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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Tag » plano nacional de cultura

Sistema Nacional de Cultura

Originalmente publicada no cultura.gov

MinC lança programa de apoio à implementação de Sistemas de Cultura em estados e municípios

A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, lançou nesta sexta-feira, 2 de março, o Programa de Fortalecimento Institucional pela Implementação do Sistema de Cultura. O evento faz parte da programação do 1º Seminário Planos de Cultura, organizado pela Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura (SAI/MinC), em Brasília, entre os dias 29 de fevereiro e 2 de março.

O programa prevê o apoio a estados e municípios na elaboração de seus Planos de Cultura, além de auxiliar as Representações Regionais do MinC na constituição dos sistemas estaduais e Municipais de Cultura (em parceria com a Unesco) e também apoiar a formação de gestores culturais do Nordeste, contando com a colaboração de equipes técnicas da Fundação Joaquim Nabuco e da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). As duas últimas ações serão lançadas posteriormente,  até o final de março. (mais…)


Balanço de 2011, o ano do SNC

O Sistema Nacional de Cultura (SNC) é um dos projetos mais importantes do Ministério da Cultura (MinC) e seu avanço é também o avanço da cultura nacional. Em 2010 o programa já tinha 337 municípios integrados e a meta era alcançar, no ano seguinte, aproximadamente 550 cidades participantes, porém o aumento foi muito maior que o esperado.

Em 2011 o SNC alcançou 782 municípios e 17 estados em processo de integração, que representam 14,1% das cidades e 63,0% dos estados. (mais…)


Começa a Consulta Pública das Metas do Plano Nacional de Cultura

A partir de hoje, começa a Consulta Pública às metas do Plano Nacional de Cultura. Participe deste diálogo e ajude a construir o Plano.

O Plano Nacional de Cultura vem sendo construído há alguns anos por milhares de mãos, portanto é importante compreender o histórico desse processo antes de colaborar na Consulta Pública. Visite a página de Histórico do PNC e conheça cada etapa que levou a formação das metas atuais em debate.

Originalmete publicada em pnc.culturadigital.br


Publicado em: 21 de setembro de 2011 | Na Mídia | Tags: | 2 comentários

Novo incentivo para a Cultura

Ministro Juca Ferreira agradece parlamentares pela aprovação do PNC e ProCultura

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, esteve, no final da manhã desta quarta-feira (8), na Comissão de Educação  e Cultura (CEC)  da Câmara dos Deputados, para agradecer o apoio dos parlamentares à aprovação do Plano Nacional de Cultura (PNC), instituído pela Lei nº 12.343, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último dia 2.

O texto define os princípios e os objetivos para a área da Cultura, direcionados aos próximos dez anos e também cria o Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais. (mais…)


Um Plano para a Cultura

Congresso Nacional aprova diretrizes para política cultural

O Plano Nacional de Cultura (PNC) foi aprovado, por unanimidade, nesta terça-feira, 9 de novembro, na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal e segue agora para sanção presidencial. Depois de sua assinatura, o Ministério da Cultura terá 180 dias para definir metas a atingir na implementação do plano.

Demandado pela sociedade por meio da I e II Conferência Nacional de Cultura e em esforço conjunto entre o Ministério da Cultura e o Congresso Nacional, o PNC representa um avanço para a Cultura do país ao definir as diretrizes da política cultural pelos próximos 10 anos.

“A aprovação do Plano Nacional de Cultura é uma vitória muito grande, primeiro, porque institucionaliza os avanços obtidos nos últimos anos pelo governo federal na área da cultura e, depois, porque garante a continuidade das políticas culturais no Brasil”, comemorou o ministro da Cultura, Juca Ferreira. (mais…)


Os Conselhos Estaduais de Cultura já são uma realidade no Brasil

Publicado em www.gentedeopiniao.com.br – 22/08/2010

Os Conselhos Estaduais de Cultura já são uma realidade no Brasil. Até agora, a pesquisa Políticas Culturais, Democracia e Conselhos de Cultura constatou que o Brasil possui 23 (dos 27 possíveis) Conselhos de Cultura estaduais ativos.

Estão inativos os Conselhos Estaduais de Cultura do Pará, Tocantins e Paraná. O Estado de Rondônia não possui Conselho – situação que inviabiliza a plena participação desses quatro estados ao Plano Nacional de Cultura (PNC) e no Sistema Nacional de Cultura (SNC). (mais…)


Publicado em: 29 de setembro de 2010 | Na Mídia | Tags: , | 2 comentários

Projeto debate papel dos Conselhos nas políticas brasileiras de cultura

Encontro em Salvador nos dias 31 de agosto e 1º setembro reuniu especialistas e autoridades para discutir este importante foro de representação da classe artística e dos gestores de cultura

Nos dias 31 de agosto e 1º setembro, Salvador (BA) recebeu o ciclo de palestras e discussões “Políticas Culturais, Democracia e Conselhos de Cultura”, realizado pela Universidade Federal da Bahia, com apoio do Ministério da Cultura.

