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quinta-feira, 24 de maio de 2012

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Livrarias têm até o dia 10 de janeiro para ter apoio do Ministério da Cultura em programação cultural

 

 

MinC prorrogou inscrições para edital inédito, no valor de R$ 3 milhões, que irá apoiar atividades culturais destes equipamentos

 

O Ministério da Cultura prorrogou até 10 de janeiro de 2011 as inscrições para o Edital Procultura de Programação Cultural de Livrarias. Esta é a primeira vez que o Ministério da Cultura (MinC) lança um edital específico para o setor. Serão selecionados 100 projetos de pequenas e médias livrarias brasileiras, com investimento total de R$ 3 milhões.

 

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Livrarias vão receber recursos para realizar programação cultural

As pequenas e médias livrarias brasileiras também serão contempladas nos editais ProCultura, lançados hoje pelo ministro Juca Ferreira. Esta é a primeira vez que o Ministério da Cultura (MinC) lança um edital específico para o setor. O Edital Procultura para Programação Cultural de Livrarias irá selecionar 100 projetos, investindo R$ 3 milhões no setor. Este é um dos cinco editais a serem lançados pelo Fundo Setorial do Livro, Leitura, Literatura e Língua Portuguesa.

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Diagnóstico do Setor Livreiro – 2009

 

O Diagnóstico do Setor Livreiro 2009, que será apresentado na 20ª Convenção Nacional de Livrarias, revela que no Brasil existem 2980 livrarias. Um aumento de cerca de 11%, comparativamente ao levantamento apresentado em 2006, mas ainda muito aquém de nossas necessidades. Esse número nos leva à constatação de que hoje temos uma livraria para cada 64.255 habitantes, enquanto a Unesco sugere uma livraria para cada 10 mil habitantes.

Uma das informações relevantes levantadas foi a distribuição geográfica. Esses dados nos permitem traçar um painel da concentração desses estabelecimentos no país por regiões. São elas: Sudeste (56%), Sul (19%), Nordeste (12%), Centro-Oeste (6%), Distrito Federal (4%) e Norte (3%).

 Quando o Diagnóstico do Setor Livreiro 2009 apresenta o porte de Livrarias por quantidade de lojas, vemos que cerca de 70% das Livrarias têm de 1 a 2 lojas. Mas quando a amostragem revela o faturamento do setor, percebemos uma inversão. Esta mesma faixa do segmento de livrarias tem pouco mais de 30% do faturamento total.

Os dados nos revelam que, apesar do avanço das vendas por meio desse canal de comercialização, 56% das empresas afirmaram não realizar a venda online.


Livrarias I

Valor Econômico, em 28/7/2010

O número de livrarias no país nos últimos três anos cresceu 10% e atingiu 2.980 unidades, segundo pesquisa realizada pela Associação Nacional das Livrarias (ANL). A região Sudeste – com destaque para o Estado de São Paulo, que conta com um total de 864 varejistas especializadas em livros – é a que abriga o maior número de livrarias, com participação de 56%. A região Norte é a que tem menos lojas que vendem livros, representando apenas 3% do total. O estudo da entidade mostra ainda que há uma livraria para cada grupo de 64.255 pessoas no Brasil. A Organização Mundial das Nações Unidas para a Educação, Ciência e cultura (Unesco) recomenda uma livraria para 10 mil habitantes.

Livrarias II

A pesquisa da ANL com 739 varejistas de livros mostra que 38% faturaram até R$ 350 mil e 24%, entre R$ 600 mil e R$ 1,2 milhão no ano passado. Apenas 1% das lojas mostrou receita entre R$ 9,6 milhões e R$ 20 milhões. O levantamento leva em consideração o faturamento de cada loja e não da rede como um todo. A pesquisa revela que, apesar da consolidação do setor, 63% das varejistas consultadas são livrarias independentes, com apenas uma loja. Apesar desse alto percentual, essas pequenas varejistas representam somente 30% da receita do setor, segundo Vítor Tavares, presidente da ANL. Ele diz ainda que 63% da livrarias consultadas vendem pela internet, mas que esse canal representa no máximo 5% das vendas de livros.


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Seduções da leitura

A Tarde, em 28/7/2010

Não é tão grave quanto parecia, nem irreversível, a crise de leitura no universo brasileiro. Esta verificação produz uma alegria de fundo emotivo: o País passou a ler mais, está fadado a pensar e agir melhor, após um período em que a contínua expansão populacional encolhia estranhamente o acesso ao clube do livro. O descompasso era atribuído mormente a deficiências do ensino e baixo poder aquisitivo.

Levantamento da Associação Nacional de Livrarias (ANL), ontem divulgado, informa que o número de lojas cresce. Não mais do tipo papelaria, senão livrarias autênticas,em que o livro bem acabado, a criatividade do espaço e o seu conforto fazem consumidores.A Bahia está bem na pesquisa: é a primeira em número de livrarias no Nordeste, e responde pelo sexto posto nacional.

