Ministério da Cultura Brasil - um país de todos

sexta-feira, 12 de março de 2010

Você está em » Na Mídia

“Ministro pede a deputados aprovação de projetos da área cultural” – Agência Câmara (DF) – 10/03/2010

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, pediu nesta quarta-feira a aprovação de propostas de interesse para a área cultural, durante reunião com integrantes da Comissão de Educação e Cultura. Um dos projetos que o ministro espera ver aprovado neste ano é o que cria o vale-cultura (PL 5798/09) – benefício no valor de R$ 50 a ser usado na compra de livros e de ingressos em shows, cinema e teatro.

A proposta já foi aprovada pela Câmara, mas terá de ser votada novamente pelos deputados pois foi modificada pelo Senado. A expectativa do ministro é que o novo vale entre em vigor até o fim deste ano. “Muitos cinemas serão abertos nos bairros populares. Isso possibilitará ao trabalhador um upgrade”, acredita Juca Ferreira.

Além do vale-cultura, estão em análise na Câmara projetos que criam o Sistema Nacional de Cultura (PEC 416/05) e o Plano Nacional de Cultura (PL 6835/06), além da proposta que introduz a cultura entre os direitos sociais previstos na Constituição (PEC 49/07) e da que destina um percentual mínimo de verbas para a cultura (PEC 150/03). Esta última proposta obriga a União a destinar 2% de seu Orçamento para o setor.

Aumento de recursos
Juca Ferreira e vários deputados defenderam o aumento de recursos orçamentários. Sem dinheiro, afirmaram, não adianta elaborar planos culturais nem há como executar programas. Apesar da reivindicação, o ministro lembrou que, agora para 2010, as verbas destinadas à cultura chegam a 1% do Orçamento da União.

“O Congresso é quem aprova o Orçamento. Saímos de 0,2% para 1%, de R$ 287 milhões para R$ 2,5 bilhões. Talvez seja o maior crescimento orçamentário nas últimas décadas”, afirmou. Segundo Juca Ferreira, o aumento será benéfico para o País, pois vai gerar empregos, fortalecerá a economia e ampliará a capacidade de exportação de produtos culturais.

Descentralização
Na reunião, o deputado Maurício Rands (PT-PE) defendeu a descentralização do financiamento cultural no Brasil. “Não é possível que 80% do financiamento da cultura estejam concentrados apenas no Rio e São Paulo. Queremos votar uma proposta descentralizadora. A Constituição prevê a remoção das desigualdades no País”, disse Rands, que é presidente da comissão que analisa a PEC 416/05.

Na avaliação da deputada Maria do Rosário (PT-RS), a cultura será um dos temas centrais dos programas dos candidatos à Presidência da República neste ano. “Não estamos tratando de um tema secundário, mas da identidade nacional, de um direito social.”

Apresentada pelo deputado Iran Barbosa (PT-SE), a PEC 49/07 busca garantir essa centralidade, ao incluir a cultura entre os direitos sociais previstos na Constituição. “A cultura já tem caráter constitucional, mas precisa estar elencada com as outras políticas”, disse Barbosa. O ministro Juca Ferreira também apoiou a proposta, ao dizer que tudo deve ser institucionalizado na democracia.

Setor prioritário
O presidente da Comissão de Educação e Cultura, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), se comprometeu a trabalhar pela aprovação de todas as propostas. Os deputados, disse ele, querem consolidar essa nova visão de cultura como setor prioritário do Estado e estão empenhados no debate. Antes da reunião na comissão, o assunto já havia sido discutido em café da manhã promovido na Câmara pela bancada do Nordeste.

Para o ministro Juca Ferreira, ainda há muito a ser feito. Falta investir em áreas como a capacitação de artistas e criar um plano de carreira para os trabalhadores do setor. Essas medidas, acredita, poderão mudar a realidade do País. “Hoje, pouco mais de 5% dos brasileiros entraram alguma vez na vida em um museu, só 13% vão ao cinema e só 17% compram livros”, lamentou.

Conferência
Juca Ferreira também convidou os parlamentares a participarem da Conferência Nacional de Cultura, que começa na quinta-feira (11), em Brasília. O encontro, disse, é uma oportunidade de os cidadãos colaborarem na elaboração de políticas públicas. “A conferência é um vetor de fortalecimento da cultura no Brasil. É vital como todas as outras formas de consulta pública.”

