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quinta-feira, 24 de maio de 2012

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Pesquisa promove incentivo à leitura no combate à evasão escolar

Jornal do Brasil, em 30/09/2010

Ler o mundo para ser capaz de transformar a realidade. Na opinião do educador e pedagogo Paulo Freire, estimular a sede pelo conhecimento seria a capacidade mais importante que o ensino poderia proporcionar aos alunos. Entretanto, dados da pesquisa Juventude e Políticas Sociais no Brasil, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostram que a educação no Brasil tem seguido um caminho inverso: há, no País, cerca de 1,5 milhão de analfabetos entre 15 e 29 anos; apenas 47,9% dos jovens brasileiros cursam o ensino médio e somente 13% da população do País chegam à educação superior.

Diante desse quadro, os professores Eliana Yunes e Luiz Antonio Coelho, coordenadores da Cátedra Unesco de Leitura, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), pensaram em uma forma de tornar o ensino mais interessante para os alunos, diminuindo a evasão escolar. Para isso, desenvolveram a pesquisa “Evasão escolar, desalento, marginalidade: rompendo o círculo vicioso e desagregador da juventude brasileira através da formação do professor leitor”. O estudo é apoiado pelo edital Pensa Rio – Apoio ao Estudo de Temas Relevantes e Estratégicos para o Estado do Rio de Janeiro, da FAPERJ.

Com o projeto, professores do ensino médio serão selecionados em diferentes regiões do estado e receberão incentivo e formação, presencial e a distância, para desenvolver e estimular o exercício da leitura, influenciando diretamente seus alunos.

- O objetivo desse trabalho é mudar o professor para salvar o estudante – afirma Eliana Yunes, que, junto com sua equipe, pretende proporcionar aos professores condições de se renovarem como mediadores de leitura nas salas de aula.

- Para que eles possam, com segurança, não apenas aceitar a simples repetição do conteúdo do currículo escolar, mas criar uma realidade transformadora na vida do aluno – complementa.

Nessa primeira fase, o grupo da Cátedra está realizando uma pesquisa de campo com professores para avaliar práticas de leitura e o perfil do grupo docente do ensino médio do Rio de Janeiro. Em paralelo, estão formando a equipe que será responsável pela estruturação do curso de ensino a distância que será oferecido aos professores selecionados.

Uma das coordenadoras do projeto, Nilza Rezende destaca que, no treinamento preparado pelo grupo da Cátedra, esse estímulo não visa apenas à leitura do que está escrito.

- Queremos habilitar o cidadão a compreender, articular e ser capaz de ler o mundo, as pessoas e a si mesmo. A formação de um leitor, na verdade, é um processo de abrir os olhos para o mundo e perceber e compreender que tudo a sua volta está comunicando alguma coisa. O uso inteligente e consciente da leitura neste sentido mais amplo é um modo de se ter poder porque a compreensão pode fazer com que o cidadão releia o seu passado e seja capaz de mudar o seu futuro – analisa Eliana.

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Feira do Livro de Brasília acontece em novo local e traz Pato Fu, Diogo Nogueira e Sérgio Reis

Clica Brasília, em 29/9/2010

Este ano, a 29ª edição da Feira do Livro de Brasília, marcada para acontecer de 8 a 17 de outubro, será realizada em novo local. Em 2010, o evento ocupará 6.600 m² do ExpoBrasília, no Parque da Cidade. Segundo Anderson Batista de Melo, presidente da Câmara do Livro do Distrito Federal (CLDF), a mudança busca aumentar as dimensões da feira, além de abrir mais espaço para outras atividades, como shows, por exemplo. Patu Fu, Zeca Baleiro, Sérgio Reis, Toquinho, Elba Ramalho, Diogo Nogueira e Alceu Valença são algumas das atrações que irão se apresentar no evento.

A programação desta edição, que conta com diversos lançamentos de livros e debates com autores (inclusive internacionais), traz mais uma novidade: workshops variados. As abordagens previstas incluem: Como Editar Seu Livro, Histórias em Quadrinhos, Restauração de Livros Raros, Ilustração, Mangá e Como elaborar Projetos Culturais.

