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quinta-feira, 24 de maio de 2012

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IV CONCURSO LITERATURA PARA TODOS

 

Os escritores brasileiros Luiz Ruffato, Maria Esther Maciel, Cláudio Daniel e Ronaldo Correia de Brito, e o escritor angolano José Eduardo Agualusa, compõem a comissão julgadora que vai avaliar as obras do concurso Literatura para Todos 2010, promovido pelo Ministério da Educação. A pedagoga Fátima Lucília Vidal Rodrigues será a assessora da comissão para as especificidades da educação de jovens e adultos.

O prazo para a inscrição de livros vai até 13 de outubro. Podem apresentar obras literárias escritores brasileiros e africanos de língua portuguesa. O Literatura para Todos deste ano abrange nove gêneros e vai entregar prêmios individuais no valor de R$ 10 mil, em dinheiro, a nove escritores, além de editar e distribuir os livros para milhares de jovens e adultos em processo de alfabetização ou que frequentam turmas da educação de jovens e adultos em todo o país.

Na quarta edição, o concurso vai selecionar duas obras dos gêneros: prosa (conto, novela ou crônica), poesia, texto da tradição oral (em prosa ou em verso); e uma obra do perfil biográfico e dramaturgia. Os concorrentes dos países africanos – Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe – podem escolher uma das cinco modalidades.

As inscrições serão feitas com o envio das obras literárias. No Brasil, o livro deve ser enviado para o endereço: 4º Concurso Literatura para Todos – Ministério da Educação, Esplanada dos Ministérios, Bloco L, sala 209. CEP 70047-900 – Brasília – DF. Os escritores africanos encaminham as obras para as embaixadas do Brasil em seus países.

A página eletrônica da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) traz o Edital nº 5/2010 do Literatura para Todos e um perfil dos neoleitores, elaborado por Elisiane Vitória Tiepolo, mestre em literatura brasileira pela Universidade Federal do Paraná.

Concurso – Criado em 2006, o concurso Literatura para Todos já selecionou 30 títulos. Desde 2008, a coleção integra o Programa Nacional de Biblioteca na Escola (PNBE) do Ministério da Educação. Confira os escritores que integram a comissão julgadora das obras.


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Doação quer incentivar a leitura em Belo Horizonte

O Tempo, em 1/10/2010

A biblioteca do Centro Cultural Salgado Filho, em Belo Horizonte, recebeu ontem a doação de mil livros, por iniciativa do projeto Sempre Um Papo, de incentivo à leitura. As obras foram simbolicamente entregues pelo jornalista e escritor Laurentino Gomes, autor do best seller “1808″ e do livro “1822″, lançado ontem na capital.

Além de entregar o acervo, que inclui exemplares de suas obras, Gomes foi nomeado padrinho da biblioteca do centro, localizado no bairro Salgado Filho, na região Oeste da cidade, onde proferiu, à tarde, uma palestra aos frequentadores do espaço. “No Brasil, o livro ainda é muito caro. Por isso, a biblioteca tem o importante papel de permitir acesso aos livros às pessoas que não têm como comprá-los. Um desafio do nosso país é equipar suas bibliotecas e formar leitores, cidadãos com mais educação e conhecimento”, declarou.

O Centro Cultural Salgado Filho é um espaço público criado pela prefeitura. Além da biblioteca, são oferecidas oficinas de artes e teatro, exposições de fotografia e aulas de dança, capoeira e bordado, entre outros. Segundo o diretor do espaço, Leonardo Moraes, as atividades são gratuitas e podem ser aproveitadas por pessoas de todas as idades e regiões da capital.

“É um espaço onde o cidadão pode ter acesso à cultura de variadas formas. Hoje, as pessoas já têm consciência de que têm direito à saúde e educação. Muitas, porém, ainda não sabem que a lei também lhes permite o direito à cultura. Este é um espaço gratuito de cultura, que deve ser bem aproveitado pela população da cidade”, afirmou.