Fonte: Agência Câmara


“Lei Rouanet e Sistema Nacional de Cultura em debate no Congresso Nacional” – blog Angelo Vanhoni – 23/02/2010

Está em tramitação na Câmara Federal o Projeto de Lei 6722/10, do Poder Executivo, que cria o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura (Procultura) e revoga a legislação vigente sobre o assunto, como a Lei Rouanet. A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) foi designada relatora do projeto na Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal, o qual também foi apensado ao PL 1139/2007, do deputado Raul Henry (PMDB-PE), que define que os recursos via renúncia fiscal devem ser proporcionais à população de cada estado.

Link para a ìntegra da proposta de alteração da Lei Rouanet (Pró-cultura)

Foi instalada também no mês de fevereiro, em 10/02/2010, a comissão especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição 416/05, que cria o Sistema Nacional de Cultura. A PEC, de autoria do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), se inspira no Sistema Único de Saúde (SUS) e estabelece princípios e diretrizes comuns a estados, municípios e União. O deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE), foi designado relator da comissão.

O Sistema Nacional de Cultura funcionará em regime de colaboração, de forma horizontal, aberta, descentralizada e participativa. O sistema será formado pelo Ministério da Cultura; pelo Conselho Nacional da Cultura; pelos sistemas de cultura de estados e municípios; por instituições públicas e privadas ligadas à promoção de atividades culturais; e pelos chamados subsistemas complementares, que incluem os sistemas de museus, de bibliotecas e de incentivo à cultura.

Fonte: http://www.vanhoni.com.br/2010/03/assembleia-geral-da-representacao-central-ucraniano-brasileira-comissao-organizadora-das-comemoracoes-dos-120-anos-da-imigracao-ucraniana/


Coluna Repórter Brasília (RS) – Jornal do Comércio – 01/03/2010

A Comissão Especial da PEC do deputado Paulo Pimenta (PT) que cria o Sistema Nacional de Cultura, estará reunida amanhã para eleger seus vice-presidentes.


Publicado em: 1 de março de 2010 | Na Mídia | Tags: , , | Comente este post

“Teia PE reúne 120 entidades” – Jornal do Commercio (PE) – 26/02/2010

O papel estratégico do Sistema Nacional de Cultura na conjuntura atual é o tema do Teia PE 2010, que reúne mais de 120 entidades culturais pernambucanas e servirá para troca de experiências visando a construção política de um novo modelo de cultura para o Estado. O evento é realizado pela Rede dos Pontos de Cultura de Pernambuco – Rede.PE, com apoio do Ministério da Cultura e da Fundarpe. O Teia PE 2010 ocorre desde ontem e segue até domingo, no Hotel Highlander, em Chã Grande.


Publicado em: 26 de fevereiro de 2010 | Na Mídia | Tags: , , , | Comente este post

“Sistema pretende ampliar acesso da população à Cultura” – Repórter Brasil (TV Brasil) – 25/02/2010

Entrevista com o deputado Maurício Rands, presidente da Comissão Especial que vai analisar a PEC que cria o Sistema Nacional de Cultura, veiculada no programa Repórter Brasil Manhã, da TV Brasil, nesta quinta-feira, 25 de fevereiro.


“Sistema de Cultura é pauta na Câmara” – Folha de Pernambuco (PE) – 24/02/2010

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que cria o Sistema Nacional de Cultura é pauta hoje de reunião na Câmara Federal, em Brasília. Em discussão, o planejamento dos trabalhos da Comissão Especial presidida pelo deputado federal Maurício Rands (PT-PE). A PEC-416/2005 é de autoria do deputado Paulo Pimenta (PT-RS).
Conforme o relator da PEC, deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE), o sistema, inspirado no Sistema Único de Saúde (SUS), envolve diretrizes comuns a estados, municípios e União. Para ele, a proposta pode vir a gerar resistências por parte de governadores e prefeitos, por acreditarem que a autonomia da gestão cultural estaria ameaçada. Por isso, ele enfatiza que o Sistema Nacional de Cultura não exclui a programação cultural desses entes federativos.

“Por meio do Sistema, pretendemos aplicar de uma maneira mais convergente os recursos públicos, sobretudo nas linguagens artísticas que têm menos apoio do mercado e da iniciativa privada e nas regiões nas quais não há financiamento do poder público”, explica o deputado Paulo Rubem.

