Ministério da Cultura Brasil - um país de todos

sexta-feira, 19 de março de 2010

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Ulysses Neto

em 15 de março de 2010

Olá, boa tarde !!

Somos uma empresa de desenvolvimento de softwares e desenvolvemos um sistema de automação de teatros. Também estamos desenvolvendo um portal de venda de ingressos para espetáculos de teatros.
Temos interesse em nos tornar uma empresa operadora, portanto gostaríamos de saber mais informações sobre como e quando serão feitas as certificações das empresas.
Aproveitando, gostaríamos de parabenizá-los por esta grande iniciativa que é o Vale-Cultura !!

Grande abraço,
Ulysses Neto.

mariana

em 15 de março de 2010

vcs não tam dando as repotas ne nossas perguntas esse site não e pra ter cultura mais como ter se não saber

Resposta do MinC: Olá Mariana! Pode dar uma lida nas perguntas e poderá observar que toda semana, o MinC responde os questionamentos dos cidadãos.

fabiobarros

em 14 de março de 2010

olá
gostaria de saber se estudantes também poderão usufruir desse benefício?

Resposta do MinC: Olá, Fabio! Segundo o artigo 17 do texto substitutivo, o Vale-Cultura também será fornecido aos estudantes que façam estágio, regidos pela Lei nº 11.788.

Marinez

em 10 de março de 2010

Acho muito interessante o vale cultura, mas acho que será inútil se for aprovado a lei que proibe reprovação até a terceira série, quem vai usufruir do vale cultura se só teremos analfabetos? Já não temos analfabetos funcionais demais?

Carolina Vianna

em 9 de março de 2010

Prezados,

Qual a previsão de votação do Projeto de Lei que institui o Vale Cultura?

Resposta do MinC: Carolina, o Projeto de Lei recebeu duas emendas no Senado Federal e retornou à Câmara dos Deputados em dezembro de 2009. Desde o dia 2 de fevereiro de 2010, aguarda apreciação em Plenário. Aprovado, segue para sanção presidencial.

Jose Antonio

em 9 de março de 2010

Como os funionarios de profissionais liberais teram acesso ao vale, alem da domestica?

Resposta do MinC: Olá José! Segundo o texto que tramita no Congresso Nacional, o trabalhador deverá ter vínculo empregatício com empresa beneficiária, ou seja, com uma empregadora. A empregadora, por sua vez, deverá aderir ao Programa de Cultura do Trabalhador, a ser regulamentado após a publicação da lei.

Paula

em 5 de março de 2010

O vale cultura vai ser disponivel a estudantes?

Resposta do MinC: Olá, Paula! Segundo o artigo 17 do texto substitutivo, o Vale-Cultura também será fornecido aos estudantes que façam estágio, regidos pela Lei nº 11.788.

Gladys

em 5 de março de 2010

O vale cultura já está em vigor ou não?

Resposta do MinC: Olá, Gladys! O Vale-Cultura ainda não está vigor. Após receber duas emendas no Senado Federal, o Projeto de Lei retornou à Câmara dos Deputados para apreciação em Plenário. Aprovado, segue para sanção presidencial. Seu regime de tramitação, que começou a contar desde 2 de fevereiro deste ano, mudou de ‘Urgência Constitucional’ para ‘Prioridade’. Continue acompanhando, neste blog, as atualizações da proposta no Legislativo.

Samanta

em 28 de fevereiro de 2010

Servidores municipais terão direito ao vale?

Resposta do MinC: Samanta, o governo do município decidirá sobre sua adesão ao Programa de Cultura do Trabalhador. O projeto prevê essa possibilidade: “Art. 7º, §5º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão adquirir e fornecer o vale-cultura aos seus servidores públicos, nos termos das leis de cada ente federado e de acordo com as dotações orçamentárias próprias, aplicando-se o disposto no art. 11″.

Angelo Marcio

em 26 de fevereiro de 2010

Puxa gostei desse projeto do Vale-Cultura, mas ele pode ser ampliado a todas as prefeituras? Moro em MANACAPURU-AM e sou Funcionário Público Municipal Consursado.

Obrigado pela sua atenção.

Resposta do MinC: Olá Angelo! Aos servidores municipais, cabe o governo local a decisão de aderir ao Programa de Cultura do Trabalhador, pois o projeto prevê essa possibilidade: “Art. 7º, §5º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão adquirir e fornecer o vale-cultura aos seus servidores públicos, nos termos das leis de cada ente federado e de acordo com as dotações orçamentárias próprias, aplicando-se o disposto no art. 11″.

Rivka

em 24 de fevereiro de 2010

Gostaria de saber quando o Vale sairá da tramitação para as mãos do presidente…ainda este mês?

Resposta do MinC: Olá! Após receber duas emendas no Senado Federal, o Projeto de Lei retornou à Câmara dos Deputados para apreciação em Plenário. Aprovado, segue para sanção presidencial. Seu regime de tramitação, que começou a contar desde 2 de fevereiro deste ano, mudou de ‘Urgência Constitucional’ para ‘Prioridade’. Continue acompanhando, neste blog, as atualizações da proposta no Legislativo.

Rodrigo

em 22 de fevereiro de 2010

Quando vai entrar em vigor o Vale Cultura? Tem Previsão ?
Por ex. hoje uma coleção de livros por ex. custa 220,00 reias, eu consigo comprar essa coleção com o cartão magnético? vai ter como parcelar ?

Grato Rodrigo Simon

Resposta do MinC: Rodrigo, o Projeto de Lei recebeu duas emendas no Senado Federal e retornou à Câmara dos Deputados em dezembro de 2009. Desde o dia 2 de fevereiro de 2010 aguarda apreciação em Plenário. Aprovado, segue para sanção presidencial.

Os bens e produtos culturais poderão ser adquiridos por meio do benefício que será de R$ 50 mensais, depositados em cartão magnético fornecido pela empresa que aderir ao programa, e funcionará como os vales alimentação e transporte.

symone

em 20 de fevereiro de 2010

Olá!!!!!!
Gostaria de saber como posso obter o vale-cultura.
Obrigada.

Resposta do MinC: Olá Symone! Para receber o Vale-Cultura você deverá ter vínculo empregatício com empresa beneficiária. Esta, por sua vez, deverá optar pelo Programa de Cultura do Trabalhador.

Flavio Pires

em 20 de fevereiro de 2010

Bom dia,

Sou pianista, moro atualmente em Paris e tb faço mestrado na Sorbonne em musicologia. Sonho em voltar para o Brasil e poder trabalhar e contribuir para difusão da cultura. Gostaria de saber quais são as perspectivas de curto e longo prazo para um profissional da minha área? Existirão mais incentivos? Serão criados mais espaços para a musica? O que de fato mudaria para os inúmeros artistas ociosos do Brasil?

Lembrando que a cultura de um individuo se forma com o acesso à diversidade com qualidade e constância.

Obrigado.

Resposta do MinC: Flávio, o Poder Executivo Brasileiro têm desenvolvido diversas políticas públicas com vistas ao incentivo, difusão, preservação e acesso da população brasileira à Cultura. O Projeto de Lei que cria o Vale-Cultura – aguarda aprovação na Câmara dos Deputados – pretende ampliar o acesso dos cidadãos aos serviços e bens culturais como o Teatro, a Música, o Audiovisual, dentre outros segmentos. A reformulação da Lei de Fomento e Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), proposta também em análise no Legislativo Brasileiro, objetiva diminuir as distorções no patrocínio de produções culturais nas cinco regiões brasileiras. Além destes, há outros projetos aguardando apreciação pelo Congresso Nacional. Acompanhe na página eletrônica do Ministério da Cultura os detalhes e a atualização destas proposições.

Leonardo

em 12 de fevereiro de 2010

NOVAMENTE, MAIS UM PROJETO em que aqueles que ganham um pouco mais, pagarão para o povão. Os pobres pagarão 10% do valor e os “ricos” pagarão até 90%. ISSO É UM ABSURDO! Se é pra existir um benefício para a população, deve ser igual PARA TODOS! Coloque-se um valor mediano, 40% para todos! Vai incentir a cultura DA MESMA FORMA!

Marcia Almeida de Carvalho Leite

em 4 de fevereiro de 2010

Gostaria de parabenizar a ideia da criação do vale cultura achei muito interessante e gostaria de saber como implantar o programa aqui no municipio de Gentio do Ouro,Bahia,sendo que aqui tem onze mil e pouco habitantes. Espero respostas.Um forte abraço!

Resposta do MinC: Oi Marcia, o Vale-Cultura ainda está em tramitação no Congresso Nacional. Após a sanção do presidente da República, o benefício terá 60 dias para ser regulamentado. Continue acompanhando o desenrolar no projeto neste blog.

Douglas Eralldo

em 28 de janeiro de 2010

Olá,

Sou blogueiro, e escritor em busca de seu lugar ao sol, e gostaria de comentar um ponto sobre porque hoje é tão difícil um novo autor ser publicado;

O brasileiro não lê livros. E quando lê, são poucos exemplares. Um levantamento feito pela ANL, revela que apenas 7.47% da população brasileira adquire livros não-didáticos.A média gasta por ano nesta modalidade de leitura é de apenas R$ 11,00 por ano. Números assustadores.

Vejo no Vale Cultura uma possibilidade de ampliar estes números, desde que sejam criados mecanismos que também estimulem ou exijam a utilização de parte destes recursos nas livrarias, caso contrário se corre o risco de apenas as salas de cinema serem beneficiadas, onde quem reina são os enlatados made in USA;

Caso o programa venha se atentar para este caso, seria benéfico, tanto para a editoras que poderiam se arriscar mais em novos lançamentos, já que na realidade de hoje não há como cobrá-los por não fazerem novas apostas nacionais, como para uma legião de novos escritores onde se diga de passagem há bastante pessoas com talento;

Além disso o leitor também teria acesso a uma diversificação de obras nacionais, não sendo moldado quase que exclusivamente por obras literárias estrangeiras;

Grande abraço a todos

att,
Douglas Eralldo

Alberto Oliveira

em 22 de janeiro de 2010

Sou aposentado e pelo que li até agora, poderei ser beneficiado com o Vale Cultura. Quem irá bancar o custo?
Uma outra pergunta: O Vale Cultura será concedido através de Cartão Magnético. E os Aposentados e Trabalhadores que residem nas entranhas deste país, onde não existem estabelecimentos com máquinas próprias para a leitura desses cartôes? Como eles podem usufruir do benefício? URGENTE….
Alberto Oliveira.

Resposta do MinC: Olá Alberto. A extensão do benefício aos aposentados ainda aguarda sanção do presidente do República. Se aprovado, os recursos para os aposentados serão provenientes do Tesouro Nacional. Terão direito ao Vale-Cultura de R$ 30 os/as aposentados/as que recebem até cinco salários mínimos. Sobre a segunda pergunta: O Vale-Cultura será disponibilizado, preferencialmente, por meio de cartão magnético, porém, não havendo essa possibilidade, o benefício poderá ser fornecido em forma impressa.

Paulo Henrique Souza Ventura

em 14 de janeiro de 2010

Saudações! Peço por gentileza que me respondam a duas indagações. O vale-cultura também se aplica a trabalhadores autônomos e aposentados, e como seria esse benefício a eles? E como o consumo de bons produtos culturais tem um valor certamente elevado, um exemplo é um cd de samba-raíz custa em torno de 25 reais, o valor desse benefício (50 reais) não seria baixo, já que contempla várias manifestações culturais; por que não o dobro?