O tema da feira deste ano é O mundo da leitura e a leitura do mundo. “Promoveremos uma feira voltada para a promoção do livro e da leitura, que contará com a presença de nove embaixadas para mostrar um pouco da literatura no mundo”, explica Anderson Batista. Ao todo, serão mais de 157 expositores, comercializando obras dos mais variados gêneros literários. A organização espera que cerca de 300 mil pessoas visitem a feira.

O período em que o evento acontece engloba duas datas importantes: o dia das crianças (12) e o dia dos professores (15). Para os pequenos, haverá grande investimento por parte dos expositores para trazer novidades literárias para eles e o presidente da CLDF acrescenta que também ocorrerão apresentações de peças teatrais infantis. Já os professores contarão com o Ponto de Leitura do Educador, espaço onde poderão consultar livros técnicos e literários.

A feira abrigará também espaços específicos para portadores de necessidades especiais, área para debates entre autores e público — o Café Literário, que este ano homenageia o poeta Nicolas Behr –, entre outras atividades e atrações.

29ª Feira do Livro de Brasília – De 8 a 17 de outubro, das 10 às 22h, no ExpoBrasília – Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade Sarah Kubitschek. Entrada Franca. Classificação livre. Mais informações: www.feiradolivrodebrasilia.com.br.


Projeto de Modernização chega à Biblioteca Pública de Gravatá

JC Online, em 29/9/2010

Livros, cadeiras, estantes, mesas, quadros de avisos novos: tudo isso para a Biblioteca Pública de Gravatá, no Agreste de Pernambuco, que está participando do Projeto de Modernização de Bibliotecas Públicas do Ministério da Cultura em parceria com a Prefeitura.

O programa se divide em duas etapas. Na primeira, a biblioteca recebeu cerca de mil exemplares, entre dicionários de língua portuguesa e literatura infantil. Além disso, a biblioteca recebeu materiais de movelaria.

Uma ótima notícia para os cerca de 500 amantes da boa leitura que comparecem mensalmente à biblioteca. Atualmente, a Biblioteca Pública de Gravatá conta com 6.100 exemplares. Nesta terça-feira (28), uma equipe da biblioteca do Estado chega a Gravatá para fazer a instalação do material, catalogar os livros e capacitar os funcionários.

De acordo com o diretor de cultura de Gravatá, João Gabu, toda a biblioteca vai passar por mudanças, significando um grande avanço e melhoria nos serviços do local. “Estamos aguardando o pessoal da Biblioteca do Estado que chega ainda hoje para instalar os equipamentos e capacitar os funcionários. Tudo isso significa um grande avanço em nosso trabalho, criando oportunidades para pesquisa, sendo um reforço e tanto para os estudantes”, contou João Gabu.

A Biblioteca Pública de Gravatá vive de doação de livros e qualquer pessoa pode doar seus exemplares à instituição. Semana passada, por exemplo, mais de 300 livros foram doados à biblioteca. “Qualquer pessoa que queira doar livros à nossa biblioteca pode vir e fazer sua doação, basta procurar um dos funcionários e fazer este ato de cidadania. Semana passada, por exemplo, mais de 300 livros foram doados”, disse Gabu.

A Biblioteca Pública funciona dentro do Memorial Gravatá, que fica na Rua Cleto Campelo, Centro, em Gravatá. O telefone para contato é (81) 3563-9075.


Surgimento de novos eventos literários é sinal de amadurecimento do mercado, diz editor

Agência Brasil, em 23/9/2010

Cada vez menos presente nas praias santistas, a tradicional tarrafa, uma pequena rede de pesca caiçara, foi o objeto escolhido para simbolizar os objetivos do Festival Internacional de Literatura de Santos, cuja segunda edição começa hoje (22) e segue até o próximo domingo (26).

“Nossa proposta não é fazer um evento acadêmico, mas sim conciliar conteúdo e diversão, promovendo o lazer cultural”, afirmou à Agência Brasil o editor e livreiro José Luiz Tahan, organizador do evento. “A palavra tarrafa, além de ser sonora, remete a uma prática tradicional santista e é uma boa analogia com nossa meta de buscar conquistar mais leitores. E também representa toda a rede de relacionamentos necessários para se promover um evento como este”, disse Zé Luiz, como é conhecido na cidade.

