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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Tag » Livro

Caravana incentiva crianças a ler livros

Canção Notícias, Canção Nova, em 8/6/2010

Em Monteiro Lobato, interior de São Paulo, as crianças ganharam um motivo há mais para gostar de ler. Elas receberam hoje uma caravana, que além de incentivar a leitura, oferece exemplares que custam baratinho.

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Kindle estimula consumo de livros

Valor Econômico-SP, em 02/06/2010

A estratégia da Amazon de vender livros eletrônicos abaixo de US$ 10 para estimular a demanda pelo leitor Kindle está funcionando no Brasil. Usuários brasileiros reconhecem haver comprado mais obras do que planejavam, atraídos pelos preços bem inferiores aos das versões em papel, vendidas nas livrarias do país.

“A única desvantagem é que é tão fácil comprar na Amazon que no primeiro mês adquiri seis livros”, diz o funcionário dos Correios Alan Pires Ferreira. Ele comprou o Kindle em setembro e acumula 100 títulos na memória do aparelho. Ferreira diz sentir falta de mais livros em português. “Há pouca coisa e a maioria está em português lusitano”, observa. Procurada, a Amazon informou que não fornece dados por país sobre vendas de livros e de aparelhos.

O tradutor Fábio Macedo comprou o Kindle em novembro. Ele tem como meta baixar um título por mês, mas em sete meses adquiriu 110 obras. “Os livros realmente são muito baratos”, diz. O vice-presidente de tecnologia da seguradora SulAmérica, Luís Furtado, usa o Kindle para ler os jornais “Financial Times” e “O Globo”. “Para livros e jornais é o melhor dispositivo de leitura. Tenho um iPad, mas esse eu uso para jogos e internet”, afirma. (CB)


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Editoras anunciam nova empresa para distribuição de livros digitais

Folha de S. Paulo – SP, em 02/06/2010

A editora Objetiva anunciou ontem que vai se associar ao grupo Record e à editora Sextante em uma nova empresa exclusiva para livros eletrônicos. A Distribuidora de Livros Digitais será uma plataforma de hospedagem e distribuição para livrarias online e fornecedores de conteúdo digital. Não estará voltada, portanto, ao consumidor final.

Pelo comunicado, as editoras Intrínseca e Rocco também integram o projeto, mas não foi explicado que participação cada parceiro terá. A Objetiva informou que um representante se manifestaria hoje.

Assegurar proteção contra pirataria e o acesso das editoras em tempo real aos dados para faturamento e liquidação de  direitos autorias foi um dos motivos para a criação do grupo, segundo o informe.


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Editoras criam plataforma para livros digitais

O Globo-RJ, em 02/06/2010

Cinco grandes empresas brasileiras se associam para distribuir e gerenciar lançamentos em e-books no mercado

Numa clara reação ao crescente interesse pelos e-books, no  Brasil e no exterior, a Editora Objetiva, o Grupo Editorial Record e a Editora Sextante anunciaram ontem a associação em uma nova empresa, batizada de Distribuidora de Livros Digitais (DLD).

O projeto, que já contava com a participação das editoras Intrínseca e Rocco, é, segundo nota enviada à imprensa, “uma plataforma de hospedagem e distribuição de livros no formato digital”, com “direitos exclusivos de distribuição dos livros publicados pelas editoras integrantes do projeto.” O anúncio acontece no momento em que toda a cadeia editorial, dos escritores aos agentes literários, discute acaloradamente a irreversível chegada do livro ao consumidor em formato digital e como ficam, nessa nova ordem, questões fundamentais como preço, direitos autorais, números de venda e pirataria, por exemplo.

Entre os objetivos da DLD está o de garantir, segundo a nota, “uma proteção eficaz contra a cópia ilegal e o acesso das editoras em tempo real aos dados necessários para faturamento, liquidação de  direitos autorais e geração de estatísticas comerciais”.

Com a criação da DLD, as editoras brasileiras ganham um caráter mais competitivo frente a sites como a Amazon.com, que já oferece vários títulos de autores brasileiros no catálogo e lançou, em outubro de 2009, a versão internacional – disponível também para o Brasil - do seu aparelho de leitura de livros digitais, o Kindle. A chegada acelerada ao mercado de diversos outros e-readers, entre eles o iPad, da Apple, também vem fazendo com que o mercado editorial nacional se mova mais rapidamente em direção ao futuro digital.

A DLD, ainda de acordo com o comunicado, não venderá diretamente os e-books ao consumidor final, atuando apenas como distribuidora para livrarias on-line e empresas de conteúdo digital. Além disso, oferecerá seus serviços a qualquer editora interessada.


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Professora transforma galinheiro em local de leitura

A Tarde – BA, em 23/5/2010

Longe das salas de aula, mas sempre perto dos livros.  A promessa feita pela professora aposentada Maria José Ferraz,59anos,aodeixarseus alunos, tem sido cumprida fielmente todos os dias. Para isso, teve que abrir mão do galinheiro,nosítioondevive, na localidade de Lagoa das Flores, zona rural de Vitória da Conquista, para construir uma biblioteca comunitária.

Depois de se desfazer de 100 galinhas, dona Zezé, como é conhecida pelos moradores, começou a montar seu sonho, ao fim de 25 anos lecionando e outros 15 percorrendoasprateleirasdabiblioteca pública municipal.

O primeiro lote foi de 40 livros, mas graças a doações o acervo hoje conta com quatro mil e a cada dia cresce mais.

É tanto livro que boa parte do material ocupa um espaço no mesmo curral onde cavalos e bois recebem alimento e água. “Tem lugar pra todo mundo”, ri a ex-professora.