Resposta do MinC: Olá Paulo! Segundo o texto da lei que ainda tramita no Congresso Nacional, os aposentados que recebem até cinco salários mínimos mensais vão receber o Vale-Cultura no valor de R$ 30. O Vale não se aplica aos autônomos. São beneficiários os trabalhadores com vínculo empregatício, que recebem até cinco salários mínimos, de empresas que declaram imposto de renda com base no lucro real.

Marjorie Vagner Santos

em 12 de janeiro de 2010

Opinião sobre o vale-cultura

Olá,
Fiquei contente quando li na capa dos jornais que haveria um tal vale-cultura. Quando fiz uma leitura mais aprofundada vi que isso não me beneficiaria. Como professora de Arte da Prefeitura Municipal de Vitória-ES fico tentando entender porque não há maravilhas como estas voltadas para todos os educadores das escolas públicas de todo o nosso Brasil. Professor informado = aluno informado, professor culto = aluno culto e professores capacitados = País mais desenvolvido.
Viva ao vale-cultura!!!
Cordialmente,
Marjorie

joao batista coelho

em 12 de janeiro de 2010

Bom dia, gostaria de saber quem vai poder receber o vale cultura? Qualquer estabelecimento ou apenas os que vendem cultura e tem que estar cadastrado no misterio da cultura e se tiver que se cadastrar como se deve fazer ?

Resposta do MinC: Olá João! Segundo o texto ainda em tramitação no Congresso Nacional, o Vale-Cultura será disponibilizado para trabalhadores com vínculo empregatício, servidores públicos federais e aposentados que recebem até cinco salários mínimos. O benefício será estendido a estagiários. Será obrigatório o fornecimento do Vale aos trabalhadores com deficiência que percebam até sete salários mínimos mensais.

O benefício poderá ser utilizado em estabelecimento que proporcionem serviços e produtos culturais nas áreas de artes visuais, cênicas, audiovisual, literatura, música, dentre outros.

As empresas que desejarem receber pagamento de serviços culturais com o Vale-Cultura deverão solicitar habilitação junto à empresa operadora (pessoa jurídica cadastrada no MinC, autorizada a produzir e comercializar o vale-cultura). A forma de funcionamento do Vale-Cultura será regulamentada após a sanção do presidente da República e publicação da lei.

JAMILTON BATISTA DA SILVA

em 11 de janeiro de 2010

O Vale cultura é mais uma conquista das classes assalariadas, um alento para os menos favorecidos pela sorte. Após ter o direito de comer e um teto para proteger-se da chuva; um cidadão também precisa de um boa dose de conhecimento, algo que o motive a ler e saber sobre seu povo e seus costumes, ele precisa de um passe para uma nova realidade!
Creio que o Vale Cultura será um grande portal que conduzirá pessoas a lugares que nunca poderiam frequentar e talvez nem poderiam sonhar.
Parabéns, isso é que é presidir um POVO!

LUCIANA

em 11 de janeiro de 2010

Gostaria de saber como cadastrar pessoas e agentes culturais que recebam abaixo de dois salários mínimos ao vale cultura?

Resposta do MinC: Olá Luciana! Segundo o texto que ainda tramita no Congresso Nacional, o trabalhador deverá ter vínculo empregatício com a empresa beneficiária, ou seja, com a empregadora. A empregadora, por sua vez, deverá aderir ao Programa de Cultura do Trabalhador, a ser regulamentado após a publicação da lei.

Rossi

em 11 de janeiro de 2010

Engraçado, as pessoas e filósofos que estão pregando o pau no Projeto (Vale-Cultura) por acaso tem uma ideia melhor para poder ajudar o presidente LULA agradar a todos…isso é uma brincadeira, falar e escrever mal é fácil, quero ver quando estiver aprovado e os que meteram o pau utilizando do benefício…parem de reclamar e apoiem…abs.

fernanda

em 10 de janeiro de 2010

orgulho-me de ter um presidente como este! viva ao vale cultura!
e lembrem-se: perfeito só Deus! é só comparar a política de lula com a dos outros que vcs concordaram comigo……

Lucas.R.W

em 8 de janeiro de 2010

Pergunto:

-Os Estudantes terão acesso ao vele cultura ??
- E os que já terminaram o Segundo Grau, terão acesso ??

—- POIS QUEM PRECISA TER CULTURA SÃO OS
JOVENS E ADOLESCENTES ! ! !

Resposta do MinC: Lucas, segundo o artigo 17 do texto substitutivo aprovado pela Câmara dos Deputados, o Vale-Cultura foi estendido a estagiários regidos pela Lei nº 11.788.

Lucas.R.W

em 8 de janeiro de 2010

- Acho que o ” vale cultura” para ser democrático e humanista,deveria valer em todas empresas culturais como um todo,como por exemplo em lojas de artigos e livros exotéricos e empresas e lojas virtuais da internet ,caso isso se não ocorra ,não vai ser um vale cultura
mas sim um “VALE CURTURA” !

José Rogperio

em 6 de janeiro de 2010

Bom dia, como nós trabalhadores teremos o vale cultura em nossas mãos, quando ficará disponível para nós, e onde vamos pegar o vale cultura.
obrigado!
sem mais para o momento!

Resposta do MinC: Olá José! O Vale-Cultura chegará aos trabalhadores que recebem até cinco salários mínimos, por meio da adesão do empregador ao benefício. Assim como acontece com o vale-transporte e alimentação. A Câmara dos Deputados recebeu as emendas aprovadas pelo Senado em dezembro de 2009, e deverá votar o Projeto de Lei em fevereiro de 2010. Após a votação em plenário, o texto vai à sanção do presidente da República e terá 60 dias para ser regulamentado.

Wanessa

em 5 de janeiro de 2010

O Vale-Cultura já foi aprovado?

Resposta do MinC: Olá Wanessa! A Câmara dos Deputados recebeu no dia 22 de dezembro as emendas ao Projeto de Lei do Vale-Cultura aprovadas pelo Senado. Os parlamentares terão 15 dias para aprovar ou rejeitar as emendas. Devido o recesso da Câmara, o prazo será contado a partir do dia 2 de fevereiro de 2010. No dia 17 de fevereiro, o PL passa a trancar a pauta. Após a votação em plenário, o texto vai à sanção do presidente da República.

Ires

em 4 de janeiro de 2010

Paz e Bem gostaria de parabenizar pelo incentivo e quero ressaltar que os Professores Brasileiros ganham menos que cinco sálarios minimos as Secretárias do Estado de Goiás também irá fornecer aos seus funcionários?Obrigada Paz e Bem

Resposta do MinC: Ires, essa decisão caberá aos governos estaduais. O projeto de lei do Vale-Cultura abre essa possibilidade: “Art. 7º, §5º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão adquirir e fornecer o vale-cultura aos seus servidores públicos, nos termos das leis de cada ente federado e de acordo com as dotações orçamentárias próprias, aplicando-se o disposto no art. 11″.

Beth marino

em 2 de janeiro de 2010

oi? gostaria de saber se os trabalhadores da cultura terão direito ao vale-cultura,principalmente os desempregados do setor?????

Resposta do MinC: Beth, segundo o texto aprovado pelo Congresso Nacional, terão direito ao vale-cultura trabalhadores com vínculo empregatício que recebam até cinco salários mínimos, além de aposentados, estagiários e servidores federais.

Osvaldo Martins Quintella Junior

em 28 de dezembro de 2009

Olá, gostaria de obter maiores informações de como posso obter esse incentivo do Governo Federal que é o vale-cultura.
Att
Osvaldo

Resposta do MinC: Olá Osvaldo! O Vale-Cultura será destinado a trabalhadores das empresas que declaram Imposto de Renda com base no lucro real. As empresas que aderirem ao Vale-Cultura poderão disponibilizar até R$ 50,00 por funcionário, ao mês, com direito a deduzir até 1% do Imposto de Renda devido. Veja mais: O que é o Vale-Cultura?.

marcelo nogueira

em 28 de dezembro de 2009

É urgente a necessidade de divulgação do vale cultura. É preciso que as empresas atentem para esta realidade e busquem incentivar e conhece este maravilhoso projeto. Porta de entrada para milhões de brasileiros para a cultura. Em um país onde 95% da população nunca foi ao teatro…o vale cultura é a certeza de uma inclusão cultural e maior educação. Este projeto é vital para o desenvolvimento da nossa sociedade. Procurei divulgar no meu blog o vale cultura e vou procurar trabalhar esta idéia junto a empresas. Como trabalho com livros, acredito e tenho fé de que este é o melhor caminho para uma sociedade mais justa e educada. E como este País necessita de educação!

Marcelo Nogueira
Artlivros
http://www.artlivros.wordpress.com

Alexandre Medina

em 22 de dezembro de 2009

Acho que, no cômputo geral, essa medida é positiva.
Porém, ela é extremamente oportunista, visto que o governo nunca tomaria a iniciativa de tirar essa lei do papel, caso o filme, “Lula, o Filho do Brasil”, não estivesse prestes a entrar em cartaz, sendo que, segundo algumas críticas, seu objetivo seja maquiar a biografia do presidente e reforçar a imagem de mito…

Independente do lado em que estejam, boas festas a todos!

Genival Ferreira de Miranda

em 20 de dezembro de 2009

Espero que não esqueçam dos aposentados, afinal foram trabalhadores a vida toda, agora que se aposentaram devem ter o direito e acesso a este benefício também!

SÉRGIO MARTINS

em 17 de dezembro de 2009

Srs Políticos, este benefício do vale cultura, criado pelo competente governo Lula, beneficia a todos no Brasil, inclusive aos empresários que poderão aumentar a remuneração indireta dos funcionários sem pagar estes encargos trabalhistas ridículos que existem no Brasil, como é o caso do programa do PAT, lei federal 6321/76. Tudo que gera incentivos fiscais e isenção de encargos trabalhistas deveria ter prioridade de votação. É o que penso. Mesmo assim acredito no Brasil.

chuza.org

em 17 de dezembro de 2009

Aprovado no Senado o ‘Vale-Cultura’…

É a primeira política pública governamental voltada para o consumo cultural. Com o Vale-Cultura os trabalhadores poderão adquirir ingressos de cinema, teatro, museu, shows, livros, CDs e DVDs, entre outros produtos culturais. É uma política de inclusão…

Sandra Dalmaso

em 17 de dezembro de 2009

Caro Douglas Milani.

Não pude deixar de comentar sobre sua opnião à respeito do destino do Vale Cultura. Me assustei que seu Imperialismo Cultural. Acredito que ainda não parou para refletir sobre o que entende por cultura. Automaticamente me lembrei dos livros (bastante questionáveis, é certo!) da minha época de colégio que mostravam figurinhas de europeus chegando nas terras além mar acreditando que o povo daqui não tinha “cultura”. Também não tenho interesse por funk, nem por futebol, nem por carros turbinados ou pela língua alemã, no entanto, respeito fielmente todas as pessoas que pensam, sonham, desejam e investem nessas diferenças. O meu prazer por ouvir Cartola não é mais digno do que o prazer de alguém ao ouvir Bonde do Tigrão.

Amigos, não sei se esse espaço teria essa finalizadade, mas eu não poderia compactuar com tal discriminação e injustiça sem me manifestar.

Sim ao Vale-Cultura! Acesso cultural para todos, sem discriminação.

Letícia Costa

em 17 de dezembro de 2009

Gostaria de saber se os servidores públicos estaduais também terão direito a receber o vale cultura. Obrigada.