Há 20 anos no mercado livreiro e hoje à frente de uma livraria e da editora Realejo, que publica obras de autores santistas, Zé Luiz entende que o surgimento de novos eventos literários por todo o país e a consolidação dos eventos já tradicionais é um sinal de amadurecimento do mercado editorial. Por isso, ele evita reclamar quando lhe perguntam sobre as dificuldades de tocar uma pequena editora ou de viver da venda de livros fora das grandes capitais.

Nem mesmo o desafio de convencer disputados autores como Luis Fernando Veríssimo, Zuenir Ventura ou João Paulo Cuenca a descerem a Serra do Mar e irem a Santos, a 80 quilômetros da capital paulista, arranca queixas do editor.

“Não gosto de dizer que seja mais difícil realizar um evento como este numa cidade de médio ou de pequeno porte. Há, sim ,particularidades, mas, no nosso caso, acho Santos uma cidade como poucas, já que fica próxima a São Paulo, tem toda um história cultural e a praia permite um clima de despojamento que nos favorece, já que a proposta é fazer uma grande festa sem grande solenidade e pompa”, disse Zé Luiz.

Com 18 autores distribuídos por nove mesas de debate e uma programação paralela planejada especialmente para as crianças e adolescentes, o evento contou com apoio da Lei de Incentivo Fiscal, do Ministério da Cultura, que autorizou a arrecadação de R$ 796 mil com a iniciativa privada. O organizador, contudo, dissse que o custo final ficou abaixo disso.

“Pela relevância da programação e pela proximidade de Santos com a capital, nossa intenção é de que a Tarrafa passe a fazer parte do circuito de eventos literários nacionais, ao lado da Flip [Festa Literária Internacional de Paraty (RJ)] e da Feira do Livro de Porto Alegre”, afirmou Zé Luiz.

O evento será aberto as 19h30 de hoje, com um show do cantor e compositor baiano Tom Zé. Tanto o show quanto os debates ocorrerão no Theatro Guarany, um edifício do Centro Histórico de Santos, inaugurado em 1882 e recentemente reformado. Toda a programação do evento está disponível no site www.tarrafaliteraria.com.br e a entrada é um livro usado que os organizadores prometem doar para instituições beneficentes.


Biblioteca popular

Correio Braziliense, em 15/9/2010

No princípio era o delírio e o delírio se tornou realidade. Tudo é meio surreal, deliciosamente surreal, na história das bibliotecas e dos projetos cultuurais criados por Luiz Amorim, o dono do açougue T-Bone. Ele é um açougueiro que leu os filósofos gregos e resolveu botar a paideia dentro do açougue. Para quem não sabe, a paideia é o conjunto de conhecimentos essenciais para a formação de um ser humano e um cidadão de qualidade. Amorim é uma espécie de artista conceitual que instalou uma série de bibliotecas populares nos pontos de ônibus, abertas à interação mais democrática e anárquica com o público. Não é preciso se cadastrar, apresentar carteirinha ou assinar a ficha de controle para a devolução do livro.

Até os loucos,com ou sem carteirinha, têm acesso aos livros. Estava esperando um ônibus em um ponto com livros da biblioteca pública do T-Bone quando assisti a uma cena reveladora. Uma moradora de rua, negra, com roupas esfarrapadas e sujas, segurava um livro emprestado da estante doT-Bone. Cheguei mais perto e constatei que era um livro de ensino da língua portuguesa, mas estava de cabeça para baixo, enquanto ela simulava a leitura e fazia um discurso delirante sobre a injustiça social.

De acordo com pesquisa realizada pela fundação Getulio Vargas, Brasília ocupa, com exceção do Plano Piloto, o penúltimo lugar no ranking das bibliotecas públicas do país, só ficando na frente do Amazonas. A matéria informa ainda que, com exceção da Biblioteca de Ceilândia, nenhuma outra está incluída no orçamento das administrações regionais, dependendo exclusivamente de doações para sobreviver. O livro é o objeto mais perseguido ao longo da história. Ele sempre foi uma arma de consciência.