Segundo o deputado Maurício Rands, estados e municípios vão ter mais instrumentos para fortalecer atividades culturais nos seus âmbitos. A PEC, que tramita há cinco anos, foi precedida de audiências públicas realizadas em vários estados com o propósito de definir a estruturação do sistema. As reuniões mobilizaram gestores e produtores culturais. A proposta ainda vai ser votada na comissão e seguirá para o plenário da Câmara. Em paralelo, tramitam um projeto de lei de redefinição da Lei Rouanet e outra PEC, voltada à definição dos investimentos orçamentários mínimos de cultura.

COLABORAÇÃO

O Sistema Nacional de Cultura funcionará em regime de colaboração, de forma horizontal, descentralizada e participativa. Ele contará com a participação do Ministério da Cultura, do Conselho Nacional da Cultura, sistemas de cultura de estados e municípios, instituições ligadas à promoção de atividades na área e sistemas de museus e bibliotecas.

Fonte: Folha de Pernambuco


Publicado em: 24 de fevereiro de 2010 | Na Mídia | Tags: | Comente este post

“Armazém Cultural sedia Encontro Nacional de Cultura” – blog Ensaio Geral (MT) – 23/02/2010

Durante três dias Campo Grande será o centro cultural do Brasil. A partir de hoje(22), diversos secretários municipais de cultura das capitais estarão reunidos na cidade participando do Encontro Nacional dos Secretários de Cultura. Artistas, produtores culturais e demais membros da sociedade civil poderão participar das reuniões, tirar dúvidas, além de conhecer projetos e como participar desses projetos.

A vinda dos secretários a Campo Grande foi decidida em um encontro realizado em Porto Alegre pelo Coletivo dos Secretários e acatada pelo diretor presidente da Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande (Fundac), Athayde Nery, que atualmente ocupa o cargo de secretário executivo do Fórum. O encontro já aconteceu em Brasília, no Rio de Janeiro, em Porto Alegre e agora será em Campo Grande. Além de ser uma forma de prestigiar a cidade, faz com que a Capital passe a ser o centro da discussão da cultura durante esse período.

Entre os secretários municipais de cultura que já confirmaram a participação estão os representantes de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Fortaleza, Macapá, Curitiba e Natal. Os gestores culturais das cidades do interior de Mato Grosso do Sul receberam convites para participação. O prefeito Nelson Trad Filho irá representar a Frente Nacional dos Prefeitos (FNP) a pedido o presidente da FNP e prefeito de Vitória (ES) João Carlos Coser. A participação de prefeitos em um encontro como esse é uma forma de fomentar e dar mais força a gestão de culturas dos municípios.

O Fórum Nacional de Cultura é um dos mais importantes organismos de discussão e de encaminhamento da questão cultural no País e faz parte com dois titulares no Conselho Nacional de Política Cultural. Também faz parte da Frente Nacional de Prefeitos, reconhecida pelo Parlamento Nacional sendo que suas deliberações têm influenciado decisivamente o fortalecimento da cultura no Brasil.

Programação

A abertura oficial será na terça-feira (23) às 9h. A partir das 10h tem início a discussão do tema Cooperação Minc com as Cidades. A secretária de articulação institucional do Ministério da Cultura, Silvana Lumachi Meireles, falará sobre Microprojetos Mais Cultura, um edital já existente no Minc. A palestra é uma maneira dos interessados em participar do edital tirarem dúvidas e terem novas idéias para projetos.

João Roberto Peixe, Coordenador Geral de Relações Federativas e Sociedade da Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura apresentará os termos de Cooperação do Sistema Nacional de Cultura e, para fechar a manhã, o Diretor da Secretaria de Políticas Culturais do Ministério da Cultura Afonso Luz discorrerá sobre os convênios de cooperação técnica do Minc.

Durante a tarde será realizada uma discussão sobre a II Conferência Nacional de Cultura.

Na quarta-feira (24) a manhã será dedicada a informes gerais do Fórum e também ao Seminário das Mercocidades. Durante a tarde o Secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura José Luiz Herência irá comandar uma discussão sobre Fomento e Gestão Cultural.

Uma das personalidades de destaque que já confirmou presença é Jandira Feghali, secretária de cultura do município do Rio de Janeiro. Jandira foi eleita, em 2009, presidente do Fórum Nacional dos Secretários Municipais de Cultura das Capitais.

Jandira atuou no movimento sindical, chegando, em 1983, ao cargo de presidente da Associação Nacional dos Médicos Residentes. Em 1986, Jandira elegeu-se deputada estadual constituinte no Rio de Janeiro, exercendo o mandato de 1987 a 1991. Em 1990 foi eleita deputada federal pelo mesmo estado, sendo sucessivamente reeleita.