Resposta do MinC: Letícia, essa decisão caberá aos governos estaduais. O projeto de lei do Vale-Cultura abre essa possibilidade: “Art. 7º, §5º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão adquirir e fornecer o vale-cultura aos seus servidores públicos, nos termos das leis de cada ente federado e de acordo com as dotações orçamentárias próprias, aplicando-se o disposto no art. 11″.

Marcelo

em 16 de dezembro de 2009

aff que ridiculo isso, pornografia ou “nu artistico” com dinheiro publico? … SEMPRE tem algo no brasil onde agente da um tropesso … é claro, as reportagens sobre sexo, meio kg de propaganda da playboy vai ser mt util com certeza, saber se atriz x ou y usou photoshop, ou se tem mt ou pouco cabelo vai ser muito util pro desenvolvimento do país… qt mais leio sobre Canada,Suiça whataever países 1° mundo e sobre formas de beneficiar a população e vejo o que é feito no brasil(sim com b minusculo) mais acho que o caminho é afundar, claro o governo do Lula na MINHA opinião realmente deu uma alavancada boa… mas sempre tem politicos-espirito-de-porco prontos pra atrazar … gostaria q meu País(agora com p maiusculo =) fosse o país da Cultura, da Inteligencia, da Tecnologia, do Desenvolvimento, mas… no fundo parece que ainda preferem que o brasil seja o país do futebol, carnaval e turismo sexual…. deploravel.

Fernanda

em 15 de dezembro de 2009

Gostaria de saber se estágiarios terão esse bene fício! Pois precisamos de livros tb!

Resposta do MinC:
Olá Fernanda! Segundo o artigo 17 do texto substitutivo aprovado pela Câmara dos Deputados, o Vale-Cultura também será fornecido aos estagiários regidos pela Lei nº 11.788.

luciano de andrade

em 11 de dezembro de 2009

!saudação,
sou livreiro informal, mas vou me registrar com MEI nos próximos dias. assim poderei vender para para portadores do vale?
aguardo,
luciano

Resposta do MinC: Olá Luciano! Se as emendas feitas ao Projeto de Lei pelo Senado Federal forem aprovadas pela Câmara dos Deputados e, sendo o texto sancionado pelo presidente da República, você poderá, mediante adequações para uso do cartão magnético, vender livros aos beneficiados com o Vale-Cultura.

Alison Seben

em 11 de dezembro de 2009

Tenho uma pequena dúvida.

Como vai funcionar o controle deste dinheiro que será investido, teoricamente em cultura?

Pois todos sabemos que se este dinheiro for para a mão do trabalhador é bem provável que boa parte não irá consumir cultura, e o que poderia ser um belo investimento pode acabar por virar um grande problema.

Resposta do MinC: Olá Alison! O Vale-Cultura será fornecido ao trabalhador por meio de um cartão magnético destinado somente ao consumo de bens e serviços culturais. O depósito do benefício deverá ser realizado pela empresa empregadora. Segundo consta no artigo 8º, parágrafo 3º, do texto substitutivo do Projeto de Lei: É vedado, em qualquer hipótese, a reversão do valor do vale-cultura em pecúnia.

Antonio Bueno

em 11 de dezembro de 2009

Gostaría de saber se o trabalhador aposentado também tem direito deste benefício “VALE CULTURA”.
Pois eu e minha esposa somos aposentados com menos de 3 salários cada um.
Se for só para servidores publicos federais, estagiários e aposentados, estagiários, pergunto porque o trabalhador aposentado
não tem o mesmo direito ?
Favor responder pelo e-mail supra.
Grato – Quem escreve é um trabalhador aposentado, idoso e pobre

Resposta do MinC: Antônio, o texto aprovado pela Câmara dos Deputados prevê a extensão do benefício a trabalhadores aposentados que recebam até 5 salários mínimos, no valor de R$ 30. O Projeto de Lei está tramitando no Senado e deve ser votado nesta terça, 15 de dezembro. Se não tiver nenhuma alteração do projeto aprovado pelos deputados, o Vale-Cultura segue para sanção presidencial. Caso contrário, volta para Câmara dos Deputados. Veja: http://blogs.cultura.gov.br/valecultura/2009/12/11/senado-deve-votar-vale-cultura-nesta-terca-feira/

NEUMA SUELY DE JESUS SILVA

em 8 de dezembro de 2009

Gilberto Gil, ex-Minsitro de Cultura, deve estar feliz por mais essa conquista em prol do acesso a cultura às massas desprivilegiadas…

Patrícia Ferrari

em 3 de dezembro de 2009

Eu acho essa idéia excelente, pois gasto bastante com livros. Sou viciada em leitura. Mas creio que na prática serão poucas as pessoas que realmente receberão o benefício. Acho que talvez o valor poderia ser menor e de mais fácil acesso a todos.

Ygor

em 2 de dezembro de 2009

Sem onerar? Eu pago meus impostos, e ainda me cobrarão uma porcentagem pelo “benefício” rsrs, ME FAÇAM ENTENDER MELHOR!

NEUMA SUELY DE JESUS SILVA

em 1 de dezembro de 2009

BURLA DO MECANISMO???
Burla é o que a Rede Globo está divulgando desde a semana passada: alguns de “nossos” legisladores escondendo o DINHEIRO ILEGAL ATÉ NAS MEIAS…
Contudo, obrigada JESUS!!!
Aliás, os milhões que deverão ser investidos no VALE-CULTURA, em prol da “prole”, vai fazer falta na meia de ALGUÉM…

welligton luiz

em 26 de novembro de 2009

gostaria de saber qual o andamento da pec 196/09 dos acs e ace

Resposta do MinC:
Wellington, tanto o site da Câmara como o do Senado não registram nenhuma PEC 196/09. Certifique-se do número da proposição e consulte: http://www.camara.gov.br ou http://www.senado.gov.br

Bruno Schneider

em 25 de novembro de 2009

Assunto: Informações para pesquisa sobre acesso à cultura

Prezados,

Estou desenvolvendo um estudo sobre acesso à cultura nos diversos países e gostaria de saber se existe algum projeto semelhante ao ‘Vale Cultura’ em algum outro país.

Atenciosamente,
Bruno Schneider

Resposta do MinC: Olá, Bruno. O Vale-Cultura é a primeira política pública de incentivo ao consumo cultural. Não temos informação de projeto correlato em outro país.

jocimara

em 25 de novembro de 2009

Parabéns ao Presidente por essa iniciativa…
Nossa vida é permeada de experiencias e o acesso das classes subalternas a cultura irá contribuir para construção de novas perspectivas….
Segundo as palavras de Obama Dignissomo Sr Presidente Você é o Cara.

Pamela

em 25 de novembro de 2009

Como será o cadastramento das empresas que se interessarem em comercializar este produto?
Existe alguma regra já definida?

Resposta do MinC: Pamela, segundo o texto aprovado na Câmara, o Poder Executivo regulamentará a lei no prazo de 60 dias, contados a partir de sua publicação.

GMX Duff

em 24 de novembro de 2009

Washington, na teoria – como de praxe – a vida da população pode ter melhorado. Programas e as tais Bolsa disso ou daquilo foram criadas, mas na prática – também como de costume – não é bem assim. Uma coisa é opor-se, mas outra é exigir que uma fiscalização rigorosa seja feita. Alguns casos já foram noticiados de pessoas com baixa renda que não têm acesso ao Bolsa Família e/ou Bolsa Escola. Enquanto isso, intojados vão com seus carrinhos obter seu “benefício” patético – visto que para alguém da classe média o valor poderia ser grosseiramente chamado de “esmola”. Isso sim é vergonhoso. Isso sim é que merece ser posto à mesa para maior controle. Quanto ao Vale-Cultura, foi de fato uma atitude muito inteligente se levarmos em consideração que nosso Presidente é o personagem central de um filme do momento, com pretensões de torná-lo um herói ou um semi-Deus, porquê não.

JOAO ALMIR MENDES

em 23 de novembro de 2009

Sem demora, nosso Presidente com ajuda dos parlmaentares irão mobilizar a aprovação deste Projeto que e muito importate para sociedade Brasileira, precisamos sim de incentivos que possa no futuro gerar emprego e renda, como, é simples se tenho hábito de frequentar cinemas, teatros, shows e etc. farei mesmo sem o vale, mais aqules que não tem esta cultura e muito complicado, o vale cultura e um ponto de partida para inclusão cultural da sociedade.

daniel

em 22 de novembro de 2009

bom, eu pensei que o vale cultura fosse concedido pelo governo, para todos aqueles que curtem a arte, mais parece que não é bem assim…e para os aposentados que ganham pouco a vida acabou para eles, que vale eles ganham o de fomo…..

NEUMA SUELY DE JESUS SILVA

em 20 de novembro de 2009

A “oposição” só pode mesmo é questionar(…)!
Não somente o VALE-CULTURA; como todos os outros “programas e projetos” que tem o intuito de beneficiar o “pobre”… Se os mesmos não tiveram COMPETÊNCIA pra fazer… Da mesma forma como não tiveram COMPETÊNCIA” pra pagar a DÍVIDA EXTERNA, e nem muito menos emprestar dinheiro(…) para o FMI. Aliás, sempre aconteceu o contrário…

marlene querubin

em 17 de novembro de 2009

Quero salientar, que em todas as cidades Brasileira tem um circo, seja ele pequeno, medio ou grande, e com o vale cultura a populacao tera acesso a este bem cultural.
Vale cultura sera um otimo programa para o Circo Brasileiro.

Riccardo

em 17 de novembro de 2009

Será que vai agora?

Resposta do MinC: O projeto tramita no Senado até 12 de dezembro. Se houver alteração do texto aprovado na Câmara, volta para apreciação dos deputados e segue para sanção presidencial.

Ailton Silva

em 16 de novembro de 2009

Sou trabalhador sem carteira assinada. Tenho direito ao Vale-Cultura ?

Resposta do MinC: Não, Ailton. Pelo texto aprovado na Câmara, terão direito ao benefício trabalhadores com vínculo empregatício à empresas tributadas com base no lucro real.

Thiago Sato

em 16 de novembro de 2009

Mas Douglas,
não entendo porque haveria necessidade de proibir o acesso a qualquer filme nos cinemas, nem que seja uma comédia pastelão, ou um CD de Funk. Mesmo não sendo condizentes com meu gosto, acredito que são expressão de cultura. Lembre-mos que o que hoje consideramos Samba raiz também eram fortemente hostilizados pelos que se consideravam mais cultos. Hoje em dia o samba raiz é repeitado e ouvido pelas maiores mentes do Brasil, sem dúvidas.

Washington

em 13 de novembro de 2009

Eu não sei como ainda existem pessoas que conseguem manter posição contrária ao bolsa escola, bolsa família, bolsa alimentação. E agora que criaram o Bolsa Cultura existem pessoas que querem se opor à isso. É notável o avanço que nosso país teve com estes incentivos. Não sou PT, nem Lula. Mas tenho que admitir que a vida da população pobre melhorou bastante nestes últimos 6 anos. Infelizmente para os que Idolatram o PSDB ou o Serra com sua pompa toda em um país capitalista. Esse governo atendeu algumas classes que estavam esquecidas.
Agora há que se observar que o Presidente FHC também teve papel fundamental para o crescimento do Brasil.

Obrigado Gente! Boa semana!

emanuel

em 12 de novembro de 2009

A cultura mal ganhou condição para caminhar e já tem gente reclamando!