Claro que quem cultiva currais eleitorais foge dos livros como o diabo da cruz.

Animado apenas pela ideia luminosa de colocar a inteligência na rua, sem contar com nenhuma estrutura, sem dotação orçamentária ou quadro de funcionários, Amorim faz mais pela democratização da cultura do que muitas secretarias. E, além dos livros, ele promove noites musicais, recitais de poesia e debates políticos, em sintonia com sua formação de leitor da filosofia grega, para quem o homem é um animal político e o lugar da cultura é na praça pública, o nascedouro da democracia.

Chega gente para agradecer porque a biblioteca ajudou a passar no vestibular da UnB ou no concurso público. É surpreendente como Amorim consegue trazer aos eventos do T-Bone um respeitável time de intelectuais, que inclui Ana Miranda, Ruy Castro, Jorge Mautner, ZuenirVentura, entre outros. Ruy Castro quis tirar uma foto dentro de uma câmara fria e o maestro da Orquestra deViena pediu o jaleco de açougueiro emprestado para reger os seus músicos.

Estava assistindo a um programa de tevê sobre a transformação que o teatro promoveu na Praça Roosevelt, no centro de São Paulo, e pensando em quem faria algo semelhante em Brasília.

Sem dúvida, é o Luiz Amorim, ele é um dos mais admiráveis cidadãos brasilienses.

Ele coloca de maneira radical a questão da democratização da cultura, mostrando que popular deveria ser sinônimo do acesso a tudo que há de melhor. “Cachorro também come filé se você jogar para ele”, me diz o Amorim: “Não sei porque os políticos não se envolvem com a arte. Em todas as cidades onde há investimento forte na cultura, a criminalidade bate no chão”.


Biblioteca no Terminal

Gazeta de Piracicaba, em 15/9/2010

Incentivo à leitura Será inaugurada amanhã a primeira biblioteca em um terminal de ônibus do Estado

Mais de 500 mil pessoas terão acesso diário a livros de literatura, conhecimento, culinária, infantis e juvenis com a inauguração, amanhã, da biblioteca Máquina do Saber, no Terminal Central de Integração (TCI). A abertura será às 11 horas e o projeto é uma iniciativa da Caterpillar, Prefeitura de Piracicaba, por meio das secretarias de Ação Cultural e Trânsito e Transportes e do Instituto Brasil Leitor (IBL). A proposta tem ainda apoio do Ministério da Cultura.

A biblioteca vai iniciar com 2.125 títulos e, conforme os exemplares forem adquiridos, uma pesquisa com os usuários será realizada para a aquisição de novos livros. “A população tem bom gosto para a leitura e todos estão em permanente aprimoramento profissional e pessoal. Não é verdade que o brasileiro não gosta de ler. Essa é a 10ª biblioteca que inauguramos, a primeira do Estado em um terminal de ônibus”, contou a bibliotecária coordenadora do projeto Maria das Graças Garcia.

As atualizações dos títulos irão ocorrer a cada trimestre. “Vamos atender aos pedidos e também contaremos com os lançamentos das editoras. Todos os livros que vamos emprestar são novos. O objetivo do projeto é a minimização do analfabetismo funcional e o incentivo à leitura por prazer”, disse.

Ontem, ela e a equipe estavam trabalhando na arrumação das prateleiras e dos detalhes da biblioteca, que segue os mesmos moldes das já administradas pelo IBL no metrô em São Paulo (estações Paraíso, Tatuapé, Luz e Santa Cecília do Metrô e estação Brás da CPTM), no terminal de ônibus Pelôpidas Silveira em Recife, na Estação Mercado em Porto Alegre, e outras unidades no Rio de Janeiro, Belo Horizonte e no interior da Caterpillar.

“Há cinco anos, temos em nossa fábrica o projeto “Ler é Saber” e nosso objetivo sempre foi levar para a comunidade nossa biblioteca Máquina do Saber, pois acreditamos que nos livros podemos encontrar o maior tesouro da humanidade, que é o conhecimento. Por essa razão, consideramos fundamental estimular nossos jovens ao hábito da leitura por meio de uma biblioteca de fácil acesso, como é a que estamos inaugurando no Terminal de Integração. Afinal, quem lê bons livros está capacitado para a vida”, declara Luiz Carlos Calil, presidente da Caterpillar Brasil.