Foi coordenadora da bancada feminina no Congresso Nacional de 1998 a 2004 e também vice-presidente da Frente Parlamentar da Saúde. Em 2005 relatou o projeto de lei do poder executivo que cria mecanismos para coibir a violência doméstica contra a mulher. A redação final é fruto do parecer apresentado por Jandira na comissão de mérito. É dela, ainda, o texto final da lei que concede licença maternidade à mãe adotante.

É autora de três projetos já aprovados pela Câmara dos Deputados e em tramitação no Senado Federal: regionalização da programação artística, cultural e jornalística; fornecimento de bolsas de colostomia pelos planos e seguros de saúde; e o que regulamenta a produção e comercialização de matéria-prima, equipamento, material ou maquinário destinado a fabricação, acondicionamento, embalagem, controle de qualidade ou a qualquer outra fase visando à produção de medicamentos.

Fonte: http://ensaiogeral.com.br/2010/02/armazem-cultural-sedia-encontro-nacional-dos-secretarios-de-cultura/


“Capital abre encontro com secretários de cultura” – Capital do Pantanal (MT) – 23/02/2010

Diversos secretários municipais de cultura estão em Campo Grande participando do Encontro Nacional dos Secretários de Cultura. O encontro foi aberto nesta terça-feira (23) no Armazém Cultural da capital. Além de contar com a presença dos secretários de cultura de Belo Horizonte, São Luis, Cuiabá, Macapá, Fortaleza, Curitiba Rio Verde, Dourados e Bonito, o evento contará com palestras de João Roberto Peixe, coordenador geral de Relações Federativas e Sociedade da Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura e de Jandira Feghali, secretária de cultura do Rio de Janeiro e presidente do Fórum Nacional dos Secretários Municipais de Cultura das Capitais realizado em 2009.

Para Roberto Peixe, o ano de 2010 será decisivo para a cultural nacional. “Temos vários projetos em tramitação no Congresso Nacional”, disse. Mas ressaltou que não será fácil, pois o ano será marcado pela eleição. “A tramitação dos projetos no congresso se tornará mais complicada”, se referindo aos políticos que devem priorizar as eleições do que os projetos encaminhados a casa. Entre os projetos, Peixe citou o Plano Nacional de Cultura, que já foi aprovado pela Câmara dos Deputados Federal, porém falta o aval do congresso.

“A cultura por muito tempo foi apêndice. Ela tem que ser protagonista. Tem que se olhar com os olhos que a cultura merece ser olhada”, expressou Athayde Nery, presidente da Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande (Fundac). Para Athayde, o objetivo do evento é reunir gestores municipais de Mato Grosso do Sul para que possam apresentar ideias. “Temos que unir forças para garantir recursos para as secretarias municipais”, explicou. “Aqui percebemos um Brasil do ponto de vista cultural. É uma rica experiência. Tem representantes do ministério da cultura que podem explicar sobre os trâmites burocráticos para conseguir recursos”, finalizou Athayde.

Para o presidente da Fundação de Cultura de MS, Américo Calheiros, o evento trará visibilidade à cultura do estado. “É importante este intercâmbio, e acrescentará para todos que fazem cultura. Vamos mostrar nossas vivências, influências na gastronomia, na dança e na musica”, falou.

fonte: http://www.capitaldopantanal.com.br/portal/contents.php?CID=79686


“Fórum reúne representantes da cultura de todo o País em CG” (MT) – 24/02/2010

O primeiro Encontro do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Cultura das Capitais do Brasil de 2010, que aconteceu na cidade de Campo Grande entre os dias 23 e 24 de fevereiro (terça e quarta-feira) reuniu diversos representantes de todo o Brasil e principalmente do interior do Estado. Um dos grandes destaques foi a presença da presidente do Fórum e secretária de cultura do Rio de Janeiro, Jandira Feghali.

A abertura aconteceu na terça feira com Jandira Feghali, que expos a importância estratégica e integradora da política cultural e destacou a necessidade de ampliar a abrangência do Fórum, fazendo com que atinja as cidades do interior dos Estados. “Temos que dar mais forças aos municípios. Essas ações são de extrema importância para debatermos as cooperações com o governo federal. O Fórum durante esse ano tem um papel fundamental, por ser um ano eleitoral. Temos o dever de contribuir na formulação dos planos de governo”, apontou a presidente do Fórum.