Uma sugestão: poupe o fôlego e compre tickets para Amsterdã, lá tem cultura de sobra e os salários são melhores… Quando por aqui chegar no molde exemplo você volta…

(nada pessoal, só apoio messmo)

emanuel

em 12 de novembro de 2009

Eu estou de acordo com o aumento dos pontos de cultura e a criação dos vales, até mesmo para que o povo tenha opção nos finais de semana, e isso não se restringe as capitais.

Eu tenho interesse em trazer um ponto de cultura para o litoral de SP. Quando saem os editais e o que é solicitado?

(())’s

Resposta do MinC: Para mais informações sobre os Pontos de Cultura, consulte: http://www.cultura.gov.br/cultura_viva/

Ulisses

em 4 de novembro de 2009

Muito bom gente! E como que eu faço pra conseguir um desses hein?! Eu me encaixo no perfil!

Raquiel

em 26 de outubro de 2009

Gostaria de saber o que a empresa em que eu trabalho tem que fazer e aonde ir para aderir ao vale cultural.
Att,
Raquiel Najra.

Resposta do MinC: Raquel, o Vale-Cultura entrará em vigor após tramitação no Senado (onde o projeto está agora) e sanção presidencial. As regras para utilização do benefício serão definidas na promulgação da lei.

Giuseppe Nóbrega

em 23 de outubro de 2009

Haja visto a aprovação do PROJETO DE LEI Nº 5.798-D DE 2009 que cria o vale-cultura, como as instituições [públicas ou privadas] podem aderir ao Programa?

Resposta do MinC: Giuseppe, o projeto foi aprovado na Câmara, mas ainda precisa ser analisado pelo Senado (onde tramita neste momento) e sancionado pelo Presidente da República.

Joubert Cândido

em 19 de outubro de 2009

Já era tempo! O Vale Cultura tem a função de “despertar” para um mundo menos imediatista: o do consumo. Quem sabe ao se consumir cultura não construimos uma sociedade mais inteligente? O fato é que o ser humano está perdendo o poder da abstração e esse vale vem como um empurrão para a arte. Assim, quem sabe num futuro próximo, os artistas não terão que mendigar patrocínos e contribuirem para a felicidade das pessoas, inclusive dos próprios artistas?

ISMAEL PEREIRA

em 18 de outubro de 2009

ISMAEL PEREIRA, PRESIDENTE DA ACREPCANE- ASSOCIAÇÃO DOS CANTADORES REPENTISTAS ESCRITORES POETAS COMPOSITORES E APOLOGISTAS DO NORDESTE.
RESSALTA QUE O VALE -CULTURA IRÁ OBVIAMENTE BENEFICIAR
EM GRANDE PARTE, A NOSSA CUTURA, MAS NO “TOCANTE À UMA DAS CULTURAS MAIS POPULARES DO NORDESTE, QUE É A CANTORIA, MUITO POUCO SE BENEFICIARÁ”, UMA VEZ, QUE, OS FESTIVAIS DE REPENTISTAS SÃO REALIZADOS COM MAIS FREQUÊNCIA EM CLUBES E PRAÇAS PÚBLICAS OU HAMBIENTES QUE NÃO DISPÕEM DE ARTIFÍCIOS TÉCNICOS PARA SE PAGAR OS INGRESSOS COM CARTÃO ELETRÔNICO. – CONSIDERA ISMAEL PEREIRA

Resposta do MinC: O repasse dos R$ 50 deverá ser feito, preferencialmente, por meio de cartão magnético. O vale em papel só será permitido quando for inviável o uso do cartão.

Paulo Easy

em 16 de outubro de 2009

Poderiam embutir no projeto Vale Cultura, que este valor pudesse ser utilizado em Pontos de Acesso de Conhecimento, tais como:
lanhouses, telecentros, atn, centros de inclusao digital etc.

Resposta do MinC: Segundo o texto aprovado na Câmara dos Deputados semana passada (14/10/09), as áreas definidas pelo PL 5798/2009 para uso do vale são artes visuais, artes cênicas, audiovisual, literatura e humanidades, música e patrimônio cultural. O PL segue agora ao Senado, onde poderá sofrer alterações.

Wendel Cruz

em 15 de outubro de 2009

Esta lei deveria beneficiar o trabahador de uma forma geral, os servidores publicos das três esferas e nossos bons velhinhos, o peso no orçamento não seria nada perto do peso que nos causa pagar o salario de voces PARLAMENTARES….. Se é pra fazer vamos fazer direito!!!!! Wendel Cruz Servidor Publico Estadual.

DARLAN FERREIRA ESPINOSA

em 15 de outubro de 2009

Um vale cultura no valor de C$ 50,00 em um Pais que um bom livro custa em média C$ 100,00; uma boa peça de teatro não sai por menos de C$ 100,00; um livro infantil custando C$ 100,00; um livro infantil com 06 paginas contando histórinhas regionais custando C$20,00 e o valor de um ingresso para cinema C$12,00 parece que este povo ganha muito bem e deve sim alavancar a cultura no meio social .Creio que este ato seja politico como foi o bolsa familia e outros,por que com o vale C$ 50,00 para o trabalhador levar seus- no minimo- dois filhos ao teatro não vai ultrapassar esse valor , ao cinema que é mais barato gastará a metade em passagem de ônibus e as crianças ficarão olhando os filhinhos de politicos e outros a comerem pipoca e a tomarem refrigerante pois não terão recursos para tal . O real da coisa é que alén de ser um ato eleitoreiro( curral eleitoral) é tambem um ato de esperteza pois dá C$ 50,00 ao trabalhador e debita 1% do valor a pagar de imposto de renda , exemplo uma empresa que deve recolher C$ 1000,00 ao mês e tenha 1 funcionários apto a receber o vale tera um custo de C$ 50,00 enquanto que deixara de recolher aos cofres públicos por mês 1% OU SEJA c$ 100,00. É O PAÍS DA PIADA PRONTA.

Brides

em 15 de outubro de 2009

O presidente lula entende de economia e finanças publicas? Ninguem percebe quanto dinheiro tem sido dado para o povo e que gera impacto financeiro?? mesmo que retorne, é um retorno nao fortemente modificativo, estará devolvendo ao governo o q ele está dando de graça! Nao basta dar bolsas, vales, tem q oferecer oportunidades para o povo conseguir ter acesso a td q esse governo prefere dar de “graça” nas mãos. Cultura é tudo, vem de base, não só num cinema, teatro ou show que se adquire… alias, o filme do lula ja ja ta ai ne? aposto q o vale sairá na semana de estreia!! cultura ne!!

Alexandre

em 14 de outubro de 2009

Saudações a todos! Ainda bem que existem eleições, pois sempre nos anos que antecedem as mesmas nossos políticos se movimentam mais, porém, é notório que o desejo de aparecer como boa opção de voto é milhões de vezes maior do que o desejo real de ajudar o povo brasileiro. Gostaria de ver medidas mais insinuantes, como facilidades no acesso a universidades públicas, abatimento nos impostos de artigos culturais como livros, cds, dvds. Outra coisa que poderia ser útil era se inventassem uma bolsa universitária, por exemplo o governo paga o bolsa família, bolsa isso e aquilo a pessoas que não tem nenhuma perspectiva de mudança, porém deveria pagar uma bolsa (mesmo que fosse parcial) para estudantes que não conseguiram acesso a universidade pública e estão cursando em universidade privada, isso seria um grande incentivo. Mas parece, como falei antes, que a vontade de ajudar o povo e qualiicar os cidadãos ficam muito aquem da vontade dos nossos queridos políticos de ajudarem primeiramente a si. Lembro do grande Luís Gonzaga quando falo dos nossos representantes: “Uma pra mim, uma pra mim, outra pra mim”, essa é a visão dos nossos políticos. E esse vale seria bom se tivesse havido antes um incentivo para o povo valorizar a cultura, com esse vale eles vão comprar como falou um amigo abaixo, cds de funk, dvds sem conteúdo ou com conteúdo não próprio. Poxa invistam em meios que formem cidadãos honestos e respeitosos e eles mesmo procurarão a cultura.

Darcy Berbert de Andrade

em 9 de outubro de 2009

A Literatura como vai funcionar, (quem produz a literatura recebe o cartão).

Resposta do MinC: Darcy, o cartão do Vale-Cultura será destinado a trabalhadores das empresas que declaram Imposto de Renda com base no lucro real. As empresas que aderirem ao Vale-Cultura poderão disponibilizar até R$ 50,00 por funcionário, ao mês, com direito a deduzir até 1% do Imposto de Renda devido. O Projeto de Lei aprovado semana passada (14/10/09) na Câmara dos Deputados inclui, entre os benefíciários do Vale-Cultura, estagiários, aposentados e servidores federais que recebem até cinco salários mínimos. O texto final torna obrigatória a concessão do Vale-Cultura a trabalhadores com deficiência que ganham até sete mínimos. O PL segue agora ao Senado, onde poderá sofrer alterações. Como tramita em regime de urgência, será votado em 45 dias.

Márcia Lacerda

em 8 de outubro de 2009

Olá, gostaria de saber como ficarão os servidores públicos municipais. Sou da FURB, da cidade de Blumenau (SC) e, pelo minha faixa salarial, deveria receber o vale-cultura. Há algo na proposta sobre isso? Obrigada!

Resposta do MinC: Márcia, o Projeto de Lei (PL nº 5798/2009) do Vale Cultura aprovado na Câmara dos Deputados (14/10/09) permite que Estados, Distrito Federal e municípios concedam o Vale-Cultura nos termos de leis específicas de cada um deles. O PL segue agora para o Senado, onde poderá sofrer alterações, e tramita em regime de urgência (será votado em 45 dias).

Instituto Movimento Pró-Projetos

em 8 de outubro de 2009

Nós do instituto Movimento Pró-Projetos estamos enviando algumas entrevistas
sobre Incentivos Fiscais,que podem ser vistas no link abaixo:

http://projetoscomatitude.com.br/site/node/31

E também temos um livro chamado “103 Dicas O Que Toda Empresa Precisa Saber para
Utilizar Incentivos Fiscais”,você pode saber mais entrando em:

http://www.projetoscomatitude.com.br

Sabrina Filgueira

em 7 de outubro de 2009

Cultura faz parte da educação!

Priscila Beck Guimarães Antunes

em 6 de outubro de 2009

Olá, sou da assessoria do deputado estadual Hamilton Pereira e gostaria de saber se já houve algum debate sobre o Vale-Cultura no estado de São Paulo.Caso contrário, gostaria de saber como poderíamos proceder para trazer o debate à Assembleia Legislativa de São Paulo.
Atenciosamente,
Priscila

Resposta do MinC: Olá, Priscila, a sugestão é que você entre em contato com os relatores do Vale-Cultura na Câmara: Flavio Dino (PCdoB-MA), na CCJ; Paulo Rubem (PDT-PE), na CEC; Ricardo Barros (PP-PR), na CFT; e Manuela D’Avila (PCdoB-RS), na CTASP (contatos no site http://www.camara.gov.br). Como o projeto está em vias de ser votado na Câmara (tranca a pauta a partir do dia 11/10), provavelmente novas audiências públicas serão promovidas quando o PL for encaminhado ao Senado.