Além desse espaço, a prefeitura mantêm outros 14 centros culturais, espalhados pelas demais regionais de Belo Horizonte.


Feira do Livro de Brasília acontece em novo local e traz Pato Fu, Diogo Nogueira e Sérgio Reis

Clica Brasília, em 29/9/2010

Este ano, a 29ª edição da Feira do Livro de Brasília, marcada para acontecer de 8 a 17 de outubro, será realizada em novo local. Em 2010, o evento ocupará 6.600 m² do ExpoBrasília, no Parque da Cidade. Segundo Anderson Batista de Melo, presidente da Câmara do Livro do Distrito Federal (CLDF), a mudança busca aumentar as dimensões da feira, além de abrir mais espaço para outras atividades, como shows, por exemplo. Patu Fu, Zeca Baleiro, Sérgio Reis, Toquinho, Elba Ramalho, Diogo Nogueira e Alceu Valença são algumas das atrações que irão se apresentar no evento.

A programação desta edição, que conta com diversos lançamentos de livros e debates com autores (inclusive internacionais), traz mais uma novidade: workshops variados. As abordagens previstas incluem: Como Editar Seu Livro, Histórias em Quadrinhos, Restauração de Livros Raros, Ilustração, Mangá e Como elaborar Projetos Culturais.

O tema da feira deste ano é O mundo da leitura e a leitura do mundo. “Promoveremos uma feira voltada para a promoção do livro e da leitura, que contará com a presença de nove embaixadas para mostrar um pouco da literatura no mundo”, explica Anderson Batista. Ao todo, serão mais de 157 expositores, comercializando obras dos mais variados gêneros literários. A organização espera que cerca de 300 mil pessoas visitem a feira.

O período em que o evento acontece engloba duas datas importantes: o dia das crianças (12) e o dia dos professores (15). Para os pequenos, haverá grande investimento por parte dos expositores para trazer novidades literárias para eles e o presidente da CLDF acrescenta que também ocorrerão apresentações de peças teatrais infantis. Já os professores contarão com o Ponto de Leitura do Educador, espaço onde poderão consultar livros técnicos e literários.

A feira abrigará também espaços específicos para portadores de necessidades especiais, área para debates entre autores e público — o Café Literário, que este ano homenageia o poeta Nicolas Behr –, entre outras atividades e atrações.

29ª Feira do Livro de Brasília – De 8 a 17 de outubro, das 10 às 22h, no ExpoBrasília – Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade Sarah Kubitschek. Entrada Franca. Classificação livre. Mais informações: www.feiradolivrodebrasilia.com.br.


Projeto de Modernização chega à Biblioteca Pública de Gravatá

JC Online, em 29/9/2010

Livros, cadeiras, estantes, mesas, quadros de avisos novos: tudo isso para a Biblioteca Pública de Gravatá, no Agreste de Pernambuco, que está participando do Projeto de Modernização de Bibliotecas Públicas do Ministério da Cultura em parceria com a Prefeitura.

O programa se divide em duas etapas. Na primeira, a biblioteca recebeu cerca de mil exemplares, entre dicionários de língua portuguesa e literatura infantil. Além disso, a biblioteca recebeu materiais de movelaria.

Uma ótima notícia para os cerca de 500 amantes da boa leitura que comparecem mensalmente à biblioteca. Atualmente, a Biblioteca Pública de Gravatá conta com 6.100 exemplares. Nesta terça-feira (28), uma equipe da biblioteca do Estado chega a Gravatá para fazer a instalação do material, catalogar os livros e capacitar os funcionários.

De acordo com o diretor de cultura de Gravatá, João Gabu, toda a biblioteca vai passar por mudanças, significando um grande avanço e melhoria nos serviços do local. “Estamos aguardando o pessoal da Biblioteca do Estado que chega ainda hoje para instalar os equipamentos e capacitar os funcionários. Tudo isso significa um grande avanço em nosso trabalho, criando oportunidades para pesquisa, sendo um reforço e tanto para os estudantes”, contou João Gabu.