A estimativa é que cerca de 538 mil pessoas passem pelo TCI diariamente. Segundo a secretária de Ação Cultural, Rosângela Camolese, o projeto é inovador e de grande valia cultural para a cidade de Piracicaba. “Com certeza, a biblioteca localizada no TCI será sucesso, pois os piracicabanos sabem usufruir dos benefícios da boa leitura”, afirmou.

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Projetos incentivam o hábito da leitura

Agência Brasília, em 1/9/2010

Parceria contribui para a revitalização de salas de leitura nas escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal

Uma parceria entre escolas da Secretaria de Educação (SEDF) com o Projeto Bibliotecas Casas do Saber tem refutado as previsões pessimistas sobre o futuro do livro diante das novas tecnologias. Um exemplo desta ação foi a inauguração da Sala de Leitura Monteiro Lobato, na Escola Classe Café Sem Troco no Paranoá, nesta quarta-feira (1º de setembro).

O projeto Casas do Saber, desenvolvido pela Rede Gasol, tem realizado um trabalho de arrecadação de livros nos postos de combustível do Distrito Federal. Com a colaboração de voluntários, os livros são selecionados e distribuídos para as bibliotecas beneficiadas. Os espaços a serem destinados às salas de leitura também recebem manutenção e mobília.

Na EC Café Sem Troco, a sala recebeu, além do acervo, estantes, mesas e cadeiras e um computador. A iniciativa favoreceu os 284 alunos da instituição educacional. Para o diretor da instituição, Marcelo Soares de Oliveira, a inauguração contribuiu para a valorização da leitura. “Queremos instigar nossos alunos a se tornarem leitores conscientes. Com o novo acervo, nossos projetos de leitura serão consolidados”.

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Marechal Deodoro sedia I Festa Literária

Alagoas 24 horas, em 31/8/2010

Uma cidade repleta de tradições. Berço do proclamador da República, terra do Mestre Nelson da Rabeca e Patrimônio Histórico Nacional e Estadual, a cidade de Marechal Deodoro será palco nos dias 1 a 5 de setembro da primeira festa dedicada à leitura e a preservação da cultura.

A Festa Literária terá debates, seminários, apresentações de bandas e música clássica, contadores de histórias e ainda lançamentos de livros. A Secretaria de Estado da Cultura de Alagoas (Secult) é parceira desta iniciativa. “É através do livre acesso à leitura que se constrói um futuro promissor e alavancar formadores de opinião”, afirma Osvaldo Viégas, secretário da Cultura.

Neste universo das letras e da imaginação, a cultura não poderia ficar de fora. Por isso, a Festa Literária será sede do VI Encontro Alagoano do Proler – Programa Nacional de Incentivo à Leitura, do III Encontro Estadual dos Gestores de Bibliotecas Públicas, Comunitárias e Rurais, do III Fórum do Plano Estadual do Livro e Leitura e do I Encontro dos mediadores de leitura de Marechal Deodoro.

O Proler é uma ação do Ministério da Cultura (MinC) para criar condições de formação de uma sociedade leitora. Em Alagoas, o programa atua desde 2001, por meio de iniciativa da Secretaria de Estado da Cultura e o Sistema de Bibliotecas Públicas do Estado.

Na sexta edição, o evento tem como eixo temático: Biblioteca e Leitura, caminhos para construir uma cultura de paz. “A intenção é despertar e promover a leitura como um ato de prazer, aprendizado e conscientização”, afirma Maria Luiza Russo, coordenadora da Biblioteca Pública Estadual.

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Pequenas Bibliotecas

O Globo – RJ, Coluna Ancelmo Gois, em 18/8/2010

Livro na cadeia

Veja só. As penitenciárias federais de Porto Velho, Mossoró, Campo Grande e Catanduvas, graças a um programa do Ministério da Cultura, já têm pequenas bibliotecas que são usadas pelos presos.


Diretor de Livro, Leitura e Literatura do MinC participa de programa de entrevista

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