaram as discussões em torno da formulação do Plano Municipal do livro e leitura. Na quarta-feira, no final da tarde, nos jardins da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco – ambiente aprazível bem adequado aos temas livro e leitura -, foi realizada mais uma rodada de debate sobre o PMLL.

O encontro foi aberto ao público e reuniu membros do Fórum Pernambucano em Defesa do livro, da leitura e das Bibliotecas, que é composto por representantes da sociedade civil e das três esferas do poder público.

“O fórum objetiva uma troca de saberes e, sobretudo, fazer o controle social das políticas públicas voltadas para o livro, a leitura e as bibliotecas. No início de 2010, tivemos uma vitória importante, quando foi sancionado um projeto municipal sobre o tema”, diz o estudante de pedagogia Gabriel Lopes de Santana, um dos coordenadores do fórum, que também coordena a rede de bibliotecas comunitárias da Região Metropolitana do Recife.

Gabriel se refere ao projeto de lei, de autoria do vereador do Recife, Luciano Siqueira, que cria a Política Municipal do livro e incentivo à cultura da leitura.

Agora, é trabalho do fórum definir metas e estratégias, agregando à discussão outros elementos da cadeia do livro, a exemplo de escritores, livreiros e editoras. O Plano Nacional do livro e leitura, lançado pelo governo federal em 2006, previa que, até o final do ano passado, a maioria dos estados e municípios aderisse à ideia, criando seus próprios planos, adequados à realidade local. Na época, criou uma espécie de guia, mostrando o passo a passo para essa construção.


Ribeirão Preto fecha convênio com Ministério da Cultura para contratação de Agentes de Leitura

Ribeirão Preto Online, em 06/7/2010

Por meio do convênio firmado entre a Prefeitura Municipal e Ministério da Cultura, a cidade de Ribeirão Preto será uma das 400 cidades a participar do Projeto “Agentes de Leitura”, do Programa “Mais Cultura”, que tem o objetivo democratizar o acesso de pessoas de comunidades carentes à leitura. Em Ribeirão Preto, o investimento será de R$ 560 mil reais, sendo R$ 416 mil repassados pelo Ministério da Cultura e R$ 113 mil advindos da Fundação Instituto do Livro, órgão ligado à Prefeitura Municipal.

Serão selecionados, por meio de edital, 80 jovens de 18 a 29 anos, com ensino médio completo, que passarão por capacitação para trabalharem como agentes de leitura, recebendo uma bolsa-auxílio de R$ 350 para complementação de renda com contrato para 12 meses e possibilidade de prorrogação por igual período.

Em um trabalho casa a casa, os Agentes de Leitura deverão promover ações que estimulem a leitura e formação de leitores, cadastrando um grupo de 25 pessoas de sua comunidade para a realização de atividades como contação de histórias, empréstimo de livros, rodas de leitura, saraus, entre outros, trabalhando em conjunto com bibliotecas municipais e escolas das comunidades onde atuam.

Os editais descentralizados serão publicados entre junho e agosto pela internet.


Caravana incentiva crianças a ler livros

Canção Notícias, Canção Nova, em 8/6/2010

Em Monteiro Lobato, interior de São Paulo, as crianças ganharam um motivo há mais para gostar de ler. Elas receberam hoje uma caravana, que além de incentivar a leitura, oferece exemplares que custam baratinho.

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Mais Cultura na Bahia

Programa de inclusão sociocultural investe mais de R$ 22 milhões no estado

Neste domingo, 30 de maio, o Ministério da Cultura e o Governo da Bahia anunciam pacote de ações para a melhoria de equipamentos públicos e incentivo a atividades artísticas da sociedade, com investimentos de R$ 22,3 milhões por meio do Programa Mais Cultura.

O anúncio será feito pela secretária de Articulação Institucional do MinC, Silvana Meireles, durante a abertura do VI Encontro de Dirigentes Municipais de Cultura da Bahia, que acontece às 20h, na Sala Principal do Teatro Castro Alves, em Salvador.

A Bahia foi o primeiro estado a assinar o acordo de cooperação para executar em parceria as ações do Programa Mais Cultura. Além dos recursos conveniados, os investimentos contemplam diversos editais de premiação.

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Bibliotecas nas escolas agora é obrigação

EShoje – ES, Dayana Souza, em 26/5/2010

O presidente Lula sancionou a lei que determina a instalação todas as escolas a terem bíbliotecas tendo pelo menos um livro para cada aluno cadastrado.

bibliotecasÉ lei. Toda escola, seja pública ou privada, deverá ter uma biblioteca com no mínimo um título para cada aluno matriculado. A organização e manutenção vão ficar por conta de cada instituição. Cada biblioteca escolar deve contar com coleções de livros, materiais videográficos e documentos registrados em qualquer suporte destinados a consulta, pesquisa, estudo ou leitura.

 O prazo para a instalação será de no máximo dez anos. No Espírito Santo, já existe 100% de acervos bibliográficos. E a determinação é bem vista pelos profissionais capixabas. Pedagoga há 26 anos, Myria Tereza Gama, que atua no CMEI Ana Maria Chaves Colares, em Jardim Camburi, Vitória, diz que é preciso incentivar o hábito da leitura a partir dos quatro anos de idade despertando prazer e curiosidade nas crianças.

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