A Biblioteca Pública de Gravatá vive de doação de livros e qualquer pessoa pode doar seus exemplares à instituição. Semana passada, por exemplo, mais de 300 livros foram doados à biblioteca. “Qualquer pessoa que queira doar livros à nossa biblioteca pode vir e fazer sua doação, basta procurar um dos funcionários e fazer este ato de cidadania. Semana passada, por exemplo, mais de 300 livros foram doados”, disse Gabu.

A Biblioteca Pública funciona dentro do Memorial Gravatá, que fica na Rua Cleto Campelo, Centro, em Gravatá. O telefone para contato é (81) 3563-9075.


Surgimento de novos eventos literários é sinal de amadurecimento do mercado, diz editor

Agência Brasil, em 23/9/2010

Cada vez menos presente nas praias santistas, a tradicional tarrafa, uma pequena rede de pesca caiçara, foi o objeto escolhido para simbolizar os objetivos do Festival Internacional de Literatura de Santos, cuja segunda edição começa hoje (22) e segue até o próximo domingo (26).

“Nossa proposta não é fazer um evento acadêmico, mas sim conciliar conteúdo e diversão, promovendo o lazer cultural”, afirmou à Agência Brasil o editor e livreiro José Luiz Tahan, organizador do evento. “A palavra tarrafa, além de ser sonora, remete a uma prática tradicional santista e é uma boa analogia com nossa meta de buscar conquistar mais leitores. E também representa toda a rede de relacionamentos necessários para se promover um evento como este”, disse Zé Luiz, como é conhecido na cidade.

Há 20 anos no mercado livreiro e hoje à frente de uma livraria e da editora Realejo, que publica obras de autores santistas, Zé Luiz entende que o surgimento de novos eventos literários por todo o país e a consolidação dos eventos já tradicionais é um sinal de amadurecimento do mercado editorial. Por isso, ele evita reclamar quando lhe perguntam sobre as dificuldades de tocar uma pequena editora ou de viver da venda de livros fora das grandes capitais.

Nem mesmo o desafio de convencer disputados autores como Luis Fernando Veríssimo, Zuenir Ventura ou João Paulo Cuenca a descerem a Serra do Mar e irem a Santos, a 80 quilômetros da capital paulista, arranca queixas do editor.

“Não gosto de dizer que seja mais difícil realizar um evento como este numa cidade de médio ou de pequeno porte. Há, sim ,particularidades, mas, no nosso caso, acho Santos uma cidade como poucas, já que fica próxima a São Paulo, tem toda um história cultural e a praia permite um clima de despojamento que nos favorece, já que a proposta é fazer uma grande festa sem grande solenidade e pompa”, disse Zé Luiz.

Com 18 autores distribuídos por nove mesas de debate e uma programação paralela planejada especialmente para as crianças e adolescentes, o evento contou com apoio da Lei de Incentivo Fiscal, do Ministério da Cultura, que autorizou a arrecadação de R$ 796 mil com a iniciativa privada. O organizador, contudo, dissse que o custo final ficou abaixo disso.

“Pela relevância da programação e pela proximidade de Santos com a capital, nossa intenção é de que a Tarrafa passe a fazer parte do circuito de eventos literários nacionais, ao lado da Flip [Festa Literária Internacional de Paraty (RJ)] e da Feira do Livro de Porto Alegre”, afirmou Zé Luiz.

O evento será aberto as 19h30 de hoje, com um show do cantor e compositor baiano Tom Zé. Tanto o show quanto os debates ocorrerão no Theatro Guarany, um edifício do Centro Histórico de Santos, inaugurado em 1882 e recentemente reformado. Toda a programação do evento está disponível no site www.tarrafaliteraria.com.br e a entrada é um livro usado que os organizadores prometem doar para instituições beneficentes.


Tiradentes ganha Kit de Biblioteca

Folha das Vertentes, em 17/9/2010

O Ministério da Cultura contemplou a Prefeitura Municipal de Tiradentes com um Kit de Modernização de Bibliotecas Públicas Municipais. Dos 926 municípios que se candidataram, apenas 230 tiveram suas propostas aprovadas.