Eneas dos Reis Coelho Neto

em 4 de outubro de 2009

Que fique bem claro a necessidade de Educadores bem remunerados, e atentos ao processo.
Tudo na vida se transforma, a CULTURA nacional começa a se reconstruir apartir desse diálogo.
Como Frejat diz em sua música : intimidade entre estranhos, o conhecimento nacional se faz através de boas ações rumo ao desenvolvimento sustentável.
As transformações da cultura nacional, começam a ter uma maior influência em outras áreas como a politíca nacional.

Jefferson Pires

em 2 de outubro de 2009

E a região nordeste paraíba especificamente como Fica no projeto mais cultura.

Resposta do MinC: Olá, Jefferson. Você pode conferir todas as informações relacionadas ao Mais Cultura no site: http://mais.cultura.gov.br/. No site do MinC, também há uma relação de todas as seleções públicas seleções públicas, na área cultural, de iniciativas de empresas, instituições e entidades governamentais em todo o Brasil: http://www.cultura.gov.br/site/categoria/editais-de-todo-o-brasil/

marcelo nogueira

em 2 de outubro de 2009

Fantastica iniciativa! Resta agora os livreiros e operadores da cultura desenvolverem um enorme esforço para chamar as pessoas à cultura! Incentivando o acesso aos livros e a todas as atividade que desenvolvam o gosto e a reflexão. Este vale ainda é pequeno, mas certamente fara uma diferença enorme no desenvolvimento de muitas familias. Eis um projeto sério em meio a tanta bobagem neste País! Todos nós precisamos trabalhar em prol do conhecimento e da cultura. Só assim seremos um País mais civilizado.

Marcelo Noguera
http://www.artlivros.wordpress.com

Resposta do MinC: Olá, Marcelo, obrigada por sua mensagem. Para saber mais sobre a política de democratização do acesso ao livro e à leitura, acesse também: http://blogs.cultura.gov.br/pro-leitura/

Fran

em 30 de setembro de 2009

Mauricio Borges 100% apoiado!!!

E mais, Interesse pela cultura vêm de uma educação de qualidade!!!
Aliás, isso o Brasil não tem!

Mauricio Borges

em 30 de setembro de 2009

Acho um absurdo, estas leis…(eleitoreiras) o povo morrendo de fome, ganhando pouco e vcs fazendo leis para vale cultura… o que falta para o povo é serviço e bem pago, ai ele (trabalhador) decide o que vai fazer com o dinenheiro. isto so vai beneficiar poucas pessoas e aumentar a despesas para as empresa. Toda lei arde no de alguem… Ja temos o Bolsa esmola que sai do bolso do proprio povo..

jOSEANE DOS SANTOS CHAGAS

em 26 de setembro de 2009

Fiquei muito feliz em saber que entre tantos projetos o vale cutura benificiará quem realmente quer ler, estudar aprender um pouco mais .Sempre senti-me muito abandonada quanto ao meu interesse em pesquisar pois nada valoriza pessoas como eu que gostam de melhorar sua cultura.Sou funcionária pública (professora) e espero ser agraciada com este projeto.

Claudia Sebben

em 25 de setembro de 2009

Na minha opinião, é desperdício de dinheiro público. Nosso país necessita de investimentos na área da educação, sendo de suma importância nos dias de hoje.

Fernando Scarparo

em 25 de setembro de 2009

Meu ponto de vista – Depois de pesquisar sobre o assunto, na minha opinião, o Vale-Cultura é uma política interessante que visa a inclusão social, onde os trabalhadores de menor poder aquisitivo poderão ter acesso a cutura, ampliando assim seus horizontes e ter um futuro promissor. O problema está em saber se essas pessoas vão mesmo utilizar esse vale para para aquisição de produtos e eventos educativos uma vez que já existe no país inúmeros eventos culturais e educativos gratuitos, principalmente em São Paulo conforme informa o site Catraca Livre, patrocinados pelo gorverno dentre outras entidades.
Assim sendo, de repente se essa bolsa fosse voltada para a educação no sentido de incentivar os jovens a se interessar mais pelos produtos e eventos educativos já existentes, fosse mais prudente.

Franciele Debona

em 25 de setembro de 2009

É de suma importância que o governo tenha essetipo de atitude, para estimular a cultura do povo brasileiro. Esperamos que façam o façam, de maneira honesta e transparente, sem desvios e etc e tal, como estamos assistindo no nosso cotidiano.

Eduardo Sost

em 25 de setembro de 2009

Sinceramente, não sei o que falar sobre esse vale cultura. É uma maneira de incentivar as pessoas a enriquecerem culturalmente, com isso, aumentando o grau cognitivo de cada indivíduo. Mas será que é necessário o investimento de tanto dinheiro para isso??? Poxa, tem muito brasileiro que passa fome, crianças desnutridas, ou ainda pior, há lugares precarios que são habitados por BRASILEIROS. Eu axo que o governo deveria investir o dinheiro do povo nas coisas que realmente são necessárias, como educação e saúde. Fica aqui registrado o meu desapontamento com essa idéia absurda de dar vales para os brasileiros se divertirem com cultura. GOVERNO, ensine a pescar, não dê o peixe….

Douglas Milani

em 25 de setembro de 2009

As empresas que declaram Imposto de Renda com base no lucro real poderão aderir ao Vale-Cultura e posteriormente deduzir até 1% do imposto devido.
Estimativas do Ministério da Cultura mostram que o Vale-Cultura pode aumentar em até R$ 600 milhões/mês ou R$ 7,2 bilhões/ano o consumo cultural no país.
Muito bom esse programa de Vale-Cultura, muito mesmo. Mas aí eu me pergunto em qual cultura o povo vai aderir. Comprar CDs de funk? Comprar DVDs? Ir ao cinema para assistir qualquer filme?
Esse Vale-Cultura pra mim só seria valido se fosse empregado para a mudança de cultura do povo brasileiro em favor ao meio ambiente, voltado para a conservação de nossas matas, de nossos rios, de nossa fauna e da flora.
Vale-Cultura em prol a mudança de costumes que só visam consumo desenfreado, mudanças de hábitos alimentares, mudanças de pensamentos. Eu sei também temos que crescer, somos um país emergente, devemos crescer, devemos exportar e ganhar mais grana. Mas crescer pra onde? Crescer pra que? Exportar pra que? Se tudo que necessitamos em termos de alimentos, o país produz. Então para que exportar?
Acham que se ficarmos todos “ricos” vamos ganhar alguma coisa? Nós estamos perdendo e não ganhando.
“apenas quando o homem derrubar a última árvore, poluir o último rio e matar o último peixe, irá perceber que não poderá comer o dinheiro que ganhou”.

ALAN PAULO SCHNEIDER

em 25 de setembro de 2009

ANALISANDO ESTE PROGRAMA VALE- CULTURA PROPOSTO PELO GOVERNO FEDERAL, ACHEI DE SUMA IMPORTANCIA JÁ QUE MILHARES DE CIDADÃOS SE BENEFICIARAM COM PROGRAMA. ACREDITO EU QUE A SOCIEDADE VIVE HOJE COM UMA CARÊNCIA DE CONHECIEMENTO CULTURAL. SE ANALISARMOS GRANDE PARTE DOS RECURSOS QUE SÃO INVESTITOS MUITAS VEZES EM ÁREAS DE MENOS IMPORTANCIA OU QUE APENAS BENEFICIAM OS QUE MAIS TEM PODER, ACREDITO QUE COM ESTE GRANDE VOLUME DE RECURSOS QUE O PROPRIO CIDADÃO PAGA AOS COFRES PUBLICOS DURANTE A SUA VIDA, AINDA PODEM SER APROVEITADOS EM ÁREAS RELACIONADAS A CULTURA, JÁ QUE A CULTURA E RESPONSÁVEL PELA PRÓPRIA FORMAÇÃO DO CIDADÃO.

Franciele R. da Costa

em 25 de setembro de 2009

O vale-cultura mostra-se como uma maneira de implementar um direito constitucionalmente garantido aos cidadãos: o direito ao lazer. Parabenizo a iniciativa, espero que seja um sucesso. Contudo, não posso deixar de questionar a sua real necessidade frente a realidade social do nosso país. Me parece que existem outros direitos mais fundamentais que a cultura e o lazer, e que ainda não foram garantidos aos cidadãos. Exemplo: moradia. A dignidade da pessoa humana, fundamento do Estado Brasileiro, prescinde que o cidadão possua, no mínimo, um teto de qualidade sobre sua cabeça. Este é um direito que encontra-se muito distante de muitas vilas e favelas brasileiras. Outro exemplo: trabalho. Inclusive, o direito ao trabalho é um requisito para a existência do Vale-Cultura. Onde fica o direito à cultura para os desempregados?
Apesar disso, mais uma vez parabenizo a iniciativa do Vale-Cultura. Não se pode dizer que não há iniciativas no sentido de implementar os direitos dos cidadãos. Mas espero que as iniciativas se estendam aos demais direitos, que já estão garantidos na lei (Constituição federal de 1988). Só falta colocar em prática.

Paulo Miranda

em 25 de setembro de 2009

Enquanto audiências públicas debatem o projeto de lei que cria o Vale-Cultura, proponho uma reflexão a respeito do referido assunto, já que estamos diante de uma questão que envolve vários setores da sociedade brasileira, será que o beneficiário do programa, sabe do verdadeiro sentido do produto que esta sendo apresentado, terá discernimento para escolher algo que acrescente bem estar e cultura a sua família, terá disponível em sua cidade espetáculos, eventos, porque para entender de cultura temos que ter cultura. Acho que pelo fato do trabalhador ter um cartão que da direito de usufruir e participar de eventos culturais, não podemos concluir que de fato isto poderá aumentar a sua cultura e que o fará de maneira prazerosa.

Alexandre D. susin

em 25 de setembro de 2009

Acredito que este programa venha a contribuir para a cultura brasileira, porém acho que tanto as empresas, quanto o governo poderiam fazer parcerias com colaboradores proporcionando assim eventos culturais gratuitos para a população e ao mesmo tempo expondo nome de sua empresa, etc. Como é divulgado neste site: http://www.catracalivre.com.br que serve de um guia para tais acontecimentos.

Cássia

em 25 de setembro de 2009

Esse benefício advém da alta carga tributária que a classe média alta, ou classe alta contribui.. E como normalmente acontece, quem menos contribui, mais beneficiado é. Ao invés de investir em cultura para as pessoas mais pobres, deveria se pensar em investir na educação e saúde do país. Com melhorias na educação, dimunuiria o índice de analfabetismo e consequentemente se tivermos uma boa educação já estaremos aumentando a carga cultural. Embora, não ache necessário criar um vale cultura para melhorar a cultura da classe de baixa renda no Brasil. No entanto, deveria sim estimular que maior parte da população estivesse na escola, aprendendo, e garantindo um dos seus direitos: o direito a educação.

Lincoln dos Prazeres

em 24 de setembro de 2009

O vale-cultura será comercializado na internet?

Resposta do MinC: Não, Lincoln, o benefício será disponibilizado via cartão magnético.

antonio marcos da silva

em 24 de setembro de 2009

Este projeto de Lei do Ministerio da Cultura será muito importante paea o crescimento educacional do nosso país.

Elma Beatriz

em 22 de setembro de 2009

Boa Tarde!

Gostaria de saber quando sera a votação deste projeto.

Att,

Elma.

Resposta do MinC: Olá, Elma. Como o PL do Vale-Cultura tramita em regime de urgência, deverá ser votado até 11/10. Depois dessa data, “tranca” a pauta de votação na Câmara.