O objetivo do encontro foi discutir a situação dos conselhos de cultura no país, reunindo especialistas e conselheiros de todo o Brasil. Este encontro presencial faz parte da construção do amplo diagnóstico dos conselhos de cultura, que é um dos componentes necessários para a implantação dos sistemas de cultura nos três entes federativos.

O coordenador-geral do SNC, João Roberto Peixe e o também coordenador Bernardo Mata-Machado foram convidados para o primeiro dia do evento. Bernardo fez parte da mesa de abertura do Encontro e Peixe colocou em pauta, na mesa da tarde do dia 31/8, as diretrizes e os avanços do Sistema Nacional de Cultura, com ênfase na discussão dos Conselhos, Fundos e Planos.

Serviço:
Seminário Políticas Culturais, Democracia e Conselhos de Cultura
Onde: Sala do Coro do Teatro Castro Alves
Quando: 31 de agosto e 1 de setembro
Público-alvo: conselheiros de cultura e pesquisadores de políticas culturais

Para participar do evento, conhecer a programação e acompanhar as discussões, basta acessar: www.conselhosdecultura.ufba.br

(Leonardo Menezes – Comunicação Social SAI/MinC)

 


Aprovado na CAE o Plano Nacional de Cultura

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nessa quarta-feira última (7/7) projeto de lei que institui o Plano Nacional de Cultura (PNC). Além de definir princípios e objetivos para a área cultural nos próximos dez anos, a proposta (PLC 56/10), da Câmara dos Deputados, discrimina os órgãos responsáveis pela condução das políticas para a área e aborda ainda aspectos relativos ao financiamento.

Como definido no texto, o Plano será regido pelos princípios de diversidade cultural, respeito aos direitos humanos, responsabilidade socioambiental e valorização da cultura como vetor do desenvolvimento sustentável.

Um dos objetivos previstos é o desenvolvimento cultural do País, por meio da integração de iniciativas do Poder Público que conduzam à defesa e à valorização do patrimônio cultural. O plano tem ainda por finalidade estimular a produção, promoção e difusão dos bens culturais; a formação de pessoal qualificado para a gestão do setor; a democratização do acesso aos bens culturais; e valorização da diversidade étnica e regional. (mais…)


II Conferência Nacional de Cultura discute políticas brasileiras

II-CNC-vertical-04De quinta-feira (11) a domingo (14), Brasília será palco de grandes discussões sobre Cultura envolvendo artistas, produtores culturais, investidores, gestores e representantes da sociedade de todo o País. Eles estarão reunidos na II Conferência Nacional de Cultura (CNC), que acontece no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, com o objetivo de debater, aperfeiçoar e formular políticas públicas da área.

Na abertura do encontro, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, receberá o presidente da República em exercício, José Alencar, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, outros ministros de Estado e secretários Estaduais e Municipais de Cultura. A cerimônia de abertura será apenas para convidados e imprensa, na noite do dia 11, no Teatro Nacional Cláudio Santoro.

Segundo o ministro Juca Ferreira, eventos como a Conferência provam como é positivo e essencial que a sociedade tome cada vez mais iniciativas, uma vez que o papel do Estado é criar as condições para o acesso, para o desfrute.

“Isso tudo reflete o quê? Que através desse método democrático de discutirmos tudo, as prioridades, os métodos, os projetos, estamos valorizando a Cultura, responsabilizando o Estado pela construção dessa sensibilidade plena, dessa economia tão importante que é a Cultura”, reforça o ministro.

Os debates da Conferência contribuirão para a construção de um marco regulatório da Cultura, fundamental para o fortalecimento da área no País. Outras áreas estratégicas como Educação, Saúde e, mais recentemente, Assistência Social, já possuem seus marcos regulatórios.

Na Cultura, estão em tramitação no Congresso Nacional o Sistema Nacional de Cultura (SNC), o Plano Nacional de Cultura (PNC) e a PEC 150/2003, que vincula à Cultura 2% da receita federal, 1,5% das estaduais e 1% das municipais.
Durante o encontro, também serão avaliados os resultados da I Conferência, realizada há cinco anos.

Os debates seguirão cinco eixos temáticos: Produção Simbólica e Diversidade Cultural; Cultura, Cidade e Cidadania; Cultura e Desenvolvimento Sustentável; Cultura e Economia Criativa; Gestão e Institucionalidade da Cultura.