Em média, o nível de leitura por habitante faz 1,9 livro por ano. É pouco,em comparação com Argentina (5), Chile (3) e Colômbia (2,5). Mas para o pequeno e significativo avanço há de ter contribuído a oferta de livrarias modernas, misto de sala de leitura, café e ponto de encontro – um privilégio até aqui dos grandes centros. De qualquer maneira, há no Brasil 2.980 lojas de livros – 11% a mais do que em 2006.

A distribuição de livrarias não é aleatória.

A iniciativa privada busca o retorno mais curto dos capitais, e nesse caso prioriza cidades e regiões de maior densidade demográfica ,melhor padrão de renda e de educação formal. Não será à toa que o Sudeste tenha mais lojas, e que São Paulo possua o dobro do segundo colocado,o Rio de Janeiro. Muitas lojas complementamos livros com CDs, DVDs e demais atrações eletrônicas.

Mudou o perfil do consumidor,mudou a estratégia mercadológica. A essas mudanças corresponde, na primeira infância e juventude, uma fome aberta de conhecimentos, curiosidade atiçada e aventuras espirituais – forças com que se transforma o indivíduo para melhor,e se adquire consciência crítica, e se firma a aliança do progresso.


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Pesquisa revela que os brasileiros estão lendo mais

Bom Dia Brasil, em 27/7/2010

Levantamento da ANL aponta que os brasileiros leem 1,9 livros por ano. Os dirigentes do setor comemoram, mas dizem que dá para melhorar

Um dia na vida de Ulisses. Um dia na morte de Quincas. Quem gosta de ler sabe: é possível ir da Irlanda de James Joyce até a Bahia de Jorge Amado só correndo a prateleira.

É um mundo imenso, cada vez mais lido e vivido pelos brasileiros. O aumento no número de livrarias confirma essa boa notícia que apareceu em uma pesquisa, que será divulgada nesta terça-feira (27) pela Associação Nacional de Livrarias. Essa pesquisa também traz algumas surpresas, como o estado brasileiro com mais livrarias por habitante.

Veja na reportagem de Walace Lara.

A leitura é de alguém que começa a descobrir o prazer das palavras. Estamos lendo mais. Esta é uma das principais conclusões de uma pesquisa inédita da Associação Nacional de Livrarias (ANL). O levantamento mostra que no país existem 2.980 lojas – 11% a mais do que havia em 2006. Os dirigentes do setor comemoram, mas dizem que dá para melhorar.

“O nosso índice ainda é muito baixo. Ainda é 1,9 livros ano lido por habitante ano. Isso é muito pouco e muito aquém de países latino-americanos. Na Argentina, se lê em torno de cinco. No Chile, três. Na Colômbia, se lê 2,5 livros por anos”, declara Vitor Tavares, presidente da ANL.

Um dos motivos para o índice não ser mais alto é a falta de livrarias em pequenas e médias cidades. Hoje, a maior parte está concentrada nos grandes centros. A região Sudeste é a que tem o maior número de lojas. O estado de São Paulo tem mais que o dobro do segundo colocado, o Rio de Janeiro.

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Entrelivros I

Valor Econômico, em 23/07/2010

A maioria dos donos de livraria tem apenas um estabelecimento no Brasil. É isso o que mostra o Diagnóstico do Setor Livreiro, que será divulgado na terça-feira. Os que possuem uma loja correspondem a 63% do total de livrarias do país; já os que têm duas representam 11% e os que têm de 3 a 10 lojas são 8%. Na faixa de 41 a 100 lojas são 3%, e as redes que têm de 101 a 200 estão nas mãos de 6%.

Entrelivros II.

O estudo, encomendado pela Associação Nacional de Livrarias (ANL), revela também que a maior concentração de livrarias está no Sudeste: São Paulo lidera com 864 lojas. Depois vem o Rio, com 298 livrarias, e Minas, com 268.


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Mais cidades têm bibliotecas, mas cai total de municípios com livrarias

G1, em 13/05/2010

De 1999 para 2009, cresceu em 22% total de cidades com bibliotecas. IBGE divulgou nesta quinta-feira (13) pesquisa com perfil dos municípios.

O total de municípios brasileiros com bibliotecas públicas aumentou  22% entre 1999 e 2009, enquanto que o percentual de cidades com pelo menos uma livraria diminuiu 21%, aponta a nova edição da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic), divulgada nesta quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Leitura

Correio Braziliense – DF, Opinião, 27/11/2009

O lobby de editoras, distribuidoras e livrarias funcionou. O governo vai mesmo encaminhar ao Congresso o projeto de lei que cria o Fundo Pró-Leitura. Será formado com recursos da Educação e da Cultura e pela contribuição das editoras beneficiadas com a alíquota zero do PIS e do Cofins. A meta é atingir 77 milhões de leitores. Com a desoneração, o mercado editorial deixou de pagar R$ 592 milhões aos cofres públicos.