Silvana da Costa Alves

em 21 de setembro de 2009

Quando uma ação é visivelmente eleitoreira, é sempre votada em regime de urgência, por que será?
Como farão as centenas de bilheterias sem recursos tecnológicos adequados Brasil afora?

RENATA DALPIZOL

em 20 de setembro de 2009

LENDO O ARTIGO ACIMA ACREDITO QUE ESTE PL TEM BOAS CHANCES DE DAR CERTO, POIS, TODOS OS ENVOLVIDOS PRECISAM PARTICIPAR COM UMA PARCELA ,O QUE OS TORNA RESPONSAVEIS E AGENTES DO PROGRAMA. ALEM DO LADO MERCADOLOGICO ESTE PROGRAMA TENDE AUMENTAR A CULTURA DO NOSSO POVO

Maria Cristina dos Santos

em 16 de setembro de 2009

Gostaria de saber só os trabalhadores (as) terão direito ao Vale Cultura?

Resposta do MinC: Serão beneficiados os trabalhadores e trabalhadoras com vínculo empregatício. Veja mais detalhes no art. 5º do PL 5798/2009:
Para os efeitos desta Lei, entende-se por:
I – empresa operadora: pessoa jurídica cadastrada junto ao Ministério da Cultura, possuidora do Certificado de Inscrição no Programa de Cultura do Trabalhador, autorizada a produzir e comercializar o Vale-Cultura;
II – empresa beneficiária: pessoa jurídica optante pelo Programa de Cultura do Trabalhador e autorizada a distribuir o Vale-Cultura a seus trabalhadores com vínculo empregatício, fazendo jus aos incentivos previstos no art. 10;
III – usuário: trabalhador com vínculo empregatício com a empresa beneficiária; e
IV – empresa recebedora: pessoa jurídica habilitada pela empresa operadora para
receber o Vale-Cultura como forma de pagamento de serviço ou produto cultural.

Ruyglecius da Silva Matos

em 9 de setembro de 2009

Considero um absurdo incluir eventos esportivos no vale-cultura. Não que eu ache que o esporte é de pouca importância para a formação do cidadão, pois eu também sou um amante do esporte, principalmente do futebol, acontece que o brasileiro precisa entender que nós somos muito mais que samba e futebol. É fundamental para a formação da consciência e para o enriquecimento intelectual do brasileiro, que ele leia um bom livro, que assista um bom espetáculo teatral, que veja um bom filme, que ouça boas músicas, tanto quanto assistir um bom jogo de futebol. Além do mais o ramo esportivo é muito mais valorizado que o ramo artístico e o vale-cultura, acredito, também tem esse foco, o de ajudar a valorizar os produtores culturais, tão desprestigiados em nosso país. Com o vale-cultura, o brasileiro não mais poderá esconder-se atrás da máscara do preço alto para dizer que não pode ler um livro ou assistir um espetáculo teatral, se não o fizer será por puro desinteresse. Entretanto, se forem incluídos eventos esportivos no pacote do vale cultura, grande parte da população escolherá frequentar estádios de futebol a teatros ou cinemas, visto que o futebol já é uma paixão nacional, e mais uma vez os nossos artistas e autores serão trocados pelo esporte. Precisamos transformar o consumo cultural em uma nova paixão nacional, o livro precisa uma paixão, o teatro também, e assim todas as outras formas de manifestação cultural e não é inserindo esportes no vale-cultura que conseguiremos essa façanha.

Luiz Mozzambani Neto

em 9 de setembro de 2009

Sou escritor independente e já publiquei dois livros: Embrulhos e A CIDADE QUE MATOU A ESTRELA, de forma independente (edição de autor). Gostaria de saber se poderei usufruir os benefícios do Vale-Cultura!

Hilario Andreoni Jr

em 8 de setembro de 2009

As empresas que aderirem ao Vale Cultura poderão disponibilizar um valor maior que R$ 50,00 por funcionario?

Marta Valéria

em 6 de setembro de 2009

SENHOR, SER EDUCADOR, NÃO É FALAR SOBRE Shakespeare, É SOBRETUDO, FALAR DA REALIDADE PRESENTE, FALAR SOBRE A VIDA PRESENTE.. POR FAVOR, LEIA O TEXTO DE TATIANA DOS REIS SILVEIRA….Ser educador hoje é viver intensamente o seu tempo; conviver é ter consciência e sensibilidade. Não se pode imaginar um futuro para a humanidade sem educadores, assim como não se pode pensar num futuro sem poetas e filósofos. Os educadores, numa visão emancipadora, não só transformam a informação em conhecimento e em consciência crítica, mas também formam pessoas cidadãs.

Diante dos falsos pregadores da palavra, os educadores são os verdadeiros, “amantes da sabedoria”; os filósofos de que nos falava Sócrates. Eles fazem fluir o saber, porque constroem sentido para a vida das pessoas e para a humanidade e buscam juntos um mundo mais justo, mais produtivo e mais saudável para todos. Para Gadotti (2000), os educadores são imprescindíveis, sendo eles os verdadeiros construtores do processo de ensino-aprendizagem.

A aprendizagem é um processo que ocorre ao longo da vida, são momentos muitas vezes, de conflitos e divergências. Na visão de Jacques Delores (1998), vive-se hoje o chamado mundo globalizado que necessita, cada vez mais, de competências e habilidades, agilidade e sensibilidade, pressupostos de caráter humano que solicitam novos valores e critérios compatíveis com as mudanças da sociedade atual.

O educador é o responsável por estimular o prazer de compreender, descobrir, construir o conhecimento, curiosidade, autonomia e atenção no aluno. É preciso ensinar a pensar; a pensar a realidade e não apenas o “já dito” o “já feito”, e só reproduzir o conhecimento.

Segundo Gadotti (2000), o conhecimento tem presença garantida em qualquer projeção que se faça no futuro, por isso, há o consenso de que o desenvolvimento de um país está condicionado à qualidade de sua educação.

A tarefa de educar, no entanto é delicada porque supõe, em princípio, amor, desprendimento, doçura, firmeza, paciência e decisão, além do domínio dos conteúdos e metodologias. Daí a necessidade da motivação, do encantamento; motivação que deve vir de dentro do próprio aluno, oportunizada pelos estímulos do professor.

Na visão de Freire (1996), o sentido de ensinar é fazer com que o ser humano veja novos padrões de vida, novas formas de perceber, ser, pensar e agir, e que vão auxiliar no uso do conhecimento, na resolução de problemas, construções de novos significados e pensamentos.

E para que o indivíduo tenha experiências intelectuais estimulantes e socialmente relevantes é preciso à mediação do professor com boa conduta e domínio dos conhecimentos que deve ensinar e dos meios para fazê-lo com eficácia. O educador deve saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção (FREIRE, 1996, p. 47).

Segundo Freire (1996), o educador deve ter liberdade e autoridade, e que a liberdade deve ser vivida em coerência com a autoridade na condução de suas aulas; não pode ser imparcial em suas atitudes, deve sempre mostrar o que pensa, apontando diferentes caminhos, evitando conclusões, para que o aluno procure o que acredita, com suas explicações, se responsabilizando pelas conseqüências e construindo assim sua autonomia.

Para Freire (1996), motivar e auto motivar-se, é de fundamental importância no processo de docência, é a busca não apenas do conhecimento teórico e prático através de capacitação e formação, mas da relação docente-discente, sendo esta peça fundamental para a formação e educação crítica dos cidadãos.

Carolina Vianna

em 2 de setembro de 2009

Olá,

O Projeto de Lei estabelece o valor de R$ 50, 00 para o vale cultura. Não há risco desse valor ficar defasado?
Esse valor é apenas o balizador para o benefício fiscal?
O empregador poderá conceder benefício superior ao estabelecido na Lei caso deseje?

Atenciosamente,

Resposta do MinC: Carolina, há risco. Por isso, o projeto prevê que o Ministério da Cultura pode reajustar, anualmente, o valor do Vale Cultura.
Para aumentar o valor, o governo federal vai dialogar com governos estaduais para que aprovem leis específicas, com desconto estadual, para dar um valor acima de R$ 50.

Eneas dos Reis

em 30 de agosto de 2009

O moça, vc não pode falar assim com um EDUCADOR!

Secretaria de Cultura

em 27 de agosto de 2009

A idéia do vale cultura é extremamente interessante. Qual seria a conduta para uma empresa aderir a esse projeto?

Scretaria de cultura e Turismo de Lagoa da Prata. – MG

Resposta do MinC: Secretaria de Cultura, quando o projeto for aprovado, as empresas que quiserem distribuir o cartão terão de se cadastrar no Ministério da Cultura. Essas empresas de cartão farão o cadastro de livrarias, teatros, cinemas, etc.

reninavalejo

em 27 de agosto de 2009

Olá Anthony, agradecemos seu comentário. O PL do Vale-Cultura (nº 5798/2009) está na Câmara e poderá ter emendas dos deputados durante a tramitação da matéria. A sociedade pode apresentar suas propostas por meio dos parlamentares que elegeu.

reninavalejo

em 27 de agosto de 2009

Olá Karen, obrigada por sua participação. O PL do Vale-Cultura (nº 5798/2009) está na Câmara e poderá ter emendas dos deputados durante a tramitação da matéria. A sociedade pode apresentar suas propostas por meio dos parlamentares que elegeu. Leia mais aqui.

Anthony Orteney

em 27 de agosto de 2009

Excelente idéia, mas será difícil controlar para que o povo não gaste isso erroneamente.
Mas a minha preocupação agora é com os servidores autônomos, e trabalhadores informais, e aqueles que prestam serviço com contratos, porque seu empregador quer economizar, se esse trabalhador for pagar para ter seus direitos, o salário não dá.
Se for exigir dos contratantes, eles te mandam embora, e contratam alguém que exija menos.
Como esses trabalhadores podem ser incluídos?
Esses são os que mais precisam de apoio.

Raphael Di Salvi

em 26 de agosto de 2009

Nosso ilustre jornalista da Folha de São Paulo Dimenstein deixa evidente que desconhece o projeto do vale cultura, uma vez que erroneamente insiste em afirmar que o governo irá gastar 7 bilhões de reais com o projeto. Quando na verdade o projeto do vale cultura é baseado no modelo do PAT onde o custo é dividido entre Governo, Empresa e Trabalhadores. Desconhece por exemplo que no Programa de Alimentação do Trabalhador a cada R$ 1,00 de renuncia fiscal o Gov. arrecada 19 na cadeia produtiva.
Como assinante da Folha de São Paulo fico sinceramente chateado com a falta de informação de alguns “formadores” de opinião.

Karen Myelle

em 25 de agosto de 2009

Acredito que o vale cultura , é um dos mais bem elaborados projetos em que o governo se empenhou a realizar, pois, sabemos que as classes mais baixas não têm acesso aos meios de cultura em nosso país. Com esse subsídio a grande maioria da população terá a oportunidade de aumentar seu conhecimento e de desfrutar de nossa tão rica e diversa cultura. Todavia, acho que o projeto deveria se estender também aos estudantes, pois, há uma carência cultural na comunidade estudantil, devido ao fato de todo o tempo ser ocupado com os estudos e não haver tempo para o trabalho em algumas situações. Eu como uma bolsista do PROUNI, e estudante de um curso multiperiódico infelizmente não tenho disponibilidade de tempo para poder trabalhar, e com isso não disponho de renda para aplicar na cultura. E além disso, o vale cultura poderia ajudar no desenvolvimento estudantil, graças a possibilidade de se adquirir livros por intermédio do cartão.
Karen Myelle

reninavalejo

em 25 de agosto de 2009

Olá, Ivanildo. Seu email foi cadastrado. Você também pode acompanhar a tramitação do Projeto de Lei do Vale-Cultura na Câmara (PL 5798/2009): http://www2.camara.gov.br/proposicoes

reninavalejo

em 25 de agosto de 2009

Olá Hilário. Foi um erro de digitação. O PL tem 17 artigos ao todo. Atualizamos o link com a numeração correta, incluindo a exposição de motivos dos Ministérios da Cultura, da Fazenda e do Trabalho e Emprego. Por favor, verifique novamente. Na Câmara, o PL recebeu o nº 5798/2009. Obrigada por sua observação.