Dentro das etapas da II CNC, foram feitas conferências municipais e intermunicipais; estaduais e do Distrito Federal; pré-conferências setoriais; conferência virtual e conferências livres como forma de mobilizar os setores culturais para esta plenária nacional.

Todos os estados realizaram suas conferências, elegendo 743 delegados ao todo. Mais de 200 mil pessoas estiveram diretamente envolvidas nas etapas estaduais e municipais. No total, foram realizadas 143 pré-conferências setoriais, com 3.193 inscritos como candidatos a delegado. Além de deliberar, esses encontros têm o objetivo de estimular a criação e o fortalecimento de redes de agentes e instituições culturais do País, para dar prosseguimento, em caráter permanente, às discussões e articulações.

Em números

Em sua primeira edição, em 2005, 1.192 municípios realizaram conferências, o que representou 21,42% do total das cidades brasileiras. Nesta segunda Conferência, nas etapas municipais e estaduais, observou-se um significativo avanço no processo participativo, uma vez que, de agosto a outubro de 2009, aconteceram 3.071 reuniões, ou seja, mais da metade do total dos municípios do País estiveram envolvidos.

II Conferência Nacional de Cultura
De 11 a 14 de março
Centro de Eventos e Convenções Brasil 21 – Setor Hoteleiro Sul, Qd 06 lote 1 conjunto A
Brasília – DF


“Cultura: estratégia para o desenvolvimento” – Blog: Archive – 26/01/2010

Os anos de 2003 e 2005 foram emblemáticos para a construção e o desenvolvimento de uma Política Nacional de Cultura, quando, no texto constitucional de 1988, inseriram-se dois parágrafos fundamentais (1). Tais parágrafos tratam dos direitos culturais dos cidadãos brasileiros e se inspiraram nos conceitos antropológicos da Convenção de Paris sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, realizada pela Unesco em 2005.

Nessa perspectiva, o surgimento de termos como gestão compartilhada, pacto federativo, economia da Cultura, capilaridade e sustentabilidade das ações culturais, instaurou sem dúvida, em todo o Brasil, a necessidade de regulamentação de uma política cultural integrada, participativa e descentralizada. Uma política focada sobretudo na defesa de nossas manifestações artísticas frente ao mundo globalizado.

O Governo Federal, através do Ministério da Cultura, vem empreendendo ações mobilizadoras rumo a uma compreensão da Cultura como uma questão estratégica para o desenvolvimento do país, em todas as suas instâncias de governabilidade. Desde o surgimento desse avanço, estão postos, ao conhecimento da população como um todo, os fundamentos e as diretrizes que regem o Plano Nacional de Cultura (2), Projeto de Lei elaborado com a finalidade exclusiva de tratar a Cultura como direito social e política de Estado.

Por sua vez, os entes federados estaduais e municipais, que perseguem os mesmos objetivos da Política Nacional de Cultura, atuam no âmbito de suas respectivas lógicas políticas e sociais, cada qual estabelecendo um ritmo próprio, de acordo com o nível sócio-econômico de suas regiões. Isto é, considerando o contexto das desigualdades sócio-econômicas inter-regionais.

Mas existe outro aspecto preponderante no processo de assimilação da Cultura como mecanismo de crescimento econômico. Esse aspecto diz respeito ao conhecimento teórico-prático, na gestão pública da Cultura, pela qual se procura empreender uma qualidade profissional na consecução dos planos e ações. Seu interesse primordial sempre será o de promover os bens e serviços culturais de modo efetivo.

Especificamente nas regiões Norte e Nordeste do país, há exemplos notáveis de gestão pública que buscam difundir e preservar os bens e serviços culturais, além de garantir sua continuidade por meio da promoção e renovação de instrumentos legais. São exemplos disto os fundos de incentivo à Cultura, os Conselhos de Cultura, os fóruns de debates, as associações e entidades culturais — todos exercendo papel essencial no desenvolvimento da Cultura regional.

Sem fazer referência aos Estados do Nordeste (alguns já reconhecidos pela excelência no gerenciamento público da Cultura), lembremos, na região Norte, apenas para citar um exemplo, o Estado do Acre, por haver conseguido, nos últimos anos, colocar os questionamentos da Cultura local no topo da agenda de discussões do país, graças ao trabalho desempenhado pela Fundação Elias Mansour.

Essa Fundação tem promovido mudanças concretas e consistentes na estruturação das políticas culturais, ao construir suas propostas em consonância direta com as iniciativas do Ministério da Cultura. E isto a começar pela implantação de sistemas de Informação voltados para a criação de equipamentos culturais avançados. E, principalmente, pela constituição de um Conselho de Cultura totalmente democrático, formado por representantes eleitos pela sociedade civil organizada, pelos chamados fóruns setoriais de cultura. Com apenas 22 municípios, o Acre foi o primeiro Estado a liderar a realização das conferências municipais de Cultura no país.