Também esteve presente na mesa de discussão, representando a sociedade civil o presidente do Fórum Municipal de Cultura de Campo Grande, Victor Hugo Samúdio. Para ele, que representava também a classe artística do município, “um evento como esse dá oportunidade para que mais pessoas conheçam a riqueza de nosso Estado e também toda a diversidade cultural de nossa Cidade”.

Para o diretor presidente da Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande Athayde Nery, que é secretário executivo do Fórum Nacional, “o encontro protagoniza a cultura como movimento essencial para transformar o Brasil num pais verdadeiramente democratico. “O Plano Municipal de Campo Grande, entregue oficialmente pelo prefeito Nelson Trad Filho é um exemplo que mostra a necessidade de se discutir a cultura em todos os segmentos. É o caminho para que a cultura deixe de ser uma política de governo e se torne política de Estado”, frisa.

Athayde aponta ainda que é necessário que haja a participação de toda a sociedade na construção da Cultura. “Esses encontros são decisivos no Sistema Nacional de Cultura, que é presença nos Estados como instrumento de governo”, detalha. Para o presidente da Fundac, outro fato que deve ser considerado são as três dimensões da cultura: simbólica, cidadã e econômica. “Devemos pagar bem os artistas para mostrarmos que a cultura é um elemento decisivo na economia. A cultura deve ser tratada como elemento de pacificação e principalmente como direito social de todos os cidadãos”, completa.

Para João Roberto Peixe, coordenador geral de relações federativas e sociedade da Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura (Minc), a cidade de Campo Grande conseguiu de maneira eficaz a construção de um Plano Municipal de Cultura, que existia até então apenas na cidade de Recife. “Políticas públicas consolidadas garantem a continuidade das políticas mesmo com a alternância dos governos. Necessitamos ainda de um esforço suprapartidário para que a tramitação dos projetos no Congresso seja mais rápida”, garante.

Participação

Representantes de diversas entidades de Campo Grande estiveram no Fórum, demonstrando seu apoio. O presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) Américo Calheiros, considera a jornada uma “nova construção da visão da cultura em todo o País”. “A Cultura vem tomando corpo no Brasil e nossa luta é exatamente para consolidarmos isso. Devemos ver o setor cultural como protagonista e cobrar que seja inserida na agenda política de todos aqueles que estão pleiteando um cargo. Cultura é desenvolvimento”, finaliza. Já o presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Paulo Siufi, acredita que a realização do encontro é histórica para a cidade.

Entre os presentes, estavam representantes ligados a área cultural de diversas cidades do estado como Paranhos, Bonito, Corumbá, Rio Verde, Maracaju, Iguatemi, Costa Rica, Bodoquena, Ribas do Rio Pardo, Itaquirai, Dourados, Aquidauana, Cassilândia, Dois Irmãos do Buriti, Coxim, Aral Moreira, Amambai, Três Lagoas e Figueirão, que aproveitaram a oportunidade para criar o Forum de gestores culturais das cidades do Mato Grosso do Sul como primeiro encaminhamento para fortalecimento da cultura.

Entre os representantes de outros estados estiveram secretários e representantes de São Caetano do Sul (SP), Betim (MG), São Luiz (MA), Fortaleza (CE), Sabará (MG), Cuiabá (MT), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ), Macapá (AP), Curitiba (PR), Belo Horizonte (BH), Santa Luzia (MG), Brasília (DF), Belém (PA) entre outros.

Os principais temas discutidos foram os Micro projetos Culturais do Ministério da Cultura, os Termos de Cooperação do Sistema Nacional de Cultura e os Convênios de Cooperação Técnica do Minc. Também esteve em pauta a II Conferência Nacional de Cultura, os Seminários das Mercocidades e uma discussão sobre Fomento e Gestão Cultural.

Fonte: MS Notícias


“Fórum Nacional de Secretários e dirigentes de cultura reúne representantes de todo o País” (MT) – Prefeitura de Campo Grande – 24/02/2010

O primeiro Encontro do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes de Cultura das Capitais do Brasil de 2010, que aconteceu na cidade de Campo Grande nos dias 23 e 24 de fevereiro (terça e quarta-feira) reuniu diversos representantes de todo o Brasil e principalmente do interior do Estado. Um dos grandes destaques foi a presença da presidente do Fórum e secretária de cultura do Rio de Janeiro, Jandira Feghali.