“A gente recebe cerca de 20 visitas por semana, crianças e adultos. Podia ser mais,maso computador afastou muita gente daqui”, lamenta. Assim que começou a funcionar a biblioteca comunitária recebia 100 visitas semanais.

Coberto com lona amarela, só se sabe que ali naquele pequeno galpão funciona um espaçodeleituraporqueuma discreta placa informa. Qualquer pessoa pode ir ao local, percorrendo um corredor estreito e passando por um pomar.” Apartir das 6 da manhã até a noite e domingos e feriados.

Qualquer dia da semana eu estou aqui pra receber quem estiver interessado”, garante.

Expansão

Já nos pontos literários a pouca devolução vem prejudicando o acervo. “Pensamos em expandir, mas sem o retorno dos livros fica inviável”, explica Everaldo Bastos, integrante do projeto.

“Estamos formando pessoas que tenham responsabilidade social e compromisso com o próximo, porém salientamos que é preciso devolvê-los para que outras pessoas possam ler,” solicita a educadora Heleusa Câmara, coordenadora do Proler.


Entrevista com o diretor Fabiano Piúba sobre o edital de apoio a bibliotecas públicas

NBR Entrevista, da TV NBR, 12/05/2010

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Silvana Meireles, coordenadora do Programa Mais Cultura, fala sobre a primeira Biblioteca Parque do Brasil

Silvana Meirelles, secretária de Articulação Institucional

Medellín, na Colômbia, era uma cidade marcada pelo narcotráfico e pela violência. Mas a partir de 2006, com a inauguração de Bibliotecas Parque – uma biblioteca com um parque para que os leitores possam usufruir da leitura ao ar livre – a cidade elevou o seu nível educacional, fator que contribuiu para a diminuição do índice de violência.

Inspirando-se nesse projeto, foi implantada em Manguinhos, no Rio de Janeiro, a primeira Biblioteca Parque brasileira, em um espaço de 3,3 mil m², que sediava o antigo Depósito de Suprimento do Exército (1º DSUP). Essa área foi totalmente urbanizada, e se transformou no local de maior concentração de equipamentos sociais em uma comunidade carente da cidade, um complexo com ludoteca, filmoteca, sala de leitura para portadores de deficiências visuais, acervo digital de música, cineteatro, cafeteria, acesso gratuito à Internet e uma sala denominada Meu Bairro, para que os usuários façam reuniões da comunidade.

Em entrevista ao blog Acesso, a secretária de Articulação Institucional do Ministério da Cultura e coordenadora do Programa Mais Cultura, Silvana Meireles, explica melhor o projeto.

Veja aqui.


Conheça sites para baixar livros gratuitos

 Folha de S.Paulo-SP, Rafael Capanema, em 07/04/2010

Obras em domínio público de escritores como Machado de Assis e Fernando Pessoa estão disponíveis na rede

É vasta a oferta de sites com livros eletrônicos para down- load -isso se você procura obras da literatura brasileira e internacional em domínio público ou lançamentos em inglês. Ainda há poucos títulos comerciais em português disponíveis em forma de e-book.

Leia matéria na íntegra.


iPad sai do forno

 Isto É Dinheiro, Bruno Galo, em 03/04/2010

O tablet da Apple acaba de chegar às mãos dos consumidores com a promessa de revolucionar o setor de tecnologia e reinventar o mercado de livros 

 

A espera terminou. No sábado 3, o iPad, equipamento eletrônico da Apple que permite acessar a internet, ver vídeos, ouvir músicas, receber e enviar e-mails, organizar fotos, jogar games e ler livros, chegou aos consumidores nos Estados Unidos. Não houve o mesmo frenesi verificado no lançamento do iPhone, quando os clientes formaram filas intermináveis diante das lojas, mas a Apple tem um novo best-seller nas mãos.

As vendas do tablet de Steve Jobs devem chegar a cinco milhões de aparelhos em 2010, segundo as estimativas mais otimistas. E os exageros já começaram. A revista norte-americana Wired, uma das mais influentes do mundo, estampou uma capa dizendo que o iPad vai mudar o mundo.

No Brasil, as editoras têm certeza que o livro eletrônico veio para ficar. Ainda assim, muitas resistem a abraçar a novidade. Eis um rápido retrato de um mercado dividido. De um lado, a Ediouro e a Zahar apostam que 2010 será o ano do livro eletrônico no País. De outro, muitas, como a Record e a Intrínseca, observam, ainda cautelosas, a inevitável ascensão dos e-books.

Leia a matéria na íntegra aqui.


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O andarilho dos livros

 Correio Braziliense-DF, Conceição Freitas, em 03/04/2010

Faz algum tempo que um andarilho dos livros perambula pelos bares do Plano Piloto e, de vez em quando, pelo Guará e Taguatinga. Quem gosta, por exemplo, da cerveja do Beirute sabe de quem estou falando. O Faraó chega suavemente, deixa três ou quatro volumes sobre a mesa, volta mais tarde e só puxa assunto se o freguês tomar a iniciativa.

Faraó é um poço de histórias vistas e ouvidas nos bares da cidade. Porém, ele conta muito pouco. Sabe que a freguesia precisa de sua discrição. Só revela episódios inofensivos. Como a história de um homem que pegou um dos livros e ficou longos minutos olhando a capa, a contracapa, a brochura, a orelha – de um volume que estava de cabeça para baixo. Depois, entregou o livro a Faraó e agradeceu. Uma outra moça que estava na mesma mesa sussurrou para Faraó: “Papai não saber ler, mas adora olhar livros”.

Leia mais aqui.