Hilario Andreoni Jr

em 24 de agosto de 2009

Porque não tem o art. 13o.?

Normando Peixoto

em 19 de agosto de 2009

Quando a cultural passa a ser questão objeto de reflexões políticas, sofrendo a intervenção do estado, já não se pode mais dizer que é cultura em seu sentido lato. Desde os primórdios da humanidade o homem é essencialmente “artifex”, criador, o fazedor.

Quando o homem descobriu o fogo, a roda e outros instrumentos que vieram facilitar sua vida, certamente ele demonstrou por si só, a capacidade melhorar os mecanismos de sobrevivência com o meio, o que veio a produzir um significativo melhora na sua condição de vida. A partir da descoberta do fogo o homem passou do trabalho estritamente manual para o trabalho artesanal. Dessa maneira o homem não mais se conteve em apenas esperar da natureza que ela lhe punha artefatos a sua disposição. Com a evolução da humanidade, saímos do trabalho artesanal e chegamos até o trabalho industrial.

Só se pode reconhecer a evolução humana através do exame detalhado de seus produtos culturais. Defronte a nós se estende um maravilhoso arsenal de produtos humanos e, somente pequena parte deles, recebeu as benesses estatais. Os costumes, a língua, ritos, religiões, a arte, sistemas políticos, surgimento das cidades, as estradas, etc., todos estes equipamentos surgiram devido à atuação do homem na sociedade. Para melhor exemplificar o que eu estou dizendo, basta se aprofundar em três grandes especialistas do estudo da cultura: Dawson, Kroeber, Nieburg.

Durante séculos a cultura não foi uma preocupação estatal. Apoiavam-se os artistas, os músicos, os trovadores, mas não havia interferência nenhuma na forma de criar dos mesmos. Com o decorrer do tempo, mudaram-se as formas de relacionamento mercantilistas, principalmente a partir da revolução industrial, quando tudo, até a cultura, passou a ser uma maneira uma maneira de dominação das elites, aumentando, cada vez mais, a participação estatal na cultura.

Questionar saber qual o papel do Estado, comparando-o a um espetáculo cênico, e atribuindo-lhe a função do Estado, como ator, já embute a idéia discriminação que os teóricos da cultura fazem dela. Apelar para a esdrúxula definição de ser o Estado apenas o ATOR, desqualifica a quem profere tal discurso, pois nos estudos de especialistas mais aprofundados, surge à idéia de que o Estado moderno faz o papel de DIRETOR, incentivando as produções culturais.

Tomando-se o mesmo exemplo Shakespeare chega-se a reflexão de que o Estado, tal como Shakespeare, serve apenas de capa aos atores da cultura. O Estado não é Ator, visto que os atores da cultura estão na sociedade e suas iniciativas culturais afloram da própria sociedade, não pertencem ao Estado, pertencem aos demais atores do mundo cultural.

Sabe-se hoje que Shakespeare não escreveu as obras que lhe são atribuídas, mas que serviu apenas de capa a Francis Bacon, Christopher Marlowe, Walter Raleigh, ou à Rainha Isabel I, ou até a própria mulher do poeta, Ana Hathaway, e outros. Criptógrafos decifraram códigos escondidos nos escritos de Shakespeare, que indicavam o verdadeiro autor. No fundo desta questão está a noção de que um homem de origem e instrução humildes não podia ser um gênio aquelas proporções. Estas teorias foram rebatidas de várias formas, mas o testemunho mais evidente contra elas é constituído pelas próprias peças – o estilo é o homem – código insofismável em que a vida e o trabalho se encontram.

Dessa maneira, o Vale cultura é uma das iniciativas mais louváveis, pois o Estado está dispoosto a cumprir seu papel, a cumprir o seu mister, que é o de fomentar as iniciativas culturais, deixando as escolhas e opções que a própria sociedade as faça.

ivanildo natalio beserra

em 14 de agosto de 2009

referente a informações das inscrições ou cadastro
do projeto vale-cultura

mandem noticias pelo e-mail a cima

Ernesto São Thiago

em 13 de agosto de 2009

Um veículo de comunicação de massa visa exatamente isto, atingir a massa, transmitindo tudo aquilo que o (mau)gosto popular demanda. A Globo, por exemplo, vez ou outra até enfrenta o (mau)gosto popular, exibindo shows musicais, documentários e minisséries, todos de alta qualidade, tendo em contrapartida altíssima audiência das classes mais cultas enquanto a base da pirâmide zapeia pelo éter em busca das porcarias que lhe interessam. Existem canais abertos, nas mãos inclusive do Estado, que transmitem bons programas culturais, para meia dúzia de gatos pingados que os assistem. Então o problema não é falta de opção. É falta de bom gosto de quem assiste mesmo.

Marta Valéria

em 12 de agosto de 2009

Prof. Humberto Cunha, o sr. é muito subjetivo, divagante, nebuloso e poético. Escreva mais tecnicamente. Tinha que ter Shekespeare nesse estória sua aí. Pelo amor de Deus, fessô!

LEO

em 12 de agosto de 2009

ainda não vi, em nem um lugar, como será o procedimento na ponta, ou seja, por exemplo na bilheteria, um cidadão chega com um cartão do vale cultura, o que acontece? como será feita a venda do ingresso e o débito do valor daquele ingresso em seu cartão? e como a produção irá receber o dinheiro pago pela entrada?

Resposta do MinC: Léo, vai funcionar no mesmo sistema do vale alimentação. As lojas cadastradas vão receber pagamento em cartão e depois receberão o valor da rede de cartões, cadastrada no Ministério da Cultura. O empregador poderá descontar o valor do imposto de renda da empresa, até o limite de 1% de seu lucro.

Edna Maria Andrade Sardinha

em 8 de agosto de 2009

Gostaria de participar do programa, pois tenho uma biblioteca comunitária Caminho do Saber Municipio de Indaiabira – MG Cep39536000. Nossa biblioteca é sem fins lucrativos e precisa de apoiio, pois tem uma enorme clientela de crianças ,jovens e adultos.Grata!Edna. Espero que meu pedido seja atendido.

Patricia Georgina Barboza

em 5 de agosto de 2009

Parabens pela iniciativa prezado gestor da nação. Nós brasileiros precisamos também do pão do saber. Não sou contra a popularização do acesso aos bens culturais a grande camada social.Afinal é de onde surgem as revelações mais expressivas de nosso país.Com certeza, seu vale cultura vai ser muito util em regiões sem acesso a cultura erudita e letrada. Cultura em todos.

ANDRÉA

em 5 de agosto de 2009

Por favor, podem esclarecer se o Vale-Cultura utiliza a lei Rouanet?

ANDRÉA

em 5 de agosto de 2009

O arquivo do Projeto de Lei disponibilizado aqui no Blog não apresenta o Artigo 13.
Foi erro de numeração ou suprimiram um artigo ao publicar?
Abraços
Andréa

Antonio Marcos Passos

em 3 de agosto de 2009

Dimenstein, descordo do seu artigo, pois acredito que esse vale cultura pode ser o inicio de um despertar para o Brasil. Vamos primeiro implantar e depois criticar. Claro que o governo federal deve fazer ajustes no próximo ano. Precisamos tentar, o povo brasileiro merece, precisa e tem direito a vivenciar coisas que já conhece e coisas que pode conhecer. Vamos tentar democratizar nossas mentes.

ILtom da silva vieira

em 3 de agosto de 2009

muito legal.A idéia deve ser levada para todos os brasileliros e brasileiras.Nos pequenos municipios, nasw pequenas empresas mesmno, quie a mesma tenha um só funcionário.

Ana Lúcia

em 30 de julho de 2009

Achei extremamente infeliz e preconceituoso o comentário de Gilberto Dimenstein, para dizer o mínimo.
Além do mais, axé, pagode, sertanejo etc geram empregos, como qualquer outro gênero musical; tem muita gente séria e competente trabalhando nesses segmentos. Independentemente de “bom gosto” ou de “mau gosto” é necessário respeitar esses profissionais.

Andrea

em 30 de julho de 2009

E cultura é mercadoria? É preferível investir no ensino da cultura. Aqui na cidade de São Paulo, havia a ULM ( Universidade Livre de Música) que depois passou a se chamar Centro de Estudos Musicais Tom Jobim. E por muito tempo qualquer que fosse o intuito em estudar música de um aluno e se tivesse boa vontade ele conseguiria uma vaga na escola – que naquele tempo já eram poucas. Hoje, a escola virou isso http://www.santamarcelinacultura.org.br/emesp/. Um local publico, que usa dinheiro publico e é admistrado por iniciativa privada. Nao que seja ruim este ultimo, mas o que está acontecendo é. Uma vez que as vagas foram diminuidas, pois nao houveram processos de seleção desde entao para cursos de instrumentos. E o pior foram os critérios publicados quando houve uma perspectiva de processo seleção (o que nao chegou a acontecer!), diziam que haveria preferencia por alunos que já trabalhassem ou estivessem envolvidos com música. Agora o governo publica um Vale Cultura? Está longe de ser solução para alguma coisa, venhamos e convenhamos. Mais uma vez, é preferível ensinar a pescar do que enfiar o peixe guela a baixo.

Daniel Weber

em 29 de julho de 2009

“para os trabalhadores, mais um benefício” — soa quase como um pesar. “Mias um? Não bastam tantos outros? Não basta a honra de trabalhar para seus patrões?” Esses caras se entregam tão explicitamente!

Samuel Brito

em 29 de julho de 2009

Havemos de escolher os espetáculos e obras aos quals a população deve ter acesso, senão vão acabar esclhendo livros de autoajuda, filmes de comédia ou shows de música sertaneja ou pagode e, principalmente, poderão ler a FOLHA DE S. PAULO, publicação preconceituosa e de péssimo gosto.

Alberto

em 29 de julho de 2009

As pessoas se enganam ao achar que as opções que encontramos em SP são uma constante no restante do país. Dimenstein é uma dessas pessoas. Fala como se o Brasil fosse uma grande São Paulo e se São Paulo fosse uma grande Vila Madalena. Não é. São Paulo tem periferia e essa periferia não pode ser direcionada a ler ou assistir a aquilo que os autointitulados intelectuais acharem conveniente. Isso é querer manter a segregação social. À periferia já são direcionadas várias vertentes de “arte” patrocinadas pela elite justamente para mantê-la segregada e alienada. Parabéns ao MinC.
Os pobres gostam de cultura, gostam de frequentar teatro e cinema de qualidade. É dessa maneira que se constrói uma sociede justa, politizada e independente.