A política inovadora que vem ocorrendo no Estado do Acre é, portanto, bastante oportuna para se refletir sobre a atual situação política da gestão de Cultura no Estado da Paraíba. Já se sabe que os paradoxos, nesta área, são perfeitamente resolvíveis, na medida em que se compreende que eles são, antes de tudo, dependentes de uma vontade exclusivamente política. Felizmente, o momento político atual também tem permitido alguns sinais de mudanças, ainda que tímidos. Percebe-se que começam a surgir estratégias ousadas, que se destinam, sobretudo, à implementação de programas que irão privilegiar a Cultura paraibana em um futuro bem próximo, muitas das quais sintonizadas com a Política Nacional do Ministério da Cultura.

Apesar de ser apenas um primeiro passo rumo a uma compreensão da Cultura como estratégia de Desenvolvimento econômico da região, esse movimento, que se forma e se fortalece, resulta claramente de uma atuação mais forte e constante do Ministério da Cultura no Estado. Por sua vez, é presença inteiramente viabilizada por ocasião de uma política de Governo que vigora atualmente e que deixa transparecer sincero compromisso com a promoção das manifestações culturais. Junte-se a este acontecimento, a contribuição, não menos importante, de gestores, produtores, agentes culturais e representantes dos mais variados segmentos artísticos, que estão sempre buscando formas de discutir e solucionar os velhos e novos desafios do campo cultural.

Nos últimos meses, a classe artística pôde conferir algumas ações culturais enriquecedoras, acontecendo na gestão do ex-Subsecretário de Cultura do Estado, Flávio Tavares. Entre as quais, exatamente uma das mais importantes, foi a retomada do diálogo com o Ministério da Cultura. Esse esforço de sua equipe resultou numa série de encaminhamentos, alguns dos quais o MinC já havia tentado implantar na Paraíba em 2008. Além de palestras, oficinas, videoconferências e seminários realizados em alguns municípios do Estado e na Capital, das inúmeras reuniões com secretários e assessores do Ministério, talvez as operações mais significativas, vale ressaltar, foram a retomada dos Pontos de Cultura (3) e a abertura do Edital Microprojetos Mais Cultura — este destinando ao Estado 1,85 milhão (quantia não reembolsável) exclusivamente para a realização de projetos culturais em 170 municípios da região do semi-árido.

Com tais iniciativas, a Paraíba passa a pertencer ao movimento em defesa da Cultura que se instaurou em todo o Brasil nos últimos oito anos. Essa mudança de posicionamento também se refletiu e ficou permanentemente legitimada na reunião de Brasília, com o Ministro da Cultura, Juca Ferreira (4), cujo intuito certamente ainda irá resultar na criação da Secretaria de Cultura do Estado, objetivo aguardado por todo cidadão paraibano e que se tornou um compromisso sério do Governador José Maranhão neste seu terceiro mandato à frente da Paraíba.

A concretização do Seminário do Sistema Nacional de Cultura na Paraíba (5) foi, por fim, um momento bastante expressivo para os cerca de 200 representantes municipais que tomaram conhecimento da Proposta de Estruturação, Institucionalização e Implementação desse sistema tão imprescindível para a valorização da cultura brasileira. Seu texto foi aprovado pelo Conselho Nacional de Política Cultural e colocado para homologação no Congresso Nacional. O próximo passo depois desse investimento será a sua efetiva implantação nos três níveis da federação, já que esta tarefa constitui uma das prerrogativas seminais do Plano Nacional de Cultura, que também permeará os debates nas conferências de Cultura pelo país.

A equação é simples. O entendimento da Cultura, como um direito fundamental do ser humano, constitui, portanto, uma estratégia de Estado com vistas ao seu crescimento econômico. Visualizar a diversidade das expressões culturais, como mecanismo impulsionador do desenvolvimento de cada região do país, significa a integração completa de uma rede de ações estruturantes e sistêmicas da Política Nacional de Cultura, na qual se faz necessária uma definição clara da função do Estado. Pois o papel central da Cultura, no mundo contemporâneo, exige dos governos a implantação e o gerenciamento de políticas que definitivamente reconheçam, preservem, valorizem e promovam a diversidade cultural, o que somente pode ocorrer democratizando seu acesso e intensificando trocas e diálogos permanentes. Nossa região e nosso país demonstram sentir reflexos deste histórico momento, em que a Humanidade vive a hora e a vez da Cultura.

Fonte: Blog Archive