O Kit é composto por mil livros com os seguintes gêneros: literatura; literatura infantil, obras de referência, artes, ciências humanas, exatas e biológicas. Além dos livros, a biblioteca também ganhou mobiliário e itens de ambiência. De acordo com o vereador e autor do projeto Rogério de Almeida, “é preciso dotar a biblioteca de condições que a tornem um ambiente dinâmico e atraente, transformando-a em um epicentro de formação a leitura.”

A Biblioteca Municipal Tomás Antônio Gonzaga fica aberta de segunda a sexta, das 8 às 12 horas e das 13 às 17 horas.


Biblioteca popular

Correio Braziliense, em 15/9/2010

No princípio era o delírio e o delírio se tornou realidade. Tudo é meio surreal, deliciosamente surreal, na história das bibliotecas e dos projetos cultuurais criados por Luiz Amorim, o dono do açougue T-Bone. Ele é um açougueiro que leu os filósofos gregos e resolveu botar a paideia dentro do açougue. Para quem não sabe, a paideia é o conjunto de conhecimentos essenciais para a formação de um ser humano e um cidadão de qualidade. Amorim é uma espécie de artista conceitual que instalou uma série de bibliotecas populares nos pontos de ônibus, abertas à interação mais democrática e anárquica com o público. Não é preciso se cadastrar, apresentar carteirinha ou assinar a ficha de controle para a devolução do livro.

Até os loucos,com ou sem carteirinha, têm acesso aos livros. Estava esperando um ônibus em um ponto com livros da biblioteca pública do T-Bone quando assisti a uma cena reveladora. Uma moradora de rua, negra, com roupas esfarrapadas e sujas, segurava um livro emprestado da estante doT-Bone. Cheguei mais perto e constatei que era um livro de ensino da língua portuguesa, mas estava de cabeça para baixo, enquanto ela simulava a leitura e fazia um discurso delirante sobre a injustiça social.

De acordo com pesquisa realizada pela fundação Getulio Vargas, Brasília ocupa, com exceção do Plano Piloto, o penúltimo lugar no ranking das bibliotecas públicas do país, só ficando na frente do Amazonas. A matéria informa ainda que, com exceção da Biblioteca de Ceilândia, nenhuma outra está incluída no orçamento das administrações regionais, dependendo exclusivamente de doações para sobreviver. O livro é o objeto mais perseguido ao longo da história. Ele sempre foi uma arma de consciência.

Claro que quem cultiva currais eleitorais foge dos livros como o diabo da cruz.

Animado apenas pela ideia luminosa de colocar a inteligência na rua, sem contar com nenhuma estrutura, sem dotação orçamentária ou quadro de funcionários, Amorim faz mais pela democratização da cultura do que muitas secretarias. E, além dos livros, ele promove noites musicais, recitais de poesia e debates políticos, em sintonia com sua formação de leitor da filosofia grega, para quem o homem é um animal político e o lugar da cultura é na praça pública, o nascedouro da democracia.

Chega gente para agradecer porque a biblioteca ajudou a passar no vestibular da UnB ou no concurso público. É surpreendente como Amorim consegue trazer aos eventos do T-Bone um respeitável time de intelectuais, que inclui Ana Miranda, Ruy Castro, Jorge Mautner, ZuenirVentura, entre outros. Ruy Castro quis tirar uma foto dentro de uma câmara fria e o maestro da Orquestra deViena pediu o jaleco de açougueiro emprestado para reger os seus músicos.

Estava assistindo a um programa de tevê sobre a transformação que o teatro promoveu na Praça Roosevelt, no centro de São Paulo, e pensando em quem faria algo semelhante em Brasília.

Sem dúvida, é o Luiz Amorim, ele é um dos mais admiráveis cidadãos brasilienses.