Sérgio Luís Aguiar

em 29 de julho de 2009

Prezado Sr. Gilberto Dimesntein, me parece que o Sr. e Folha de São Paulo, criticam toda e qualquer iniciativa do atual governo federal. Da mesma forma que o Sr. critica a utilização da renúncia fiscal no que diz respeito aos recuros da Petrobras para a família Sarney, deveria incluir tal a critica desse benefício para o Instituto Fernando Henrique Cardoso com recursos da SABESP

Sergio Paulo

em 29 de julho de 2009

Realmente você acertou na mosca quando imaginou que alguém pudesse imaginar elitista o seu ponto de vista. Eu gostaria de perguntar o que você considera como arte educativa. E aproveito e lhe pergunto quem e quando nomearam você ou quem quer que seja a determinar o que é ou não é educativo, ou o que é ou não é apropriado para a massa popular. Porque pessoas como você têm o direito de sair dos seus escritórios e ambientes de trabalho e amenizar o estress do dia-a-dia num show de piadas banal numa turnê nacional de qualquer banda escrota gringa, COM ABSOLUTAMENTE NADA DE EDUCATIVO, enquanto o trabalhador só pode ter acesso a arte se caso ele educado, só se caso ela esina-lo algo que, SEGUNDO O PONTO DE VISTA DE VOCÊS É O ADEQUADO. Adequado pra quem, cara pálida!!!!! Porque é tão difícil para vocês apoiarem um projeto como esse? Será que é por acharem que so o cérebro de quem tem grana é capaz de reconhecer o belo ? Ou sera simplesmente medo de não aguentar e vomitar quando se der conta que tem um pobre sentado ao seu lado na sala de cinema ou de teatro?

Matheus Nahkur

em 29 de julho de 2009

Admiro muito o trabalho de Gilberto Dimenstein no âmbito social. É um cidadão corajoso e um dos que mais incentiva e apoia o terceiro setor. Discordo dele, no entanto, nessa questão.

O perigo da seleção dos eventos atingidos pelo vale se tornar doutrinação político-partidária poderia ser descartado? O benefício ser direcionado para o lucro de determinadas empresas em detrimento de outras é impossível?

O MinC deve fazer o possível e o impossível para proporcionar eventos culturais de qualidade e, principalmente, ao alcance de todos.

O vale-cultura parece-me fazer parte de conceito diferente. E a liberdade de escolha é fundamental para o acesso, para o contato constante, para o “consumo de produtos” culturais.

Adilson Tomasi Dalazen

em 29 de julho de 2009

Acho importante dar a liberdade de escolha, pode ser que errem até bastante, mas com a eXperiência poderão refinar o gosto. Acho que não extiste mais tanta gente boba por aí. Não ficaria preocupado com isso, mas sim com a implantação do projeto. Acredito que poderá aparecer muito artista novo por aí. Será ótimo.

roger

em 29 de julho de 2009

DIMENSTEIN,

VOCÊ É UM IMBECIL, BESTALÓIDE, ELITISTA , PRECONCEITUOSO E MANÉ

João Batista

em 29 de julho de 2009

Você afirma que “recurso público não deveria sustentar livros de autoajuda, comédias românticas ou grupos de pagode. Nem aos shows de Caetano, Maria Bethânia ou Ivete Sangalo -aliás, nem camarote de Carnaval de Gilberto Gil.”
Concordo plenamente, desde que se inicie a cobrança dos impostos sobre o papel que os jornais usam; desde que o BNDES não financie mais empresas falidas; que o BNDES busque de volta o dinheiro que colocou na fusão da BrOI. Ou seja, que o dinheiro arrecadado pelo Estado seja público, e não privatizado!
Como disse o Douglas, é vergonhoso você criticar uma iniciativa como o vale cultura. Ainda existe a Casa Grande e a Senzala no Brasil!

Alexandre Sansana

em 29 de julho de 2009

Lamentável o artigo desse “jornalista”. A grande sacada de tudo isso é que esse homem e toda a imprensa de quinta categoria que existe nesse país ESTÃO COM MEDO. Pois com o Vale Cultura o pobre vai adquirir conhecimento, vai ter maior senso critico e com isso, não vai ficar a mercê de veiculos de comunicação manipuladores, de péssima qualidade, apoiadores da ditadura, como por exemplo A FOLHA DE SÃO PAULO (a mesma da “ditabranda”) e a Globo…

O povo não é burro Dimenstein (o mesmo que foi no cartorio com o Serra para jurar que não abandonaria a prefeitura)

Michel Pereira

em 29 de julho de 2009

O Vale Cultura, no meu entendimento, servirá como uma moeda específica para cultura/lazer cultura. Que ótimo se a pessoa puder ir ao show da Ivete Sangalo. É justamente isso. A pessoa poderá ESCOLHER o evento cultural onde ir. Mas o Dimenstein é muito elitista. Que horror! Ainda destila preconceito contra o pagode de uma forma leviana. Que asco!

Hilano Carvalho

em 29 de julho de 2009

Bobagem!

Quer dizer que o governo federal não pode incentivar o acesso à cultura porque isso é ser populista, demagogo ou por fins meramente eleitorais?

Os argumentos apresentados são pífios e trazem à tona, conscientemente ou não, apenas uma visão social segregadora.

Daniel

em 29 de julho de 2009

Muito preconceituoso, autoritário.

Douglas

em 29 de julho de 2009

Dimenstein, seu post é elitista sim!

O pobre inicialmente pode até ir a espatáculos ou ler livros de “baixo teor educativo”, mas vai-se criando a cultura de frequentar casas, ler livros, sejam eles de autoajuda ou não. O importante do programa é o incentivo de modo geral. Criticá-lo, da forma como o fez, chega a ser vergonhoso!!

Marcellos

em 29 de julho de 2009

Infeliz artigo de Dimenstein, quer dizer que pobre analfabeto não têm noção o que seja cultura de qualidade? Temos de obriga-los a ir onde os professores da PUC, USP, Mackenzie e Metodista indicarem? Isso não é dirigismo?

O MinC está de parabéns pela iniciativa correta e democrática. Liberdade de escolha não é só para rico de olhos azuis.

Sérgio José de Andrade

em 29 de julho de 2009

E se o trabalhador for a um pagode e por ter acessoao vale cultura for convidado para diversificar seus gostos culturais? Porque não tentar? Mano, agora querer definir em que “cultura” que o povão deve ir é puro preconceito. Desculpe a sinceridade.

Lourdes

em 28 de julho de 2009

Parabéns pela iniciativa! O povo tem fome de pão e tem fome de saber, de conhecimento! isso vai enriquecer o repertório cultural e linguístico dos brasileiros! Parabéns Presidente Lula!
Maria de Lourdes Arruda Guerra.
S. José dos Campos. S.Paulo

Flávio Furtado de Farias

em 28 de julho de 2009

O MinC está de parabéns pela iniciativa, especialmente por a forma. Há um profundo respeito pela livre decisão do cidadão, além da convicção de que o povo não é uma massa estúpida. O povo certamente saberá utilizar este recurso, e ela estimulará a oferta de bons e diversificados produtos culturais no local mais próximo e adequado ao público. Eu também respeito o povo brasileiro, e tenho a convicção de que suas escolhas culturais serão crescentemente corretas.

GILBERTO

em 28 de julho de 2009

O Vale cultura já foi aprovado e está vigorando?

Andressa

em 28 de julho de 2009

Com admiração, deixo meu comentário de apoio. Ótimo texto e delicado senso crítico.

Danilo Dilettoso

em 27 de julho de 2009

Acho a contribuição de Gilberto Dimenstein muito coerente. Acredito também que essa é mais uma medida populista desse governo. Não haveria dirigismo cultural se houvesse ampla discussão, não só conosco, que temos dinheiro para consumir cultura, mas para os que não tem também. Produtos culturais que só visam o mercado, como exemplicado por Dimenstein, não interferem na reflexão e na construção de um pensamento crítico nas pessoas, apenas entretem e acredito que esse não é o intuito do Vale Cultura.

Acho também que a “visão do MinC” em resposta a Dimenstein é no mínimo simples.

Babi

em 27 de julho de 2009

Me parece que essa não é uma questão de dirigismo, mas sim, de formação de público e acesso à educação: como as pessoas vão se interessar por leitura, cinema e teatro se mal aprendem a ler e a escrever nas escolas?
Resposta do MinC: Babi, formação de público é uma coisa. O ministério tem algumas ações nesse sentido. Mas, com certeza, seria dirigismo cultural que o governo federal impedisse que o Vale Cultura seja usado para “livros de autoajuda, filmes de comédia ou shows de música sertaneja ou pagode”, como propõe o autor.

leonardo barbosa rossato

em 27 de julho de 2009

Lá vem o intelectual decidir o que é que tem valor educativo para a população. Qual o problema de filmes de comédia e shows de música sertaneja? Ele quer o que? Que as pessoas só a partir do vale comecem a frequentar os cinemas da augusta?

rodrigo domit

em 27 de julho de 2009

“baixo teor educativo”

que comentário infeliz sobre a cultura popular

Rody Jardim

em 27 de julho de 2009

Concordo com a Visão do MinC.

Raphael Rodrigues

em 27 de julho de 2009

Qual o número do projeto de lei encaminhado a camara dos deputados?

Fabio

em 27 de julho de 2009

Rodrigo Santana

Rodrigo Vieira

em 23 de julho de 2009

Ajudaria muito se o Ministério disponibilizasse no site o Projeto de Lei.

marcelus

em 23 de julho de 2009

Após a realização do evento publicaremos o Projeto de Lei.
Muito obrigado.

ANDRÉA

em 23 de julho de 2009

Por favor, podem disponibilizar o texto do Projeto de Lei?

Marcos

em 23 de julho de 2009

Convenhamos que o fato dos trabalhadores trocarem os produtos em camelôs não é da alçada do Ministério da Cultura, o interessante são os valores que irão afluir para economia da cultura,
Mas no limite, podemos pensar que essa troca também pode favorecer o acesso a produtos de qualidade por preços mais acessíveis.
O importante é que uma excelente iniciativa para dinamizar a economia da Cultura e democratizar, paremos, portanto, de procurar questões que diminuem esta iniciativa.

Rafael Filho

em 23 de julho de 2009

É isso aí, Gêniton, com o Vale-Cultura vai ficar muito mais fácil encontrar DVDs originais à venda nas mãos dos camelôs, afinal, a troca de vales por dinheiro é uma prática muito comum nos maiores terminais rodoviários do país. Tomara que os trabalhadores possam assistir aos filmes antes de revendê-los.

Rafael Filho

em 23 de julho de 2009

A venda e circulação de bens culturais vai aumentar muito quando os trabalhadores começarem a comprar livros, CDs e DVDs para revenderem nos sebos ou mesmo como camelôs. Teremos camelôs vendendo DVDs originais!

Luiz Roberto Meira

em 23 de julho de 2009

Ótima iniciativa. Quando teremos acesso ao texto integral do Decreto? Me preocupa apenas saber: 1) Regras da habilitação das empresas (se continuar como a Lei Rouanet somente para empresas de Lucro Real, não vai popularizar nem democratizar); 2) Regras para habilitação dos locais de cultura, se não habilitar associações, grupos independentes e produtores culturais, vai ficar na mão somente de shoppingscenters e teatros públicos e privados, ou seja, somente em cidades grandes. Aguardo informações sobre acesso ao texto integral do Decreto. Grato

Gêniton Coutinho

em 23 de julho de 2009

Acho muito válida a iniciativa do governo. É uma forma de também combater a pirataria, dando a possibilidade dos brasileiros comprarem os produtos originais (pelo menos eu espero). Outra, é deixarmos a lista de paises com pessoas que menos leem no mundo.

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