A abertura aconteceu na terça feira com Jandira Feghali, que expôs a importância estratégica e integradora da política cultural e destacou a necessidade de ampliar a abrangência do Fórum, fazendo com que atinja as cidades do interior dos Estados. “Temos que dar mais forças aos municípios. Essas ações são de extrema importância para debatermos as cooperações com o governo federal. O Fórum durante esse ano tem um papel fundamental, por ser um ano eleitoral. Temos o dever de
contribuir na formulação dos planos de governo”, apontou a presidente do Fórum.

Também esteve presente na mesa de discussão, representando a sociedade civil, o presidente do Fórum Municipal de Cultura de Campo Grande, Victor Hugo Samúdio. Para ele, que representava também a classe artística do município, “um evento como esse dá oportunidade para que mais pessoas conheçam a riqueza de nosso Estado e também toda a diversidade cultural de nossa cidade”.

Para o diretor presidente da Fundação Municipal de Cultura de Campo Grande, Athayde Nery, que é secretário executivo do Fórum Nacional, “o encontro protagoniza a cultura como movimento essencial para transformar o Brasil num pais erdadeiramente democrático. “O Plano Municipal de Campo Grande, entregue oficialmente pelo prefeito Nelson Trad Filho é um exemplo que mostra a necessidade de se discutir a cultura em todos os segmentos. É o caminho para que a cultura deixe de ser uma política de governo e se torne política de Estado”, frisa.

Athayde aponta ainda a necessidade da participação de toda a sociedade na construção da Cultura. “Esses encontros são decisivos no Sistema Nacional de Cultura, que é presença nos Estados como instrumento de governo”, detalha. Para o presidente da Fundac, outro fato que deve ser considerado são as três dimensões da cultura: simbólica, cidadã e econômica. “Devemos pagar bem os artistas para mostrarmos que a cultura é um elemento decisivo na economia. A cultura deve ser tratada como elemento de pacificação e principalmente como direito social de todos os cidadãos”, completa.

Para João Roberto Peixe, coordenador geral de relações federativas e sociedade da Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura (Minc), a cidade de Campo Grande conseguiu de maneira eficaz a construção de um Plano Municipal de Cultura, que existia até então apenas na cidade de Recife. “Políticas públicas consolidadas garantem a continuidade das políticas mesmo com a alternância dos governos. Necessitamos ainda de um esforço suprapartidário para que a tramitação
dos projetos no Congresso seja mais rápida”, garante.

Participação

Representantes de diversas entidades de Campo Grande estiveram no Fórum, demonstrando seu apoio. O presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) Américo Calheiros, considera a jornada uma “nova construção da visão da cultura em todo o País”. “A Cultura vem tomando corpo no Brasil e nossa luta é exatamente para consolidarmos
isso. Devemos ver o setor cultural como protagonista e cobrar que seja inserida na agenda política de todos aqueles que estão pleiteando um cargo. Cultura é desenvolvimento”, finaliza. Já o presidente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Paulo Siufi, acredita que a realização do encontro é histórica para a cidade.

Entre os presentes, estavam representantes ligados a área cultural de diversas cidades do estado como Paranhos, Bonito, Corumbá, Rio Verde, Maracaju, Iguatemi, Costa Rica, Bodoquena, Ribas do Rio Pardo, Itaquirai, Dourados, Aquidauana, Cassilândia, Dois Irmãos do Buriti, Coxim, Aral Moreira, Amambai, Três Lagoas e Figueirão, que aproveitaram a oportunidade para criar o Forum de gestores culturais das cidades do Mato Grosso do Sul como primeiro encaminhamento para
fortalecimento da cultura.

Entre os representantes de outros estados estiveram secretários e representantes de São Caetano do Sul (SP), Betim (MG), São Luiz (MA), Fortaleza (CE), Sabará (MG), Cuiabá (MT), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ), Macapá (AP), Curitiba (PR), Belo Horizonte (BH), Santa Luzia (MG), Brasília (DF), Belém (PA) entre outros.

Os principais temas discutidos foram os Micro projetos Culturais do Ministério da Cultura, os Termos de Cooperação do Sistema Nacional de Cultura e os Convênios de Cooperação Técnica do Minc. Também esteve em pauta a II Conferência Nacional de Cultura, os Seminários das Mercocidades e uma discussão sobre Fomento e Gestão Cultural.

Fonte: Prefeitura de Campo Grande