Ele coloca de maneira radical a questão da democratização da cultura, mostrando que popular deveria ser sinônimo do acesso a tudo que há de melhor. “Cachorro também come filé se você jogar para ele”, me diz o Amorim: “Não sei porque os políticos não se envolvem com a arte. Em todas as cidades onde há investimento forte na cultura, a criminalidade bate no chão”.


Projetos incentivam o hábito da leitura

Agência Brasília, em 1/9/2010

Parceria contribui para a revitalização de salas de leitura nas escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal

Uma parceria entre escolas da Secretaria de Educação (SEDF) com o Projeto Bibliotecas Casas do Saber tem refutado as previsões pessimistas sobre o futuro do livro diante das novas tecnologias. Um exemplo desta ação foi a inauguração da Sala de Leitura Monteiro Lobato, na Escola Classe Café Sem Troco no Paranoá, nesta quarta-feira (1º de setembro).

O projeto Casas do Saber, desenvolvido pela Rede Gasol, tem realizado um trabalho de arrecadação de livros nos postos de combustível do Distrito Federal. Com a colaboração de voluntários, os livros são selecionados e distribuídos para as bibliotecas beneficiadas. Os espaços a serem destinados às salas de leitura também recebem manutenção e mobília.

Na EC Café Sem Troco, a sala recebeu, além do acervo, estantes, mesas e cadeiras e um computador. A iniciativa favoreceu os 284 alunos da instituição educacional. Para o diretor da instituição, Marcelo Soares de Oliveira, a inauguração contribuiu para a valorização da leitura. “Queremos instigar nossos alunos a se tornarem leitores conscientes. Com o novo acervo, nossos projetos de leitura serão consolidados”.

Leia mais.


I Feira Cultura de Ouro Preto

De 24 a 27 de agosto ocorre a I Feira Cultura de Ouro Preto.

A programação contempla palestras, oficinas, exposições e lançamento de livros.

A feira ocorre na Casa da Ópera e Casa dos Contos.


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Campanha doa 4 mil livros

Representantes dos Pontos de Leitura recebem kits com livros

Representantes dos Pontos de Leitura recebem kits com livros

Mais de 600 famílias distribuídas em 23 pontos de leitura de São Paulo serão beneficiadas com 4 mil livros, doados pelas editoras associadas ao Instituto Pró-Livro  para que possam estimular seus filhos a ler mais, lendo com eles e descobrindo o prazer advindo de uma boa leitura.

 Mas os pontos de leitura escolhidos vão além das famílias, o Projeto Leitura Ativa, por exemplo, levará parte das obras para três penitenciárias do Estado. Já a Associação Viva e Deixe Viver também levará a campanha e os kits para mães que tratam de seus filhos em  hospitais atendidos por eles.

A Campanha Mãe Lê Pra Mim? – que se encerrou na 21ª Bienal do Livro de São Paulo, no dia 22, surgiu a partir dos resultados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, promovida pelo Instituto Pró-Livro. A pesquisa revelou, entre outros dados importantes, que 73% das crianças têm em sua mãe a maior influência para criar o hábito da leitura.

Para ampliar a área de abrangência do “Mãe, lê pra mim?”, além de divulgação na mídia o IPL teve o apoio do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e do Ministério da Cultura. 

A luta pelo fomento da leitura é o foco constante do IPL, fundado em 2007 com a missão de contribuir para o desenvolvimento de ações voltadas a transformar o Brasil num país leitor.  O IPL já prepara a terceira edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil para aprofundar-se ainda mais nos hábitos de leitura dos brasileiros e poder avaliar as mudanças comportamentais no mundo da leitura nesse período. Os resultados serão divulgados em 2011.

Para os próximos meses está previsto o lançamento do curso de capacitação a distância e o início dos Fóruns e Oficinas Regionais “Mais Livro e Mais Leitura nos Estados e Municípios”, que terão o objetivo de mobilizar governos estaduais e municipais a considerar a importância de políticas públicas e das ações voltadas ao fomento à leitura e acesso ao livro.

Mães atendidas pelos Pontos de Leitura participaram do evento.

Mães atendidas pelos Pontos de Leitura participaram do evento.